Fábrica de Criatividade

Author name: Vinicius Prezado

Business, Consultoria, Gestão de pessoas

O onboarding revolucionando a experiência do colaborador

Entendendo o processo de onboarding do colaborador Para início de conversa, já te explicamos que o onboarding do colaborador representa o processo de integração do novo funcionário em uma empresa.  O mercado vem mudando constantemente e com o passar do tempo notou-se uma necessidade de cuidar do bem mais precioso que uma empresa pode ter: seus funcionários. A ideia de que companhias são potes de ouro e que os contratados estão ali pedindo por uma moeda ficou para trás. Hoje, empresas e colaboradores aliam propósitos! A jornada de experiência do colaborador ainda vai além Além do onboarding, atualmente o processo de jornada de experiência do colaborador conta com o pré-bording e o pós-bording. O pré-bording é a etapa que antecede o onboarding e consiste em tudo aquilo que é preparado de forma estratégica para organizar a chegada de uma ou mais pessoas. O intuito é preparar os elementos que são necessários para que aquelas pessoas possam executar suas funções com qualidade. Além de integrar o colaborador para que ele se desenvolva. Já o pós-bording é a carreira do funcionário dentro da companhia e pode variar de empresa para empresa, mas basicamente se trata da preocupação do empregador com o desenvolvimento do colaborador, desde seu início até mesmo, com a forma que ele será desligado, sendo realizadas até entrevistas para entender os motivos do desligamento. O valor de um onboarding de qualidade Em primeiro lugar, é necessário manter o nível de motivação do funcionário. Além da questão da humanização, de entregar um ambiente leve e agradável para aquela pessoa, o funcionário motivado e feliz terá suas entregas muito mais eficazes. Outro benefício do onboarding, é que quando realizado da maneira correta, garante uma relação muito mais sólida entre o empregador e o colaborador. Isso se dá devido ao alinhamento de princípios e valores, já que o contratado entende a missão da empresa e o seu papel nessa missão. “Não existem bons ventos para um barco a vela sem rumo” já diria nosso fundador e consultor Denilson Shikako parafraseando (Sêneca). O onboarding ainda tem o poder de diminuir o turnover das companhias, devido ao direcionamento correto de expectativas das duas partes. – Turnover é a conta que se faz do número de entradas e saídas de pessoas em uma empresa, ou seja, a rotação de contratados. Daniel Costa, nosso líder de propósitos e pessoas acredita que quando o onboarding é feito de maneira errada, provoca no colaborador um sentimento de não pertencimento. “Quando esse processo não é bem-feito, a empresa não gera sensação de pertencimento aos seus funcionários, não gera conexão entre as pessoas. Isso faz com que as pessoas comecem a sentir já no início que ‘foi jogada em algum lugar’, ela não se sente acolhida por aquele lugar” Daniel Costa Acreditamos em experiências memoráveis e ajudamos nossos clientes nessa missão Na Fábrica, acreditamos em experiências memoráveis, por esse motivo, ajudamos nossos clientes a desenvolverem onboardings digitais totalmente disruptivos e tangíveis. Tudo isso garantindo tanto para o lado do contratante quanto para o contratado o conceito dos 3 E’s: eficiência, eficácia e experiência. Recentemente fomos contratados por uma empresa que precisava avaliar se, depois de adaptado para digital, seu onboarding continuava funcionando com qualidade, acompanhamos então a formação inteira de cerca de cinquenta novos colaboradores desde a sua chegada, até a entrega para operação. Avaliamos todo o processo e paralelamente delegamos a nossa equipe, a função de entrevistar operações de nível global para entendermos quais eram as melhores práticas de onboarding. Após essa primeira pesquisa, realizamos um encontro de ideações e chegamos em 64 ideias de possíveis melhorias para o nosso cliente. Um case de sucesso Entre as primeiras mudanças, mostramos ao nosso contratante que só temos uma oportunidade de gerar boas impressões e que faltava encantamento no primeiro contato.  Entre as dezenas de mudanças propostas, estavam a curto prazo: convites para os novatos, a criação e fornecimento de checklists de desenvolvimento, presença de um “buddy” (parceiro em português) e a utilização de mais ferramentas digitais, como snap camera, teams, kahoot, entre outras. Já a médio e longo prazo, indicamos um manual de boas práticas de quem já passou pela mesma função, microlearning em formato Tik Tok, um site integrador de toda experiência de aprendizado, gamificado, interativo, que transforma a experiência e acelera a curva de aprendizado, entre diversas outras ideias! “É preciso assegurar que os colaboradores entendam suas funções, quais são as expectativas como um todo, e mostrar a cultura e o senso das normas organizacionais. Afinal, a pessoa precisa ver para conseguir entender o que é. Eu uso muito um ditado ‘uma vez sentido verdadeiro é’”, diz nosso líder de propósitos e pessoas. E que tal contratar nosso onboarding? Sua empresa precisa melhorar a forma como recebe seus novos contratados? Que tal conhecer um pouco mais sobre o programa de onboarding da Fábrica…Entre em contato com o nosso time comercial e agende um bate-papo!

