Fábrica de Criatividade

Gestão de pessoas

Escrita liderando a si mesmo imagem mulher sentada na cadeira oolhando um relatório
Gestão de pessoas

Liderando a si mesmo

O que influencia nossas emoções? Burnout ou seria Cultura da relatividade? Antes de liderar pessoas, precisamos aprender a liderar nós mesmos. Conhecer nossas emoções, o que nos tiram da razão e o que nos trazem para o consciente. Todos temos “elefantes” internos para domar diariamente, por isso, é tão importante o autoconhecimento. E como entender mais o que influencia isso?  Ambiente influencia? Decorações, clima, padrões de comportamento, ambiente estressante vai nos deixar mais estressadas. Quanto mais eu me estresso, mais o ambiente fica ruim. O que vem primeiro? O oposto também é verdade, ambientes leves nos deixam seguros e conduz nossa postura positiva. É VERDADE ESSE BILHETE? 1 a cada 3 pessoas estão sofrendo de burnout. (fonte: OMS) Sobre cultura Mutilação genital feminina é cultura ou violência? Os dois, depende de onde você nasce. Em algumas aldeias é cultura. Para nós, é violência clara e direta. Mudar é difícil. Temos medo do novo. Escolha do cérebro Mas nós temos um cérebro de 1,5kg que consome 1/4 da nossa energia corporal, e ele quer sempre economizar energia. Para aprender algo novo, ele precisa gastar bastante energia…então já viu, né?! Mas como temos neuroplasticidade, conseguimos usar muito mais, mas precisamos entender que nosso cérebro irá resistir a isso, e sermos mais fortes do que ele. Aqui na Fábrica DC, sempre falamos que quando falamos de resolver um problema, ninguém quer, mas se transformamos em um desafio, as pessoas ficam curiosas e querem fazer. E foi exatamente isso que um vídeo mostrou, pegaram uma escola e gamificaram as escadas de uma escola, fazendo com isso aumentar 75% do uso da mesma. Como fizeram? De forma simples, colocaram cores diferentes baseadas no “doodle jump stairs”, que deu vontade das pessoas se desafiarem a subir as escadas apenas pisando em uma cor. Ou seja, Sandra Gioffi, trouxe em 20 minutos de conversa, conteúdos sobre que nos fizeram refletir, desde como precisamos lidar com nossas emoções para poder liderar outras pessoas, passando nos fazer entender que nossa verdade não é absoluta e por isso precisamos entender a cultura e visão de mundo das pessoas, até fechar explicando um pouco sobre neurociência e como nosso cérebro precisa ser estimulado.

Onde está a felicidade e Miguel Falabella no palco.
Gestão de pessoas

Onde está a felicidade? por Miguel Falabella

Entenda mais sobre os 10 ingredientes para um vida mais feliz Miguel Falabella abriu o dia 27 do evento com uma palestra mega alto astral sobre felicidade. Trouxe os 10 ingredientes pro bem estar, segundo sua visão de mundo! Bora conferir? Poesia Ter uma visão poética do mundo! Por essa você não esperava, né? Sim, esse foi o primeiro item da lista de Miguelito (para os íntimos)! Ler um poema por dia, na visão dele seria algo incrivelmente revolucionário a todos nós.  “Uma vida sem metáforas é uma vida sem significado!”. Para ele, a poesia traz um tom Comunicabilidade Neurônios espelhos, sim, aqueles que nos fazem conectar com o outro. Responsável pela empatia. A comunicação se estabelece quando ambos têm um olhar empático um ao outro. É importante tentar entender a visão da outra pessoa. Disciplina Sem ela, não fazemos nada e não somos ninguém. “Disciplina não escraviza, disciplina liberta!”. Citou Claudia Raia, quando fizeram uma tour pela Europa, na qual ela treinava 7x por semana. Certa vez ele a questionou do motivo e ela respondeu de pronto “Ninguém paga pra me ouvir ofegante no palco! Preciso estar preparada!”. Miguel contou como a disciplina liberta, uma vez que você faz suas coisas com muito mais facilidade e colhe resultados incríveis. Adaptabilidade Estar prontos para um mundo que se transforma todos os dias. Olhar pro novo, é a nova inteligência necessária para estar apto ao mercado de trabalho. Transformar situações adversas em algo positivo. Contou uma história de como ele reinventou uma obra de teatro que foi um desastre na primeira apresentação e um verdadeiro sucesso, utilizando a criatividade. No final, não podemos controlar o externo, mas controlamos nossa reação ao que acontece e escolhemos o que fazemos a partir disso. Praticidade Sejamos práticos! Nós procrastinamos porque achamos que não somos capazes de fazer aquilo. Para Miguel, tem a ver com baixa estima. Precisamos entender que somos capazes do que quisermos e, que no final, o mundo é feito por quem FAZ. Ou seja, faça acontecer, mesmo que não fique da melhor forma, faça. Agendamento interno Conhecer seu corpo e energia para saber como poupar, e render o seu melhor potencial. Ou seja, você não vai sair pra balada na noite anterior de uma palestra matinal importante. Temos que ter mais noção do que nos potencializa energia e do que rouba nossa energia, para assim, conseguirmos realmente performar bem aonde for. Originalidade Sermos originais em um mundo que as pessoas querem mais do mesmo, como fazer? Miguel contou a história de como criou a personagem “Copélia” da série, Toma Lá dá Cá. Ele iria fazer uma sogra de senso comum, ou seja, aquela sogra ranzinza, que todo mundo reclama.Então foi um baile, e uma senhora muito icônica dançando, de saia curta e ficou bem impactado. Ali, ele viu a oportunidade de criar algo original! Assim, nasceu a famosa Copélia, que foi um estrondoso sucesso, pois ela era uma senhora irreverente, que usava roupa curta, saía com jovens da periferia, falava palavrão e amava dançar. Pertencimento Você consegue dar o justo valor às pessoas que fazem parte do dia a dia, que te ajudam a fazer acontecer? Pense bem se você faz isso. Vivemos em comunidade e, isso é o que nos deixa mais felizes, segundo a maior pesquisa já realizada sobre felicidade no mundo.Você agregar e reconhecer as pessoas, para um mesmo projeto, mostrar que elas são importantes para o processo acontecer, gera um sentimento de pertencimento que as une em prol de algo maior. Persistência Caia 7x e levante-se 8x. Um sonho precisa ser bem tratado. O que você falaria para o sonho de um amigo seu? Provavelmente você seria mais gentil. Seja gentil com os seus também e não desista daqueles que você realmente acredita. Ele contou uma história divertida sobre um filme que começou a escrever em 2018 e lançou agora na pandemia. Teve que ir até o Uruguai gravar, mas não descansou até conseguir.  Generosidade Está escasso hoje em dia mas é um efeito cascata. Se você faz, normalmente você acaba contagiando e outras pessoas. Aquela famosa frase da gentileza, cabe aqui também, “generosidade, gera generosidade!”. Essa última frase, eu quem disse, não o Falabella, ok? Risos. Mas achei que cabia aqui. O resumo da ópera, é que Miguel Falabella aos auge dos seus 65 anos de idade, continua esbanjando alegria, simpatia e muito bom humor. Ele deu uma aula sobre como devemos ser mais gratos a essa nossa passagem na Terra. No final do dia, o que levamos daqui é o conhecimento que faz a nossa alma evoluir.

Mesa de trabalho com notebook, calculadora, fone e caderno de anotações. Aprendizagem ativa
Business, Gestão de pessoas, Inovação

A busca constante pela evolução através da Aprendizagem Ativa

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text] A evolução do saber através da aprendizagem ativa O mundo tem mudado de maneira rápida, o ser humano tem vivido mais anos e para acompanhar todas essas mudanças é preciso que estejamos sempre dispostos a buscar a famigerada evolução através da aprendizagem ativa. No Brasil e no mundo, a cada ano a mais de educação/ensino que uma pessoa tenha, maior a sua renda anual. É uma curva correlata, a partir do momento em que ficou mais fácil o acesso a faculdade, o que é muito bom, o aprendizado contínuo foi ganhando mais importância, tornando-se um alavancador. Pensamento crítico e aprendizagem ativa estão, inclusive, entre as primeiras habilidades do futuro mapeadas pelo Fórum Econômico Mundial. No que se baseia a aprendizagem ativa A aprendizagem ativa ou lifelong learning – aprendizagem ao longo da vida, em tradução livre – é uma forma de educação auto iniciada com foco no desenvolvimento pessoal. Embora não haja uma definição padronizada de aprendizagem ao longo da vida, geralmente refere-se à aprendizagem que ocorre fora de um instituto educacional formal, como numa escola, por exemplo. Na aprendizagem ativa, na maioria das vezes, a vontade de aprender algo novo parte espontaneamente de uma pessoa. Ou seja, é algo voluntário que tem como finalidade a realização pessoal. Os meios para isso podem resultar na educação formal ou informal! As empresas também têm investido no aprendizado de seus colaboradores Um dos principais motores do sucesso das empresas e da vantagem competitiva na economia são os ativos intangíveis. Seja uma grande marca, produção otimizada ou processos inovadores, o sucesso depende do capital intelectual, ou mais especificamente do capital humano. As empresas têm objetivos diferentes e sobrepostos para seus programas de treinamento. Frequentemente, os objetivos se relacionam a preencher a lacuna de habilidades requalificando os funcionários, criando uma cultura de trabalho de produtividade, melhorando a agilidade organizacional, motivando os funcionários e tendo um impacto geral positivo nas metas de negócios. Conrado Schlochauer fundador da NOVI, especialista em aprendizagem ao longo da vida e escritor do livro Lifelong Learners – O poder do aprendizado contínuo, participou do nosso webinário mensal Comece Pelo fim e afirmou acreditar nessa mudança de cultura por parte das empresas. “A grande mudança na aprendizagem corporativa é parar de se considerar provedor de cursos, para ser um provedor de aprendizado, seu objetivo é criar alternativas e ambientes onde o aprendizado ocorra”, afirma o especialista. Exemplos de aprendizagem ativa Aqui estão alguns dos tipos de iniciativas de aprendizagem ao longo da vida podem ajudar no crescimento pessoal e profissional: Desenvolver uma nova habilidade Desenvolva a costura, culinária, programação ou até mesmo, a oratória.  Estudo autodidata Aprenda um novo idioma, pesquise tópicos de interesse, ouça podcasts, assista vídeos.  Aprender um novo esporte ou atividade  Ingresse em alguma academia de lutas ou aprenda um esporte diferente daqueles que a gente conhece durante as Olímpiadas!   Aprender a usar uma nova tecnologia Sejam dispositivos inteligentes, novos aplicativos no celular ou até mesmo pesquise funções pouco conhecidas no Google, por exemplo. Adquirir novos conhecimentos  Faça um curso de interesse próprio, seja online ou presencial. Benefícios da aprendizagem ativa Incorporar a aprendizagem ativa oferece muitos benefícios a longo prazo, entre eles: 1. Auto-motivação renovada Às vezes ficamos presos a uma rotina, fazendo coisas simplesmente porque temos que fazê-las, como ir para o trabalho, por exemplo. Descobrir o que te inspira, te coloca de volta no centro da sua vida e é um lembrete de que você realmente pode fazer as coisas que deseja na vida! 2. Reconhecimento de interesses e objetivos pessoais Reacender o que te move como pessoa, reduz o tédio, torna a vida mais interessante e pode até abrir oportunidades futuras. Você nunca sabe onde seus interesses o levarão se você não se concentrar neles! 3. Melhoria em outras habilidades pessoais e profissionais Enquanto estamos ocupados aprendendo uma nova habilidade ou adquirindo novos conhecimentos, também estamos construindo outras habilidades valiosas que podem nos ajudar em nossa vida pessoal e profissional. Isso ocorre porque utilizamos outras habilidades para aprender algo novo. Por exemplo, aprender a costurar requer solução de problemas. Aprender a desenhar envolve o desenvolvimento da criatividade. Ou seja, a aprendizagem ativa ainda desenvolve habilidades interpessoais como criatividade, resolução de problemas, pensamento crítico, liderança, reflexão, adaptabilidade e muito mais. 4. Maior autoconfiança Tornar-se mais experiente ou habilidoso em alguma coisa pode aumentar nossa autoconfiança tanto em nossa vida pessoal quanto profissional. Em nossa vida pessoal, essa confiança pode resultar na satisfação de dedicar tempo e esforço para aprender e melhorar, dando-nos a sensação de realização. Em nossa vida profissional, essa autoconfiança pode se dar devido a bagagem de conhecimento que traz segurança na capacidade de aplicar o que aprendemos. Mas é preciso cuidado com a infoxicação Com o avançar da tecnologia e a facilidade no acesso à informação ficamos expostos a uma infinita quantidade de informações. Por isso, é preciso haver cuidado na hora de escolher o conteúdo que se deseja consumir. Primeiramente, pelo fato da quantidade de informações e notícias falsas que circulam todos os dias na internet. Em segundo lugar pelo fato de muitas vezes conteúdos se tornarem produto com o único objetivo de vender. “Uma alternativa a infoxicação é você inverter o sentido das coisas. Se você está tomando pancada de informação todo dia, defina o que você quer aprender e vá atrás de aprender em específico sobre esse projeto ou busca” Conrado Schlochauer As mudanças na forma de consumo de conteúdo As pessoas estão perdendo cada vez mais o costume de consumir conteúdo com mais qualidade, seja um texto mais longo, um vídeo com mais tempo de duração ou até mesmo conversas mais profundas. A leitura de livros físicos também sofreu com toda essa transformação. “Ler é uma coisa que não é da nossa natureza, a gente desenvolveu como cultura. E a leitura