Estagiário comemorando
Business, Consultoria, Gestão de pessoas, Inovação

Uma boa experiência de estágio começa pela trilha

Por Karina Mendes  O estagiário de hoje é treinado para virar líder amanhã Durante o período de faculdade é natural os estudantes já pensarem no momento do estágio, afinal, as aulas teóricas são extremamente importantes para o entendimento da profissão, mas é na prática, vivendo a rotina daquilo que se escolheu fazer que se tem certeza de que fez a escolha certa. E, o estagiário de hoje, quando treinado da maneira correta, é o CEO de amanhã! Novas gerações chegando no mercado de trabalho Parece que 2000 foi ainda ontem, mas lamentamos te dizer que duas décadas já se passaram e isso significa que, os nascidos entre o final dos anos 90 e o começo dos anos 2000, ou mais conhecidos como geração Z, estão chegando ao mercado de trabalho. E o que isso significa? Já falamos por aqui que a tecnologia está avançando de forma cada vez mais rápida, consequentemente, o mundo tem acompanhado essas evoluções e o ritmo dessas mudanças. – A pandemia acelerou ainda mais essas adequações! Prova disso, é o mercado de trabalho, que sentiu essas mudanças e começou a transformar alguns velhos hábitos. A maneira que contrata seus colaboradores, é um deles. Hoje em dia, tem empresas que trocam o bom e velho CV por vídeos de apresentação. Quem imaginaria isso um dia? Essas evoluções tem muita influência da geração Z, afinal, estamos falando de uma faixa etária que cresceu em meio a era dos computadores, smartphones e principalmente, das mídias sociais. É sobre uma geração imediatista, que expira mudanças e não se prende ou cria raízes a coisas ou lugares que não a fazem feliz. Benefícios dos times multigeracionais A união entre a geração veterana que possui bagagem de mercado, incluindo conhecimento de mercado e estratégias certeiras, com a vontade de arriscar e transformar tida pelos estagiários é a receita perfeita para empresas visionárias. Além das diversas trocas de conhecimento e vivências entre as gerações, empresas que contam com a diversidade, de maneira geral, em suas equipes, são 11x mais inovadoras e seus colaboradores são até 6x mais criativos, segundo pesquisa realizada pela Accenture. Em entrevista para o podcast da Fábrica, o “Fabricast”, nosso convidado e parceiro Luiz Menezes, que tem apenas 21 anos e já é CEO da sua própria empresa, a Trope, contou um pouco de sua trajetória profissional.  Ele começou com um estágio numa produtora de eventos, onde todas as atrações passavam por sua aprovação. Luiz revelou que seu pensamento moderno fazia total diferença nas tomadas de decisão da empresa. “As pessoas do escritório estavam muito abertas a ouvir a minha opinião. Ainda que eu tivesse pouca idade e não tivesse experiências profissionais anteriores, eles me contrataram por verem força de vontade, por verem meu gás e a vontade de fazer acontecer. Era disso que eles precisavam”, relata Luiz no episódio #2 do Fabricast. Treinando os talentos para o topo Muitas empresas vêem em seus estagiários potenciais talentos, mas acabam não investindo por acreditarem que eles não criarão raízes. Porém, a verdade é que os estagiários só irão embora se não apresentarem evolução. Entretanto, se eles forem criativos e trouxerem retornos positivos podem permanecer numa mesma empresa durante anos. Treinar os estagiários é deixar um legado para eles pro resto da vida. E como prepará-los para os melhores resultados, para que um dia seja feita a passagem de bastão e eles possam até mesmo se tornarem líderes? Com projetos pensados especificamente para eles, isso é muito possível! Sua empresa não sabe como fazer isso? A Fábrica pode ajudar com a nossa Trilha de Estagiários. Dentre a programação da nossa trilha, estão atividades como: estagiários que foram efetivados dando dicas do perfil que os novos estagiários precisam ter para conseguirem uma vaga efetiva; os estagiários tendo um dia como CEO; e também, é possível que eles vivam um dia como operários, conhecendo o dia a dia de outras áreas! Trilha de estagiários eficaz Com as mudanças e evolução das coisas é preciso mudar também a forma como esses estagiários são treinados e capacitados. A Fábrica está apta a transformá-los em profissionais completos! Quer saber mais sobre a nossa Trilha de Estagiários épica que transforma jovens talentos em futuros profissionais de sucesso? É só nos contatar pelo whatsapp disponível aqui no nosso site! Fontes: UniBH | Folha de Londrina | Blog Vee Digital | Economia SC |

Phygital Impressão Digital em Neon
Business, Cases, Informação Rica

O phygital é o futuro da satisfação do consumidor

Será que o phygital é o futuro de tudo? Você, alguma vez, já ouviu falar sobre o termo “phygital”? Não, então aproveite essa leitura porque a Fábrica te contará o que significa esse novo conceito, seus benefícios e a importância que ele terá no cenário dos negócios daqui em diante, já que o phygital é o futuro das coisas. Já começamos te explicando que Phygital é a junção das palavras em inglês physical + digital. Ou seja, o conceito une a experiência física e digital dos consumidores ou usuários, com o intuito de qualificar as suas experiências. Esse ecossistema define a época que estamos vivendo. Cada dia mais a tecnologia toma conta do nosso dia a dia e, com o seu avançar, o mundo mudou, assim como as necessidades do ser humano. Isso se fortaleceu ainda mais, durante a pandemia, onde passamos a viver um cenário mais híbrido. Phygital tomando conta do cotidiano Nos últimos tempos, você se lembra de algum momento em que tenha vivenciado um tipo de compra, interação ou pagamento pelo produto/serviço de maneira não muito tradicional?  Sabe aquela roupa que você provou na loja física e depois comprou pelo site? Ou então aquela conta que você pagou pelo app do banco? Ou até mesmo, sabe aquela festa da empresa que aconteceu on-line, mas que você recebeu os comes e bebes na sua casa? Isso é o mundo moderno, isso é o mundo phygital! A ideia é que as pessoas passem cada vez mais a poder optar pelo canal de preferência, de acordo com a situação em que se encontra. O phygital foi pensado para ser um facilitador, com o intuito de agradar e fidelizar cada vez mais os consumidores. Cases Grandes marcas já vêm investindo no phygital por saberem que esse é o futuro do marketing. Dessa maneira, aperfeiçoam cada vez mais a experiência do cliente, a Amazon é um exemplo. A gigante do varejo tem unidades físicas com a proposta de “pegar e levar”, sem filas na hora de pagar. Funciona assim, o cliente aproxima o celular numa leitora na entrada da loja e ao pegar o produto, ele precisa apenas identificá-lo no aplicativo da empresa. Assim, os produtos são incluídos automaticamente no carrinho e pagos totalmente on-line no final da compra, pelo app. A Amazon já testava essa tecnologia desde 2016, mas apenas lançou ao público em 2018, como “Amazon Go”. A companhia já tinha 26 lojas que funcionavam dessa maneira nos Estados Unidos, em 2021 a marca expandiu o conceito abrindo uma “Amazon Fresh” em Londres. Como exemplo de casos no Brasil, o Itaú é uma marca que também tem apostado no Phygital. O banco que, ainda opera com agências, têm dado cada vez mais possibilidades e opções para que os usuários resolvam suas pendências pelo app. Desde pagamento de boletos à depósito de cheques, pedidos de empréstimo e financiamentos. O Itaú chegou até a investir em publicidade, apresentando o phygital da marca ao público com um comercial de tv. Como integrar o conceito ao seu negócio Aposte na comunicação com o seu cliente. É preciso que o relacionamento com o cliente use a mesma linguagem tanto no atendimento físico, quanto digital. Nenhum usuário quer ser bem tratado na internet, onde a marca fica mais exposta, mas ter um atendimento frio e independente no ambiente físico. Invista em ações que unam o online e offline. Afinal, é sobre isso que se trata o phygital, na união desses dois mundos. Pense na sua persona e use a criatividade e o planejamento para descobrir de qual forma poderia agradar seus clientes. Exemplo simples: se você tem uma loja de doces, faça um ambiente instagramável ou utilize o QR Code para apresentar o cardápio. Ofereça experiências UAU. Os detalhes é que fazem a diferença! Pense naquilo que ninguém nunca pensou antes no seu ramo. As pessoas não compram produtos, elas compram sensações e experiências vividas… Se esforce para se destacar dos seus concorrentes. União do mundo físico e digital, a Fábrica causa A Fábrica é especialista em causar com criatividade e ferramentas para que você saia do tradicional. Se sua empresa está precisando de novas alternativas para conquistar seus clientes, é só nos chamar no ícone do whatsapp. Nós somos movidos a desafios! Fontes: Nerd Web | Zapt Tech | Penze

homem Negro palestrando e um homem branco na plateia levantando a mão para perguntar algo
Business, Diversidade, Inovação

Perdeu o CBTD 2021? A Fábrica te conta os melhores momentos!

O CBTD 2021 Com o tema “Felicidade: Prazer em desenvolver”, o Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD) aconteceu entre os dias 23 e 25 de Junho. O evento promovido pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) teve nesse ano, uma versão totalmente online. O CBTD 2021 aconteceu por meio de uma plataforma que possibilitava aos participantes transmissões ao vivo e palestras gravadas. Com o intuito de abordar a humanização, interatividade, acolhimento e qualidade de conteúdo o congresso foi dividido entre: Capital humano; Planejamento e Avaliação de Programas de Treinamento; Metodologias e Processos de Aprendizagem e Desenvolvimento de Liderança. Abertura do Congresso A programação teve como abertura a presença ilustre, da Monja Coen, que começou tocando a trilha dos Jetsons e em seguida fez um exercício de respiração. A Monja ainda nos lembrou da importância de aceitarmos quem somos, de nos autoconhecermos e de termos um propósito, para uma vida mais feliz. Coen ainda destacou a importância dos encontros para a troca de ideias e conhecimento, além de falar sobre o acolhimento a outras pessoas. Por fim, a Monja deixou uma frase bem conhecida, “Um erro só é um erro quando não aprendemos nada com ele”, da Walt Disney. Os melhores momentos do primeiro dia Após essa abertura incrível no primeiro dia de evento, pudemos acompanhar salas ao vivo com temas como mundo phygital, novo conceito que une o mundo físico e digital simultaneamente, debatendo o mindset digital, a importância das empresas se reinventarem para não perderem mercado, e o papel da tecnologia no mundo de hoje. Ainda sobre o mundo online, vimos que 80% do conteúdo que as empresas precisam já existem na própria empresa ou na internet. E ainda foi destacada a necessidade de as empresas manterem a atenção redobrada com o mundo digital. O evento ainda nos entregou a receita de uma curadoria de conteúdo de qualidade e a importância do microlearning; brainstorm para melhorar o engajamento de equipes no mundo remoto. E, foi possível entender como juntos, o marketing e o treinamento e desenvolvimento podem gerar resultados! O segundo dia de congresso No segundo dia, entre os trending topics estavam as novidades do mundo FANI, que traz para pauta um mundo cada vez mais caótico, onde a maioria das pessoas está fadigada, o que afeta diretamente a criatividade. Para reverter essa situação é preciso criar identidade, ter um ambiente externo autêntico, mas principalmente, um ambiente interno de segurança para criar e ser criativo. O cérebro é preditivo e toma decisões através de nossas experiências. É preciso nos reconectarmos com pessoas e grupos. O dia 2 do CBTD mostrou também a neurociência aplicada através do storytelling, nos ensinando que não é preciso um filme para nos emocionarmos, que curtas histórias bem desenhadas, também são capazes disso. E, que, mais poderosa que uma história bem desenhada, é uma história que vira música, a música é uma poderosa transmissora de informação. O encerramento do CBTD 2021 Para encerrar (ou não) o congresso de 2021, o assunto de destaque foi liderança e autonomia de equipe. O que aprendemos? Que líder bom é aquele que se torna dispensável o mais rápido possível. Porque isso mostra que ele formou uma equipe com liberdade para criar. Para isso, ele precisa “tocar a música” para seu colaborador “dançar”. O líder dá o tom e com o tom a equipe consegue dançar a música que a empresa precisa! No último dia ainda foi possível acompanhar palestras simultâneas que foram de temas como: facilitar conversas diversas nas empresas, gamificação e analytics; E para fechar de maneira ilustre, vimos um encerramento de arrepiar que ficou por conta de Murilo Gun e a banda Reverb que mostraram que as pessoas não podem se levar tão a sério, quando adultos vamos perdendo a essência das brincadeiras! Por fim, Murilo destacou a missão imprescindível dos profissionais de RH, que tem a função de criar um ambiente leve e com amor, porque o amor contamina! E acaba por aí, Fábrica? E se a gente te disser que não acaba por aí… Todo esse conteúdo incrível que rolou ao vivo e maisssss 180 atividades gravadas, ficarão disponíveis na plataforma até o dia 31 de dezembro de 2021. Ou seja, SEIS meses para que você tenha tempo de acompanhar tudo! E, adivinha quem está por lá? Se você pensou na Fábrica de Criatividade, acertou! Com duas palestras disponíveis, causamos conhecimento no CBTD falando sobre Mindset Digital e 8 algoritmos para inovar através da tecnologia com o mago da criatividade, Denilson Shikako… … E, ainda falamos sobre um dos assuntos mais pautados dos últimos tempos, Diversidade e a construção de uma liderança consciente, com apresentação da musa da diversidade Pâm Stracke e do nosso CEO, sócio & consultor Matheus Cardoso! Se ainda não se inscreveu na CBTD 2021, mas adorou o tema, que tal ler um pouco sobre “Como A Diversidade No Ambiente De Trabalho Potencializa Resultados” !