Mulher com produtividade e saúde mental
Gestão de pessoas

Produtividade e saúde mental no pós-pandemia

O novo normal e a preocupação com a saúde mental e produtividade Há alguns anos a produtividade e a saúde mental dos colaboradores tem se tornado uma preocupação das companhias. E com o surgimento do COVID-19 no final de 2019 esse cuidado precisou se intensificar, já que ali se iniciava uma nova era, ou aquilo que denominamos de “novo normal”. Nesse novo normal milhares de empresas se viram na função de liberar seus funcionários para o home office, o que até então, era um grande tabu. Muito se questionava se o trabalho em casa renderia os mesmos resultados que eram obtidos com o trabalho presencial, ou seja, se a produtividade dos funcionários seria a mesma. Afinal, a produtividade dos colaboradores é influenciada pela saúde mental? De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria e auditoria PwC, em parceria com a Universidade do Sul da Califórnia entre 2018 e 2019, com mais de 1.425 trabalhadores: um trabalhador feliz é 31% mais produtivo, três vezes mais criativo e vende 37% mais! Um trabalhador feliz é 31% mais produtivo, três vezes mais criativo e vende 37% mais! Já uma pesquisa realizada pelo portal Medicina S/A com 2.007 participantes, revela que durante a pandemia 41% dos entrevistados tiveram medo intenso de que alguém próximo ficasse doente ou falecesse, 33% tiveram insônia e 33% tiveram crises de ansiedade. E com o tema sendo cada vez mais abordado, 62% das pessoas afirma que passou a entender melhor a importância de cuidar da saúde mental. No Brasil, para a grande surpresa geral, durante os últimos trimestres de 2020 tivemos um leve aumento na produtividade. Porém, especialistas acreditam que esse efeito seja temporário. As empresas podem e devem ajudar seus colaboradores a manterem sua saúde mental Recentemente, a Fábrica entrevistou a Vanessa Rasquinho, psicóloga clínica e pós-graduada em MBA Executivo em Psicologia Organizacional, no seu webinário mensal, o Comece Pelo Fim. Vanessa acredita que as empresas têm  papel fundamental na prevenção de quadros de ansiedade, burnout, entre outras doenças. “Nesse momento de pandemia é importante que as empresas trabalhem a prevenção para evitar situações delicadas. É preciso que as organizações se mostrem preocupadas com o colaborador, se mostrem disponíveis e atentas com a situação que cada um deles está passando”, afirma a psicóloga. Vanessa Rasquinho E isso pode ser feito de diferentes maneiras, como por exemplo: É preciso que as empresas invistam na saúde mental de seus funcionários Vanessa relata que ainda existem muitos profissionais que não se sentem à vontade para buscar ajuda dentro das empresas. Por este motivo é tão importante que haja iniciativa por parte dos gestores de recursos humanos e da liderança das companhias. “É muito importante investir. Algumas pesquisas dizem que nem sempre o profissional vai se sentir confortável nesse papel e nessa busca por ajuda, mas é importante que ele saiba que isso é possível”, diz a psicóloga. A empatia e o espírito de equipe são peças fundamentais nessa questão. “Às vezes a pessoa não imagina que o colega esteja passando por uma situação parecida com a dele, então é importante que existam conversas, que tenha essa troca e empatia”, complementa Vanessa. Outros cuidados possíveis da empresa com o seu time Além do olhar humanizado, da empatia e do investimento, também é preciso que as organizações se mantenham ligadas na quantidade de demandas e prazos solicitados. No novo normal, onde muitas empresas aderiram ao 100% home office ou pelo modelo híbrido que varia entre presencial e online, muitas vezes o trabalhador tem hora para começar, mas não para parar. E para que os trabalhadores mantenham bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional precisam ter uma boa comunicação com sua família e empresa.  É preciso saber quando agir como trabalhador e quando agir no momento off da empresa. E esse compromisso de tempo deve ser pactuado dentro da equipe de trabalho Com o objetivo de que isso aconteça é importante a liderança adequar as metas e horários do time e manter-se flexível. Além, de ser imprescindível que a empresa destaque aos funcionários a importância do autocuidado. 6 dicas de autocuidado para os colaboradores E não menos importante do que o cuidado da empresa para com o funcionário, é o autocuidado que esse funcionário precisa ter consigo mesmo. Aqui vão algumas dicas… 1.       Organize seu local de trabalho E de preferência, escolha um canto tranquilo. Se possível, evite trabalhar na cama! 2.       Priorize momentos de lazer Separe momentos para o seu bem-estar e para fazer coisas que gosta, como por exemplo, ver filmes, séries, ir ao parque e etc.  3.       Pratique atividades físicas Isso muda completamente sua disposição e por consequência sua produtividade. 4.       Cuide da sua alimentação Separe horários para as refeições e dê preferência para alimentos saudáveis! 5.       Tome sol e ar puro Isso influenciará no seu humor e na maneira que você lidará com as situações. 6.       Pratique o ócio criativo. Separe momentos para não fazer absolutamente nada, isso também é importante! “É importante levar isso à risca. A partir do momento em que você entende que o expediente acabou, que o horário de trabalho precisa ser respeitado e organizado, e que você precisa ter tempo para o autocuidado e lazer, a vida passa a ter equilíbrio. E esse controle faz parte de pequenas escolhas feitas no dia a dia”, finaliza Vanessa! Contrate a Fábrica Na Fábrica temos diferentes treinamentos e trilhas capazes de humanizar e desenvolver desde uma comunicação mais empática por parte de uma equipe, até mesmo para capacitar e potencializar o time de líderes da sua empresa. Quer saber mais sobre os nossos produtos e serviços? Nos envie agora mesmo uma mensagem para o whastapp que aparece no canto inferior esquerdo da tela! Blog do Ibre | Correio Braziliense | Gazeta do Povo

Business, Consultoria, Gestão de pessoas

O onboarding revolucionando a experiência do colaborador

Entendendo o processo de onboarding do colaborador Para início de conversa, já te explicamos que o onboarding do colaborador representa o processo de integração do novo funcionário em uma empresa.  O mercado vem mudando constantemente e com o passar do tempo notou-se uma necessidade de cuidar do bem mais precioso que uma empresa pode ter: seus funcionários. A ideia de que companhias são potes de ouro e que os contratados estão ali pedindo por uma moeda ficou para trás. Hoje, empresas e colaboradores aliam propósitos! A jornada de experiência do colaborador ainda vai além Além do onboarding, atualmente o processo de jornada de experiência do colaborador conta com o pré-bording e o pós-bording. O pré-bording é a etapa que antecede o onboarding e consiste em tudo aquilo que é preparado de forma estratégica para organizar a chegada de uma ou mais pessoas. O intuito é preparar os elementos que são necessários para que aquelas pessoas possam executar suas funções com qualidade. Além de integrar o colaborador para que ele se desenvolva. Já o pós-bording é a carreira do funcionário dentro da companhia e pode variar de empresa para empresa, mas basicamente se trata da preocupação do empregador com o desenvolvimento do colaborador, desde seu início até mesmo, com a forma que ele será desligado, sendo realizadas até entrevistas para entender os motivos do desligamento. O valor de um onboarding de qualidade Em primeiro lugar, é necessário manter o nível de motivação do funcionário. Além da questão da humanização, de entregar um ambiente leve e agradável para aquela pessoa, o funcionário motivado e feliz terá suas entregas muito mais eficazes. Outro benefício do onboarding, é que quando realizado da maneira correta, garante uma relação muito mais sólida entre o empregador e o colaborador. Isso se dá devido ao alinhamento de princípios e valores, já que o contratado entende a missão da empresa e o seu papel nessa missão. “Não existem bons ventos para um barco a vela sem rumo” já diria nosso fundador e consultor Denilson Shikako parafraseando (Sêneca). O onboarding ainda tem o poder de diminuir o turnover das companhias, devido ao direcionamento correto de expectativas das duas partes. – Turnover é a conta que se faz do número de entradas e saídas de pessoas em uma empresa, ou seja, a rotação de contratados. Daniel Costa, nosso líder de propósitos e pessoas acredita que quando o onboarding é feito de maneira errada, provoca no colaborador um sentimento de não pertencimento. “Quando esse processo não é bem-feito, a empresa não gera sensação de pertencimento aos seus funcionários, não gera conexão entre as pessoas. Isso faz com que as pessoas comecem a sentir já no início que ‘foi jogada em algum lugar’, ela não se sente acolhida por aquele lugar” Daniel Costa Acreditamos em experiências memoráveis e ajudamos nossos clientes nessa missão Na Fábrica, acreditamos em experiências memoráveis, por esse motivo, ajudamos nossos clientes a desenvolverem onboardings digitais totalmente disruptivos e tangíveis. Tudo isso garantindo tanto para o lado do contratante quanto para o contratado o conceito dos 3 E’s: eficiência, eficácia e experiência. Recentemente fomos contratados por uma empresa que precisava avaliar se, depois de adaptado para digital, seu onboarding continuava funcionando com qualidade, acompanhamos então a formação inteira de cerca de cinquenta novos colaboradores desde a sua chegada, até a entrega para operação. Avaliamos todo o processo e paralelamente delegamos a nossa equipe, a função de entrevistar operações de nível global para entendermos quais eram as melhores práticas de onboarding. Após essa primeira pesquisa, realizamos um encontro de ideações e chegamos em 64 ideias de possíveis melhorias para o nosso cliente. Um case de sucesso Entre as primeiras mudanças, mostramos ao nosso contratante que só temos uma oportunidade de gerar boas impressões e que faltava encantamento no primeiro contato.  Entre as dezenas de mudanças propostas, estavam a curto prazo: convites para os novatos, a criação e fornecimento de checklists de desenvolvimento, presença de um “buddy” (parceiro em português) e a utilização de mais ferramentas digitais, como snap camera, teams, kahoot, entre outras. Já a médio e longo prazo, indicamos um manual de boas práticas de quem já passou pela mesma função, microlearning em formato Tik Tok, um site integrador de toda experiência de aprendizado, gamificado, interativo, que transforma a experiência e acelera a curva de aprendizado, entre diversas outras ideias! “É preciso assegurar que os colaboradores entendam suas funções, quais são as expectativas como um todo, e mostrar a cultura e o senso das normas organizacionais. Afinal, a pessoa precisa ver para conseguir entender o que é. Eu uso muito um ditado ‘uma vez sentido verdadeiro é’”, diz nosso líder de propósitos e pessoas. E que tal contratar nosso onboarding? Sua empresa precisa melhorar a forma como recebe seus novos contratados? Que tal conhecer um pouco mais sobre o programa de onboarding da Fábrica…Entre em contato com o nosso time comercial e agende um bate-papo!