Onboarding
Gestão de pessoas, Inovação

Onboarding, colocando o time pra jogo

Ok Fábrica, mas o que é onboarding? A palavra onboarding vêm do inglês e significa “embarcar”, também conhecida como solicitação organizacional. Afinal, o que é “onboarding”? O termo surgiu em 1970 e representa o processo de integração do novo funcionário em uma empresa. O intuito é que ele se adapte e entenda as diretrizes da organização com mais facilidade, ou seja, é um manual de capacitação! Qual a sua importância? Os líderes das empresas sabem o quão desafiador é encontrar profissionais que sejam ideais para as vagas oferecidas, mais difícil ainda é integrá-los em sua cultura organizacional. É quase um casamento, né? Porém, essa relação pode dar muito certo quando baseada em uma capacitação de qualidade! Segundo pesquisa realizada pela Society for Human Resource Management (SHRM), as organizações que promovem processos de integração de maneira estruturada chegam a ter 62% mais de produtividade. O estudo ainda mostra que, o índice de permanência do funcionário capacitado por onboarding é 50% melhor. Ou seja, quando o colaborador se sente realmente inserido em seu trabalho, as chances de ele permanecer na empresa contratante, aumentam! De acordo com o que acredita a Dra. Talya Bauer da Fundação SHRM um processo de onboarding de qualidade precisa de quatro elementos os quais ela denominou de Quatro C’s: Compliance, Clarification, Culture e Connections. Traduzidos para o português como conformidade, esclarecimento, cultura e conexão. O que são os 4 C’s Conformidade: quando as regras e regulamentos ligados às políticas básicas da empresa são ensinadas aos funcionários. Esclarecimento: garantir que o colaborador tenha entendimento de suas atividades de trabalho e expectativas geradas em torno delas. Cultura: deixar claro aos profissionais contratados às normas organizacionais – tanto formais, quanto informais. Conexão: é sobre as relações interpessoais e rede de informações que os colaboradores devem construir. Dessa forma, o departamento de recursos humanos tem papel fundamental nesse processo. Afinal, são eles que desenvolvem os procedimentos para integrar e engajar os profissionais na equipe . Cases de sucesso LinkedIn A empresa tem um ritual para que seus novos funcionários tenham um primeiro dia de trabalho especial. Ao chegar na organização, o novato recebe um kit de boas-vindas com caderno, itens específicos de acordo com a área de atuação, bem como, uma cópia do livro “Comece por você”, escrito pelo fundador da empresa, Reid Hoffman. Assim, a recepção ainda conta com a decoração da mesa do profissional, que tem cartões que dizem You’re [In], que no português quer dizer “você está dentro”, a frase brinca com o logo da rede empresa. Facebook No Facebook, os recém-chegados passam por treinamentos de seis semanas, para entender seu papel na empresa e a cultura organizacional dela. Dessa forma, o onboarding da companhia visa promover a integração de forma mais rápida e produtiva. Apple A companhia surpreende seus colaboradores os presenteando com nada menos do que um iMac que ele pode configurar da maneira que preferir, juntamente com uma camiseta que contém o ano de iniciação da sua carreira dentro da empresa. Google Famosa por ser uma das melhores empresas para se trabalhar, o Google também utiliza o onboarding. O funcionário é recebido, por exemplo, por pequenos grupos de colaboradores. Em alguns casos, eles também recebem um chapéu colorido, com uma hélice e a palavra “Nogger” – junção das palavras new e googler) bordada. O intuito é que o momento seja aconchegante e descontraído, para que os novatos se sintam acolhidos. Os benefícios do processo de integração Motivação. Ao passo que, a empresa valoriza o processo de seu funcionário desde o princípio, se preocupando até mesmo com a sua recepção, consequentemente, aquela pessoa se sentirá muito mais motivada a realizar suas atividades. Integração. O onboarding tem como uma de suas características promover eventos sociais para a integração da equipe. Um time unido potencializa resultados, afinal, uma boa equipe vale muito mais do que talentos isolados. Retenção de talentos. Quando o profissional se sente integrado, seguro para desenvolver seu trabalho e acima de tudo, quando ele entende e se enquadra rapidamente ao funcionamento da empresa, isso diminui a chance de ele sair da companhia antes mesmo de mostrar seus talentos e habilidades. Redução de rotatividade. Conforme o item acima, quando a empresa retém talentos, ela aumenta o tempo de permanência daquele profissional. O que traz vantagens tanto na parte do financeiro pelas taxas de turnover, quanto na credibilidade, afinal, as pessoas não se sentem seguras em organizações com alta rotatividade. Capacitação. Por último, mas não menos importante, ao contrário, de suma importância. A capacitação prepara e adapta a curto prazo, diminuindo os erros futuros e garantindo bons resultados para a companhia. Se você gostou desse conteúdo pode se surpreender ainda mais com nossos workshops e treinamentos totalmente preparados para capacitar e potencializar os talentos da sua equipe! Por Karina Mendes Fontes: Neil Patel | Jhome | RunRun | Senior | Xerpa | Impulse