Estagiário comemorando
Business, Consultoria, Gestão de pessoas, Inovação

Uma boa experiência de estágio começa pela trilha

Por Karina Mendes  O estagiário de hoje é treinado para virar líder amanhã Durante o período de faculdade é natural os estudantes já pensarem no momento do estágio, afinal, as aulas teóricas são extremamente importantes para o entendimento da profissão, mas é na prática, vivendo a rotina daquilo que se escolheu fazer que se tem certeza de que fez a escolha certa. E, o estagiário de hoje, quando treinado da maneira correta, é o CEO de amanhã! Novas gerações chegando no mercado de trabalho Parece que 2000 foi ainda ontem, mas lamentamos te dizer que duas décadas já se passaram e isso significa que, os nascidos entre o final dos anos 90 e o começo dos anos 2000, ou mais conhecidos como geração Z, estão chegando ao mercado de trabalho. E o que isso significa? Já falamos por aqui que a tecnologia está avançando de forma cada vez mais rápida, consequentemente, o mundo tem acompanhado essas evoluções e o ritmo dessas mudanças. – A pandemia acelerou ainda mais essas adequações! Prova disso, é o mercado de trabalho, que sentiu essas mudanças e começou a transformar alguns velhos hábitos. A maneira que contrata seus colaboradores, é um deles. Hoje em dia, tem empresas que trocam o bom e velho CV por vídeos de apresentação. Quem imaginaria isso um dia? Essas evoluções tem muita influência da geração Z, afinal, estamos falando de uma faixa etária que cresceu em meio a era dos computadores, smartphones e principalmente, das mídias sociais. É sobre uma geração imediatista, que expira mudanças e não se prende ou cria raízes a coisas ou lugares que não a fazem feliz. Benefícios dos times multigeracionais A união entre a geração veterana que possui bagagem de mercado, incluindo conhecimento de mercado e estratégias certeiras, com a vontade de arriscar e transformar tida pelos estagiários é a receita perfeita para empresas visionárias. Além das diversas trocas de conhecimento e vivências entre as gerações, empresas que contam com a diversidade, de maneira geral, em suas equipes, são 11x mais inovadoras e seus colaboradores são até 6x mais criativos, segundo pesquisa realizada pela Accenture. Em entrevista para o podcast da Fábrica, o “Fabricast”, nosso convidado e parceiro Luiz Menezes, que tem apenas 21 anos e já é CEO da sua própria empresa, a Trope, contou um pouco de sua trajetória profissional.  Ele começou com um estágio numa produtora de eventos, onde todas as atrações passavam por sua aprovação. Luiz revelou que seu pensamento moderno fazia total diferença nas tomadas de decisão da empresa. “As pessoas do escritório estavam muito abertas a ouvir a minha opinião. Ainda que eu tivesse pouca idade e não tivesse experiências profissionais anteriores, eles me contrataram por verem força de vontade, por verem meu gás e a vontade de fazer acontecer. Era disso que eles precisavam”, relata Luiz no episódio #2 do Fabricast. Treinando os talentos para o topo Muitas empresas vêem em seus estagiários potenciais talentos, mas acabam não investindo por acreditarem que eles não criarão raízes. Porém, a verdade é que os estagiários só irão embora se não apresentarem evolução. Entretanto, se eles forem criativos e trouxerem retornos positivos podem permanecer numa mesma empresa durante anos. Treinar os estagiários é deixar um legado para eles pro resto da vida. E como prepará-los para os melhores resultados, para que um dia seja feita a passagem de bastão e eles possam até mesmo se tornarem líderes? Com projetos pensados especificamente para eles, isso é muito possível! Sua empresa não sabe como fazer isso? A Fábrica pode ajudar com a nossa Trilha de Estagiários. Dentre a programação da nossa trilha, estão atividades como: estagiários que foram efetivados dando dicas do perfil que os novos estagiários precisam ter para conseguirem uma vaga efetiva; os estagiários tendo um dia como CEO; e também, é possível que eles vivam um dia como operários, conhecendo o dia a dia de outras áreas! Trilha de estagiários eficaz Com as mudanças e evolução das coisas é preciso mudar também a forma como esses estagiários são treinados e capacitados. A Fábrica está apta a transformá-los em profissionais completos! Quer saber mais sobre a nossa Trilha de Estagiários épica que transforma jovens talentos em futuros profissionais de sucesso? É só nos contatar pelo whatsapp disponível aqui no nosso site! Fontes: UniBH | Folha de Londrina | Blog Vee Digital | Economia SC |