A Humanização Se Aliando aos Resulltados
Business, Gestão de pessoas

A humanização se aliando aos resultados

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text] Ambiente de trabalho humanizado A gestão humanizada é o alinhamento entre os objetivos da empresa com a satisfação e a felicidade pessoal do colaborador, juntamente com a harmonia do ambiente que tende a ficar mais leve com esse processo. O intuito é a construção de relações em que todos ganham! O capital humano é essencial para que qualquer negócio rode. Por isso, o gerenciamento de pessoas é fundamental e não pode ser deixado de lado! A humanização empresarial preza pela empatia, alegria, afeto, entre outros elementos que até então, não eram vistos como prioridades. É como se antigamente, as pessoas fossem vistas como máquinas. Atualmente, com essa mudança no cenário, é notado que existem seres humanos por trás de cada um dos funcionários. As empresas que apostam na humanização veem a importância de criar laços e conexões com pessoas, afinal ao passo que o funcionário se sente não apenas número, mas parte de uma engrenagem, ele retribuirá isso com satisfação e produtividade. Segundo o artigo “Empresa Humanizada: a organização necessária e possível” de Sylvia Constant Vergara e Paulo Durval Branco: “Entende por empresa humanizada aquela que, voltada para seus funcionários e/ou para o ambiente, agrega outros valores que não somente a maximização do retorno para os acionistas”, afirma o artigo. A Fábrica está passando pelo processo de humanização Muitas companhias já vêm apostando nesse tipo de relacionamento e isso se dá pelo fato de se inspirarem nas startups que, nas últimas décadas, trouxeram para o mercado, modelos de negócios mais flexíveis e focados na qualidade de vida de seus colaboradores. Com isso, cresceram as ideias de inserção de atividades lúdicas no ambiente de trabalho, como videogames, pebolim, mesa de sinuca, salas de relaxamento e até mesmo o incentivo para que sejam levados animais de estimação para os espaços de trabalho. Na Fábrica, por exemplo, todas as nossas reuniões gerais que ocorrem semanalmente, nesse momento online, começam com jogos para que haja um momento de descontração e depois possamos focar nas pautas mais densas. Temos também, o momento de highlight para que os colaboradores troquem experiências positivas que tenham ocorrido durante a sua semana pessoal e profissional! Outra ação que implantamos por aqui, e que tem se tornado comum nas empresas é a introdução da figura de um psicólogo para que os funcionários tenham apoio profissional em momentos que julgarem necessário. Empresas humanizadas agradam clientes e colaboradores De acordo com uma pesquisa realizada pela USP de São Carlos com 1.115 empresas (900 mil avaliações de consumidores e 136 mil avaliações de colaboradores), os resultados são positivos para as empresas que tratam a humanização como prioridade. “Empresas humanizadas agradam mais a clientes e colaboradores: há uma satisfação 240% superior por parte dos clientes, e níveis 225% maiores de bem-estar entre os colaboradores. Em um período de 4 a 16 anos, elas alcançam mais que o dobro de rentabilidade financeira em comparação à média das 500 maiores empresas do País”, revela a pesquisa. O estudo ainda destaca a importância de o funcionário ter voz e poder de decisão. “Companhias humanizadas procuram envolver os colaboradores nas tomadas de decisões e entregam salários e benefícios justos. A moeda de troca, de acordo com o estudo, é maior produtividade e satisfação entre membros e clientes”, segundo a USP de São Carlos. Os benefícios da humanização corporativa Funcionários produtivos Quando o empregador entende as necessidades de seus funcionários, ele passa a criar estratégias para que, os profissionais transformem suas expectativas em produtividade! Quando a equipe tem espaço para equilibrar o pessoal e o profissional, sem dúvidas, trabalhará muito mais motivada. Como resultado de um trabalhador feliz, temos uma empresa com resultados potencializados. Equipe colaborativa Quando o líder dá espaço para que sua equipe crie com liberdade, a tendência é que isso transforme a equipe num time onde todos estão engajados a se ajudar e a dar ideias! Ambiente propício a amizades Um time unido e caminhando junto faz com que os profissionais se vejam como companheiros e aliados, e não como competidores ou concorrência. Em decorrência, o companheirismo se estende também para a vida pessoal. Retenção de talentos Por fim, quando alinhado com os objetivos da empresa e trabalhando feliz, o funcionário tem mais chances de fazer carreira dentro dela! Para as empresas que visam a humanização é imprescindível que promovam a diversidade, momentos de interação e descontração para a equipe. E, acima de tudo que conheçam seus funcionários. Além, de investirem e valorizarem a busca por conhecimento!  Por Karina Mendes Fontes: Panrotas | Eureca | FIA | Jornal USP | [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Rosto de Mulher com Efeito Colorido
Informação Rica

Evitar a infoxicação em meio a era digital: será que é possível?