Onboarding
Gestão de pessoas, Inovação

Onboarding, colocando o time pra jogo

Ok Fábrica, mas o que é onboarding? A palavra onboarding vêm do inglês e significa “embarcar”, também conhecida como solicitação organizacional. Afinal, o que é “onboarding”? O termo surgiu em 1970 e representa o processo de integração do novo funcionário em uma empresa. O intuito é que ele se adapte e entenda as diretrizes da organização com mais facilidade, ou seja, é um manual de capacitação! Qual a sua importância? Os líderes das empresas sabem o quão desafiador é encontrar profissionais que sejam ideais para as vagas oferecidas, mais difícil ainda é integrá-los em sua cultura organizacional. É quase um casamento, né? Porém, essa relação pode dar muito certo quando baseada em uma capacitação de qualidade! Segundo pesquisa realizada pela Society for Human Resource Management (SHRM), as organizações que promovem processos de integração de maneira estruturada chegam a ter 62% mais de produtividade. O estudo ainda mostra que, o índice de permanência do funcionário capacitado por onboarding é 50% melhor. Ou seja, quando o colaborador se sente realmente inserido em seu trabalho, as chances de ele permanecer na empresa contratante, aumentam! De acordo com o que acredita a Dra. Talya Bauer da Fundação SHRM um processo de onboarding de qualidade precisa de quatro elementos os quais ela denominou de Quatro C’s: Compliance, Clarification, Culture e Connections. Traduzidos para o português como conformidade, esclarecimento, cultura e conexão. O que são os 4 C’s Conformidade: quando as regras e regulamentos ligados às políticas básicas da empresa são ensinadas aos funcionários. Esclarecimento: garantir que o colaborador tenha entendimento de suas atividades de trabalho e expectativas geradas em torno delas. Cultura: deixar claro aos profissionais contratados às normas organizacionais – tanto formais, quanto informais. Conexão: é sobre as relações interpessoais e rede de informações que os colaboradores devem construir. Dessa forma, o departamento de recursos humanos tem papel fundamental nesse processo. Afinal, são eles que desenvolvem os procedimentos para integrar e engajar os profissionais na equipe . Cases de sucesso LinkedIn A empresa tem um ritual para que seus novos funcionários tenham um primeiro dia de trabalho especial. Ao chegar na organização, o novato recebe um kit de boas-vindas com caderno, itens específicos de acordo com a área de atuação, bem como, uma cópia do livro “Comece por você”, escrito pelo fundador da empresa, Reid Hoffman. Assim, a recepção ainda conta com a decoração da mesa do profissional, que tem cartões que dizem You’re [In], que no português quer dizer “você está dentro”, a frase brinca com o logo da rede empresa. Facebook No Facebook, os recém-chegados passam por treinamentos de seis semanas, para entender seu papel na empresa e a cultura organizacional dela. Dessa forma, o onboarding da companhia visa promover a integração de forma mais rápida e produtiva. Apple A companhia surpreende seus colaboradores os presenteando com nada menos do que um iMac que ele pode configurar da maneira que preferir, juntamente com uma camiseta que contém o ano de iniciação da sua carreira dentro da empresa. Google Famosa por ser uma das melhores empresas para se trabalhar, o Google também utiliza o onboarding. O funcionário é recebido, por exemplo, por pequenos grupos de colaboradores. Em alguns casos, eles também recebem um chapéu colorido, com uma hélice e a palavra “Nogger” – junção das palavras new e googler) bordada. O intuito é que o momento seja aconchegante e descontraído, para que os novatos se sintam acolhidos. Os benefícios do processo de integração Motivação. Ao passo que, a empresa valoriza o processo de seu funcionário desde o princípio, se preocupando até mesmo com a sua recepção, consequentemente, aquela pessoa se sentirá muito mais motivada a realizar suas atividades. Integração. O onboarding tem como uma de suas características promover eventos sociais para a integração da equipe. Um time unido potencializa resultados, afinal, uma boa equipe vale muito mais do que talentos isolados. Retenção de talentos. Quando o profissional se sente integrado, seguro para desenvolver seu trabalho e acima de tudo, quando ele entende e se enquadra rapidamente ao funcionamento da empresa, isso diminui a chance de ele sair da companhia antes mesmo de mostrar seus talentos e habilidades. Redução de rotatividade. Conforme o item acima, quando a empresa retém talentos, ela aumenta o tempo de permanência daquele profissional. O que traz vantagens tanto na parte do financeiro pelas taxas de turnover, quanto na credibilidade, afinal, as pessoas não se sentem seguras em organizações com alta rotatividade. Capacitação. Por último, mas não menos importante, ao contrário, de suma importância. A capacitação prepara e adapta a curto prazo, diminuindo os erros futuros e garantindo bons resultados para a companhia. Se você gostou desse conteúdo pode se surpreender ainda mais com nossos workshops e treinamentos totalmente preparados para capacitar e potencializar os talentos da sua equipe! Por Karina Mendes Fontes: Neil Patel | Jhome | RunRun | Senior | Xerpa | Impulse

A Humanização Se Aliando aos Resulltados
Business, Gestão de pessoas

A humanização se aliando aos resultados

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text] Ambiente de trabalho humanizado A gestão humanizada é o alinhamento entre os objetivos da empresa com a satisfação e a felicidade pessoal do colaborador, juntamente com a harmonia do ambiente que tende a ficar mais leve com esse processo. O intuito é a construção de relações em que todos ganham! O capital humano é essencial para que qualquer negócio rode. Por isso, o gerenciamento de pessoas é fundamental e não pode ser deixado de lado! A humanização empresarial preza pela empatia, alegria, afeto, entre outros elementos que até então, não eram vistos como prioridades. É como se antigamente, as pessoas fossem vistas como máquinas. Atualmente, com essa mudança no cenário, é notado que existem seres humanos por trás de cada um dos funcionários. As empresas que apostam na humanização veem a importância de criar laços e conexões com pessoas, afinal ao passo que o funcionário se sente não apenas número, mas parte de uma engrenagem, ele retribuirá isso com satisfação e produtividade. Segundo o artigo “Empresa Humanizada: a organização necessária e possível” de Sylvia Constant Vergara e Paulo Durval Branco: “Entende por empresa humanizada aquela que, voltada para seus funcionários e/ou para o ambiente, agrega outros valores que não somente a maximização do retorno para os acionistas”, afirma o artigo. A Fábrica está passando pelo processo de humanização Muitas companhias já vêm apostando nesse tipo de relacionamento e isso se dá pelo fato de se inspirarem nas startups que, nas últimas décadas, trouxeram para o mercado, modelos de negócios mais flexíveis e focados na qualidade de vida de seus colaboradores. Com isso, cresceram as ideias de inserção de atividades lúdicas no ambiente de trabalho, como videogames, pebolim, mesa de sinuca, salas de relaxamento e até mesmo o incentivo para que sejam levados animais de estimação para os espaços de trabalho. Na Fábrica, por exemplo, todas as nossas reuniões gerais que ocorrem semanalmente, nesse momento online, começam com jogos para que haja um momento de descontração e depois possamos focar nas pautas mais densas. Temos também, o momento de highlight para que os colaboradores troquem experiências positivas que tenham ocorrido durante a sua semana pessoal e profissional! Outra ação que implantamos por aqui, e que tem se tornado comum nas empresas é a introdução da figura de um psicólogo para que os funcionários tenham apoio profissional em momentos que julgarem necessário. Empresas humanizadas agradam clientes e colaboradores De acordo com uma pesquisa realizada pela USP de São Carlos com 1.115 empresas (900 mil avaliações de consumidores e 136 mil avaliações de colaboradores), os resultados são positivos para as empresas que tratam a humanização como prioridade. “Empresas humanizadas agradam mais a clientes e colaboradores: há uma satisfação 240% superior por parte dos clientes, e níveis 225% maiores de bem-estar entre os colaboradores. Em um período de 4 a 16 anos, elas alcançam mais que o dobro de rentabilidade financeira em comparação à média das 500 maiores empresas do País”, revela a pesquisa. O estudo ainda destaca a importância de o funcionário ter voz e poder de decisão. “Companhias humanizadas procuram envolver os colaboradores nas tomadas de decisões e entregam salários e benefícios justos. A moeda de troca, de acordo com o estudo, é maior produtividade e satisfação entre membros e clientes”, segundo a USP de São Carlos. Os benefícios da humanização corporativa Funcionários produtivos Quando o empregador entende as necessidades de seus funcionários, ele passa a criar estratégias para que, os profissionais transformem suas expectativas em produtividade! Quando a equipe tem espaço para equilibrar o pessoal e o profissional, sem dúvidas, trabalhará muito mais motivada. Como resultado de um trabalhador feliz, temos uma empresa com resultados potencializados. Equipe colaborativa Quando o líder dá espaço para que sua equipe crie com liberdade, a tendência é que isso transforme a equipe num time onde todos estão engajados a se ajudar e a dar ideias! Ambiente propício a amizades Um time unido e caminhando junto faz com que os profissionais se vejam como companheiros e aliados, e não como competidores ou concorrência. Em decorrência, o companheirismo se estende também para a vida pessoal. Retenção de talentos Por fim, quando alinhado com os objetivos da empresa e trabalhando feliz, o funcionário tem mais chances de fazer carreira dentro dela! Para as empresas que visam a humanização é imprescindível que promovam a diversidade, momentos de interação e descontração para a equipe. E, acima de tudo que conheçam seus funcionários. Além, de investirem e valorizarem a busca por conhecimento!  Por Karina Mendes Fontes: Panrotas | Eureca | FIA | Jornal USP | [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

O-vies-inconsciente-no-ambiente-de-trabalho
Gestão de pessoas

Como minimizar o viés inconsciente no ambiente de trabalho

O viés inconsciente no ambiente de trabalho gera impactos Em primeiro lugar, quando você mentaliza um profissional bem sucedido, o que vem em sua mente? Em algum momento da vida, todos nós já tomamos decisões erradas ou por vieses inconscientes no ambiente de trabalho. Sabe aquele pré-julgamento feito pela aparência, gênero, raça, orientação sexual, deficiência, origem, religião, características físicas de outra pessoa? Entretanto, muitos desses pré-conceitos estão enraizados em nossa sociedade. Dessa forma, o viés inconsciente no ambiente de trabalho pode gerar impactos. A Fábrica te explica como! O que é o viés inconsciente De acordo com o professor Antônio Pereira, neurocientista do Rio Grande do Norte, integrante do Projeto Implícito (organização colaborativa sem fins lucrativos que estuda o tema), vieses inconscientes são mecanismos do cérebro humano explicados pela neurociência como resultados da formação e organização cerebral, baseados tanto em nossas experiências e ambientes de vida, quanto em uma herança ancestral e primitiva. Os neurocientistas acreditam que essa formação de estereótipos na cabeça das pessoas é inevitável. Entretanto, ao associarmos um juízo de valor a esse viés inconsciente, muitas vezes são gerados preconceitos e discriminações. Consequentemente, isso traz repercussões negativas em nossas vidas sociais e no ambiente de trabalho. O seu inconsciente determina a maior parte de suas decisões e é capaz de definir até o seu comportamento. Além disso, representa todas as memórias e combinações possíveis entre elas. Também acontecem no inconsciente processos de decisão, registros de traumas e até percepções de mundo que ainda não foram foco de atenção. Segundo o neurocientista indiano S. Ramachandran, sua consciência responde só por 10% do que acontece em seu cérebro (esse conteúdo varia, numa constante migração entre o que fica no consciente e no seu “subterrâneo”). Além disso, o psicólogo Marco Callegaro, afirma em seu livro “O novo inconsciente” que estimativas que medem o processamento de informações em bits apontam o inconsciente como 200 mil vezes mais rápido e potente que o consciente. Conheça os 5 tipos de vieses inconscientes mais comuns Uma das pesquisadoras sobre o tema no Brasil, Regina Madalozzo, aponta os cincos tipos de vieses inconscientes mais frequentes. São eles: Afinidade: Acontece sempre que avaliamos de maneira melhor pessoas que se pareçam conosco, como em questões de gênero, raça, idade, histórias de vida. Percepção: Quando damos força a estereótipos entranhados na sociedade ou cultura em que estamos inseridos. Confirmatório: É quando procuramos informações que confirmem nossas teses iniciais e rejeitamos os pensamentos contrários aos nossos. Efeito de halo/auréola: Tendência a superestimarmos pessoas por virtudes ou características que julgamos positivas, assim que a conhecemos. O que faz com que, logo, ignoremos outros atributos que poderiam ser importantes. Efeito de grupo: Propensão a pensarmos e seguirmos o comportamento da maioria. Os vieses enraizados no ambiente de trabalho Os vieses inconscientes não só impactam os processos de gestão de pessoas, como também impactam e influenciam nas tomadas de decisões. Seja no momento de uma reunião, em que a maioria da mesa é composta por homens, e por muitas vezes, a voz da mulher é diminuída ou silenciada. Ou até mesmo quando, por vezes, a maioria dos cargos de poder nas companhias são ocupados por homens brancos, héteros e com mais de 45 anos. Como minimizar os vieses nas companhias Atualmente são realizados processos seletivos às cegas ou exclusivos para pessoas negras, com deficiência, entre outras minorias, como maneira de inserção e inclusão no mercado de trabalho, o que é de suma importância. Contudo, outra maneira de promover a diversidade, é com a promoção de treinamentos que preguem a igualdade e a comunicação empática entre os colaboradores nas companhias. Por fim, a Fábrica cita algumas maneiras de diminuir esses preconceitos e pré-julgamentos no cotidiano: Identifique os vieses que você pratica. Antes de mais nada, é preciso descobrir quais são os vieses predominantes em sua vida e seus hábitos. Reconheça os seus vieses. Não tenha medo ou vergonha de reconhecer os seus preconceitos. Mude os seus hábitos. Enfim, tente suspender o julgamento inicial. Ao conhecer pessoas novas, dê a elas a chance de se mostrar. E se esforce para entender que somos todos seres humanos com a liberdade de exercermos nossas diferenças. É muito difícil eliminarmos permanentemente os vieses de nossa sociedade. Porém, podemos minimizar esses costumes e dessa forma, tornarmos nossos ambientes de convívio, em lugares em que a diversidade vence o preconceito. Por fim a Fábrica inclusive, tem dois workshops que falam sobre a diversidade e a comunicação não-violenta, que são duas ferramentas cruciais na redução dos vieses. Para saber mais sobre nossos workshops, treinamentos e palestras é só entrar em contato pelo consultoria@fabricadecriatividade.com.br Ahhh, e aproveita para ler o que escrevemos sobre a diversidade e a comunicação não-violenta aqui no blog. Por Karina Mendes Fontes: Blend-edu, Exame, Caputconsultoria, Tab.uol, Linkedin