Como evitar a infoxicação em meio a era digital e a grande quantidade de informações recebidas Será que é possível evitar a infoxicação em meio a era digital, onde nós somos bombardeados por enxurradas de informações todos os dias? Em pleno século XXI, as notícias de todo o mundo chegam em tempo real em nossos navegadores o tempo todo! Nas redes sociais, constantemente, as pessoas estão compartilhando suas vidas pessoais e opiniões referentes aos mais diversos assuntos. Na internet, temos acesso há milhares de horas de vídeos informativos, educacionais e sobre entretenimento. No rádio e na tv mais notícias quentinhas sobre as atualidades. Afinal, será que estamos preparados psicologicamente para receber tantos conteúdos diariamente? A infoxicação O termo Infoxicação é a junção das palavras informação e intoxicação, ele foi criado pelo físico espanhol Alfons Cornellá, em 1996. Nesse sentido, a intoxicação acontece quando consumimos conteúdos de maneira excessiva. Contudo, já na década de 90 a quantidade alta de informações recebidas de diferentes meios, preocupava o físico. Atualmente, em meio a uma pandemia mundial, vivendo a era digital, e com cada vez mais facilidade no acesso às notícias, conteúdos e informações, o ser humano corre o risco de sofrer impactos dada essa situação, nesse sentido a infoxicação pode causar medo, angústia e, até mesmo, depressão e ansiedade. Segundo estudo realizado pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os principais sintomas da infoxicação são: Hiperconectividade: Vontade de estar sempre conectado com os meios digitais.              Dispersão: Quando rapidamente perde-se o foco na leitura de notícias Dificuldade em se concentrar: Ter dificuldade para se concentrar, seja no trabalho, em casa ou nos estudos. Aumento da ansiedade: Batimentos cardíacos acelerados, tremedeira, falta de ar e insônia são alguns dos sintomas. Stress excessivo: Se irritar com pequenas coisas e com isso, sentir cansaço, tensão muscular e dores de cabeça. Síndrome da fadiga informativa: Extremo cansaço ao realizar qualquer função Quantidades de dados disponíveis na internet Eventualmente, a cada ano que passa, temos batido mais e mais recordes de dados disponibilizados na internet. São infinitos portais de notícias, blogs, vídeos e redes sociais que enchem nossos navegadores e ocupam boa parte da nossa atenção. Mas, não demora muito tempo e eles logo ficam ultrapassados. Assim, outros recursos e ferramentas surgem, num looping sem fim. Se você assistiu o documentário “Dilema das Redes”, na Netflix, é provável que tenha se assustado com os bastidores de plataformas como Instagram, Google, YouTube e Facebook. As mídias digitais ocupam cada vez mais horas do nosso dia. Para se ter ideia de como funciona o mundo moderno, o volume de dados produzido entre 2014 e 2016 foi maior do que a quantidade criada ao longo de TODA A HISTÓRIA DA HUMANIDADE. Parece loucura, porém, isso é o mundo moderno. O Google sozinho faz 3,5 bilhões de buscas por dia. Se uma única pessoa assistisse a todos os vídeos vinculados ao YouTube diariamente, sobretudo ela levaria nada menos que 2.739.726 anos para cumprir essa tarefa. Sim, é verdade esse bilhete! Em 2016 a expectativa do tráfego total de dados da internet é que ele superasse pela primeira vez a marca de um zettabyt (um sextilhão de bytes). Para este ano, o esperado é que ele esse número seja aproximadamente de 19,5 ZB. É humanamente impossível que absolvamos essa quantidade infinita de conteúdos, mas o “pouco” volume que temos recebido em nosso cotidiano já é o suficiente para nos afetar psicologicamente. Como evitar a infoxicação Procure identificar suas prioridades, selecionando apenas os assuntos que te acrescentarão em algo, além disso filtre aquilo que não precisa ser consumido ou que pode ser consumido em outro momento. Descarte o que não te agrega valor, se passou por um post ou e-mail que não agregam em nada na sua vida, não tenha medo de deletar ou dar unfollow. Em suma, Valorize seu tempo definindo quantas horas por dia você quer ou pode dedicar para consumir conteúdos online. Faça uma curadoria do que você vem consumindo nas mídias, ou seja, separando as fontes de informações que mais confia e agreguem valor ao seu conhecimento. Obter conhecimento nunca é demais, porém, é preciso que haja filtro dos conteúdos que consumimos. Sendo necessário diferenciar o ler do entender. “O importante é a pessoa determinar que fontes quer ter e quer ler. Sendo cada vez mais relevante ler menos e ler com mais profundidade. Entretanto, é possível ver que sendo infoxicado, quando não se tem tempo de entender o que está lendo”, afirma Cornellá. Por fim, a Fábrica te dá 5 dicas para sair da infoxicação: 1. Brincar com crianças. Usar a imaginação te ajuda a relaxar e pensar fora da caixa. 2. Brincar com animais. Interagir e observar animais aumenta a concentração e te mostra um mundo além do seu. 3. Experimente cozinhar. Fazer uma receita nova trabalha áreas diferentes do cérebro e estimula a criatividade sensorial. 4. Faça atividades sem finalidade. Assista um filme ou série com temas leves e descontraídos, vá a museus, parques e lugares onde possa se desconectar por um tempo. 5. Desconecte-se. A princípio vida online pode ser divertida e produtiva, entretanto é imprescindível aproveitar mais alguns momentos e desconectar-se, ficando totalmente offiline de vez enquanto. A Fábrica ainda te lembra, em suma, que a infoxicação atrapalha inclusive, o seu processo de criatividade. O excesso de conteúdo pode passar de informação para o bloqueio criativo, diante de tanto conteúdo. Então, bora cuidar da nossa saúde mental! Por Karina Mendes Fontes: Meu Positivo, Cuidai, Diario da Saúde, Calebedesign

Mesa com brainstorm de ideias e pessoas desenvolvendo a criatividade em torno
Inovação