Um homem e uma mulher discutindo
Gestão de pessoas

Como a Comunicação Não Violenta impacta positivamente uma empresa

Entendendo a Comunicação Não-Violenta Antes de mais nada, você sabe o que significa o termo “comunicação não-violenta”? A Fábrica começa te explicando o conceito dessa cultura. A Comunicação Não-Violenta (CNV) parte do princípio de uma conversa que flui sem agressividade, de maneira clara, leve e honesta. Essa seria a comunicação ideal para qualquer tipo de relação saudável. Contudo, não é algo que aconteça de maneira natural com todo mundo. Em alguns casos é preciso praticar e treinar o modo de falar, ler e responder outras pessoas. Bem como aquela piadinha disfarçada de deboche, aquele momento em que utiliza-se de um tom ríspido com o colega na frente do grupo ou de maneira individual, aquele julgamento ao invés de acolhimento, tudo isso faz parte de algo que está enraizado em nosso ambiente de trabalho. Desde que nascemos somos ensinados a viver no modo de ataque e defesa em nossa comunicação, é como se essa fosse uma maneira de não mostrarmos vulnerabilidade diante de outras pessoas. Porém, pouco nos é mostrado sobre o quanto isso pode afetar nossas relações durante a vida. O surgimento da CNV Marshall B. Rosenberg, psicólogo americano, tinha 9 anos quando precisou ficar trancado em sua casa durante 3 dias, com sua família. O motivo foi um conflito racial acontecido em Detroit que causou a morte de quarenta pessoas. Posteriormente, e não por acaso, na década de 60, Marshall criou o conceito da CNV. Em 1984, o psicólogo fundou uma ONG chamada Centro para Comunicação Não-Violenta, que tem como missão promover essa cultura pelo mundo. Marshall se aprofundou cada vez mais no tema durante a vida e chegou a participar de desenhos de acordos de paz em mais de 60 países, treinando inclusive, mediadores de conflitos. No ano de 1999, lançou o livro “Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”, desde já um best-seller mundial. Introduzindo a empatia em nosso cotidiano De antemão somos agressivos quando fazemos julgamentos, dessa forma praticamos bullying, transferimos nossas culpas, praticamos a discriminação, falamos sem escutar, criticamos outras pessoas ou até nós mesmos, reagimos com raiva e agimos na defensiva. Sobretudo, de que maneira isso pode ser mudado? Existem quatro elementos que devem ser levados em consideração durante um diálogo, seja no momento de falar ou de ouvir. São eles: Observação: Quando passamos para o campo de observação conseguimos entender a situação do outro. Ou seja, não estabeleça pré-julgamentos, e não adote uma postura defensiva. Afinal é preciso ouvir o que o outro tem a dizer e principalmente compreender o que ele quer dizer! Sentimento: Exponha o que sente em relação ao que foi observado e escutado! Isso faz com que a outra pessoa entenda que aquela situação pode causar sentimentos que venham a interferir na maneira de reagir. Necessidades: Nesse momento você apresenta suas necessidades decorrentes dos sentimentos causados pela conversa. Posteriormente, cabem aqui, reflexões como: O que quero com esse diálogo? Eu consegui? Se sim, a que custo? O que preciso? O que eu esperava quando agi dessa maneira? Para conseguir o que queria, prejudiquei minha relação com aquela pessoa? A machuquei de alguma maneira? Pedidos: Por último, chegou o momento de pensar em ações para resolver a situação. E, ao invés de utilizar de frases como: “preciso de mais espaço de fala”, utilizar frases como: “para mim, é importante concluir minha fala antes de ouvir a sua”. Sobretudo, fica claro o pedido e a maneira como ele pode ser atendido. Os benefícios da Comunicação Não-Violenta Quando aplicada no ambiente de trabalho, a comunicação não-violenta é capaz de aumentar e garantir a segurança dos diálogos entre os profissionais. Contudo o que possibilita a aproximação entre colegas de trabalho, líderes e aliados e traz resultados benéficos e importantes para a empresa. Entre os resultados da empatia corporativa estão: Crescimento: As 10 melhores empresas segundo o “Índice de Empatia Global” em 2016, tiveram um aumento em seu valor mais de duas vezes maior que as 10 piores. Produtividade: Empresas empáticas também geraram 50% mais lucro por funcionário que as 10 piores. Receita: As 10 melhores empresas tiveram um aumento de 6% em média na receita, enquanto as 10 piores tiveram uma queda de 9% em média. Além disso, fica claro que vivemos em um momento denominado de “novo normal” onde ser empático está na moda, e que incrível podermos entender que em determinados momentos, a evolução pessoal está ligada ao simples fato de nos comunicarmos de maneira melhor. Por fim, não esqueça, para atingir resultados UAU no CNPJ é preciso primeiro, tornar-se UAU em seu CPF. Comece esse processo ouvindo, entendendo e tendo diálogos saudáveis com o seu colega! Por Karina Mendes Fontes: Spark Gestão, Inovação Sebrae Minas, Blend-edu, Personare

Scroll to Top