Como desenvolver as suas ideias criativas e transformá-las em dinheiro

Sim, é possível desenvolver as suas ideias e transformá-las em dinheiro A princípio quando falamos de desenvolver as nossas ideias criativas com quem não tem muita familiaridade com este assunto, logo vem aquele questionamento sobre criatividade ser um dom. E a Fábrica está aqui para te dizer que NÃO, criatividade não é dom! E, sim, é possível transformar essa ferramenta em dinheiro! Como? A gente te explica nesse texto! A criatividade é o caminho do AGORA Segundo uma pesquisa da IBM, com mais de 1.500 diretores executivos, a criatividade foi classificada como fator número um para o futuro sucesso dos negócios, acima até mesmo, da disciplina gerencial. Por outro lado isso se deve ao fato de que o mercado fica cada vez mais competitivo, tornando o diferencial, instrumento essencial. Juntamente, com as mudanças constantes das indústrias, as metas e prioridades dos negócios também precisam mudar. Em 2019 na 74ª sessão da Assembleia Geral da ONU, protagonizada pela Indonésia e apoiada por 81 países, foi declarado que 2021 seria o Ano Internacional da Economia Criativa para o Desenvolvimento Sustentável. Segundo pesquisa do Banco Interamericano, se a economia criativa fosse um país teria o quinto maior PIB, de 4,3 bilhões de dólares (maior que o PIB da Alemanha). Ao passo que esse setor movimenta cerca de 144 milhões de profissionais no mundo. Dessa forma em meio crise e pandemia ,a economia criativa conseguiu se reinventar e só cresceu. A princípio como resultados esperados desse movimento estão o aumento da consciência, a promoção da cooperação do trabalho em rede, incentivo ao compartilhamento de melhores práticas e experiências, aprimoração da capacidade dos recursos humanos, promoção de um ambiente favorável em todos os níveis e o enfrentamento aos desafios da economia criativa. A Fábrica de Criatividade, a Universal Studios, a Disney e o Cirque du Soleil são alguns exemplos de renda direta pela indústria criativa. O poder e o desenvolver de uma mente criativa De acordo com o que já dizia Albert Einstein: “Criatividade é a inteligência se divertindo”. E, uma mente que se diverte é capaz de inspirar tendências, gerar soluções e inovações, resolver problemas, estimular a coragem e a ousadia, promover diferencial competitivo, facilitar a comunicação, favorecer o crescimento pessoal e profissional, fomentar a diversidade e superar limites. Dessa forma, a Fábrica te dá 5 dicas para transbordar a sua caixa: Primeiramente, cuide da sua saúde. Alimentação equilibrada, sono em dia e uma vida mais saudável são os primeiros passos para uma mente e cérebro mais ativos e criativos. Portanto assista mais filmes, séries, leia livros e visite lugares diferentes. Sempre que praticamos essas atividades simples, acabamos abastecendo nossas mentes de ideias. Nós somos capazes de absorver muitas informações só de observar. Em síntese converse com outras pessoas. A troca de conhecimento é sem dúvidas, uma das ferramentas mais ricas. Seja com um familiar, amigo ou até mesmo colega de trabalho, numa conversa podemos encontrar o caminho para a resolução de um problema. Dessa forma encontre o seu ambiente ideal. Um local organizado, com decoração e uma música que te agradem pode ser o que falta pra você conseguir colocar suas ideias no papel. Quando nos sentimos confortáveis num ambiente, logo, nos sentimos mais à vontade para criar. Ócio criativo. Por vezes, os bloqueios criativos são comuns e fazem parte do processo. Porém, são sinal de alerta! É hora de respirar e parar pra poder voltar a pensar e planejar. Meditação, trabalhos manuais, desenhos e a realização de coisas sem objetivo específico podem ajudar nesse momento. Por fim, quando esgotar esses cinco passos, tente ler mais. Faça algo pela primeira vez, mais vezes. Realize brainstorms, seja sozinho ou em grupo, explore o maior número de ideias, não imponha regras, todas as ideias são válidas. Faça algo inédito, é preciso sair do comum para desenvolver as nossas ideias criativas. A Fábrica tem domínio para te ajudar nesse processo Portanto, se você quer alcançar resultados de sucesso em seu CNPJ, a partir da criatividade, a Fábrica oferece soluções de inovação e consultoria para qualquer tipo de negócio. Do mesmo modo, se quiser resultados em seu CPF, podemos te trazer respostas através do nosso curso online, o Clube da Criatividade. Já atendemos empresas como Facebook, Nestlé, Disney, Honda, Senac, Elanco, Bayer, Itaú, Extra, Coca-cola, entre muitas outras. Ainda oferecemos diversos outros serviços, como o CAAS, primeiro plano de assinatura de uma consultoria de criatividade e inovação. Bem como, realizamos treinamentos, workshops, desenvolvemos jogos, tudo isso pautado em um acrônimo criado pela Fábrica, o CADE A FOCA PIMBA, composto por 14 ferramentas criativas incríveis. Conheça mais nos chamando em nossas redes sociais ou nos consultando através do consultoria@fabricadecriatividade.com.br Por Karina Mendes Fontes: Ideia Clara, Metodo Supera, Na Prática, Cristiane Thiel, Pucrs

O-vies-inconsciente-no-ambiente-de-trabalho
Gestão de pessoas

Como minimizar o viés inconsciente no ambiente de trabalho

O viés inconsciente no ambiente de trabalho gera impactos Em primeiro lugar, quando você mentaliza um profissional bem sucedido, o que vem em sua mente? Em algum momento da vida, todos nós já tomamos decisões erradas ou por vieses inconscientes no ambiente de trabalho. Sabe aquele pré-julgamento feito pela aparência, gênero, raça, orientação sexual, deficiência, origem, religião, características físicas de outra pessoa? Entretanto, muitos desses pré-conceitos estão enraizados em nossa sociedade. Dessa forma, o viés inconsciente no ambiente de trabalho pode gerar impactos. A Fábrica te explica como! O que é o viés inconsciente De acordo com o professor Antônio Pereira, neurocientista do Rio Grande do Norte, integrante do Projeto Implícito (organização colaborativa sem fins lucrativos que estuda o tema), vieses inconscientes são mecanismos do cérebro humano explicados pela neurociência como resultados da formação e organização cerebral, baseados tanto em nossas experiências e ambientes de vida, quanto em uma herança ancestral e primitiva. Os neurocientistas acreditam que essa formação de estereótipos na cabeça das pessoas é inevitável. Entretanto, ao associarmos um juízo de valor a esse viés inconsciente, muitas vezes são gerados preconceitos e discriminações. Consequentemente, isso traz repercussões negativas em nossas vidas sociais e no ambiente de trabalho. O seu inconsciente determina a maior parte de suas decisões e é capaz de definir até o seu comportamento. Além disso, representa todas as memórias e combinações possíveis entre elas. Também acontecem no inconsciente processos de decisão, registros de traumas e até percepções de mundo que ainda não foram foco de atenção. Segundo o neurocientista indiano S. Ramachandran, sua consciência responde só por 10% do que acontece em seu cérebro (esse conteúdo varia, numa constante migração entre o que fica no consciente e no seu “subterrâneo”). Além disso, o psicólogo Marco Callegaro, afirma em seu livro “O novo inconsciente” que estimativas que medem o processamento de informações em bits apontam o inconsciente como 200 mil vezes mais rápido e potente que o consciente. Conheça os 5 tipos de vieses inconscientes mais comuns Uma das pesquisadoras sobre o tema no Brasil, Regina Madalozzo, aponta os cincos tipos de vieses inconscientes mais frequentes. São eles: Afinidade: Acontece sempre que avaliamos de maneira melhor pessoas que se pareçam conosco, como em questões de gênero, raça, idade, histórias de vida. Percepção: Quando damos força a estereótipos entranhados na sociedade ou cultura em que estamos inseridos. Confirmatório: É quando procuramos informações que confirmem nossas teses iniciais e rejeitamos os pensamentos contrários aos nossos. Efeito de halo/auréola: Tendência a superestimarmos pessoas por virtudes ou características que julgamos positivas, assim que a conhecemos. O que faz com que, logo, ignoremos outros atributos que poderiam ser importantes. Efeito de grupo: Propensão a pensarmos e seguirmos o comportamento da maioria. Os vieses enraizados no ambiente de trabalho Os vieses inconscientes não só impactam os processos de gestão de pessoas, como também impactam e influenciam nas tomadas de decisões. Seja no momento de uma reunião, em que a maioria da mesa é composta por homens, e por muitas vezes, a voz da mulher é diminuída ou silenciada. Ou até mesmo quando, por vezes, a maioria dos cargos de poder nas companhias são ocupados por homens brancos, héteros e com mais de 45 anos. Como minimizar os vieses nas companhias Atualmente são realizados processos seletivos às cegas ou exclusivos para pessoas negras, com deficiência, entre outras minorias, como maneira de inserção e inclusão no mercado de trabalho, o que é de suma importância. Contudo, outra maneira de promover a diversidade, é com a promoção de treinamentos que preguem a igualdade e a comunicação empática entre os colaboradores nas companhias. Por fim, a Fábrica cita algumas maneiras de diminuir esses preconceitos e pré-julgamentos no cotidiano: Identifique os vieses que você pratica. Antes de mais nada, é preciso descobrir quais são os vieses predominantes em sua vida e seus hábitos. Reconheça os seus vieses. Não tenha medo ou vergonha de reconhecer os seus preconceitos. Mude os seus hábitos. Enfim, tente suspender o julgamento inicial. Ao conhecer pessoas novas, dê a elas a chance de se mostrar. E se esforce para entender que somos todos seres humanos com a liberdade de exercermos nossas diferenças. É muito difícil eliminarmos permanentemente os vieses de nossa sociedade. Porém, podemos minimizar esses costumes e dessa forma, tornarmos nossos ambientes de convívio, em lugares em que a diversidade vence o preconceito. Por fim a Fábrica inclusive, tem dois workshops que falam sobre a diversidade e a comunicação não-violenta, que são duas ferramentas cruciais na redução dos vieses. Para saber mais sobre nossos workshops, treinamentos e palestras é só entrar em contato pelo consultoria@fabricadecriatividade.com.br Ahhh, e aproveita para ler o que escrevemos sobre a diversidade e a comunicação não-violenta aqui no blog. Por Karina Mendes Fontes: Blend-edu, Exame, Caputconsultoria, Tab.uol, Linkedin

4 pessoas em ambiente de trabalho vendo um caderno e sorrindo
Diversidade

Como a diversidade no ambiente de trabalho potencializa resultados

As trocas e benefícios da diversidade no ambiente de trabalho Antes de tudo, começamos lembrando que a diversidade no ambiente de trabalho além de ensinar sobre nós mesmos e sobre o outro, permite trocas valiosas de conhecimento e vivências. Bem como, é capaz de impulsionar de muitas maneiras os resultados de uma equipe. Quando as organizações abrem as portas para pessoas de diferentes idades, raças, nacionalidades, posições sociais, orientações sexuais e mobilidades, elas mostram não apenas estarem cumprindo seus papéis quanto às responsabilidades sociais, mas também estarem ligadas de que o caminho da inovação está nas diferenças. As companhias que optam por valorizar a pluralidade, definitivamente, decidem por acolher colaboradores em suas mais demasiadas diferenças, apoiando a inclusão e acima de tudo, a tolerância. A diversidade no ambiente de trabalho virou legislação Como resultado de uma luta por igualdade, em julho de 1991, uma vitória: foi constituída a Lei nº 8.213, conhecida como Lei de Cotas. Essa lei obriga, primordialmente, empresas com mais de cem funcionários a preencher de 2% a 5% de suas vagas do quadro de funcionários com reabilitados ou pessoas com deficiência (PCD) . Porém, é fato que a diversidade vai muito além. Dados importantes sobre a diversidade nas empresas Em primeiro lugar, já te contamos que uma pesquisa da McKinsey aponta que empresas que investem na diversidade lucram até 33% mais. Além disso, segundo a Accenture, a pluralidade é uma forte aliada da inovação, já que, organizações inclusivas são 11 vezes mais inovadoras e seus colaboradores são 6 vezes mais criativos do que os dos concorrentes. Contudo, nem todos os números ainda representam o mundo ideal que gostaríamos. De acordo com pesquisa do Instituto Ethos², realizada com as 500 maiores empresas do país, apenas 4,7% das pessoas pardas e negras ocupam cargos executivos. No caso de mulheres negras esse número cai para 0,4%. Além disso, estudo da Revista HSM Management aponta que 3,29% das companhias, o que representa quase um terço das empresas, não contratam nenhuma pessoa com deficiência. Os dados mostram como ainda é forte o preconceito e como é grande a falta de oportunidades para esse grupo de profissionais. Do mesmo modo que, mulheres só representam 13% das vagas de liderança, conforme pesquisa do Instituto Ethos². Em contrapartida, estudo aponta que mulheres em cargos de poder podem trazer desempenho financeiro 21% superior aos negócios. Em suma, uma pesquisa feita com 230 profissionais LGBTQIA+, de diferentes lugares e idades do Brasil mostra que 41% das pessoas desse grupo afirmam ter sofrido discriminação por sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. Outro dado importante apurado é que 33% das empresas não contratariam pessoas LGBTQIA+ para cargos de liderança. Os benefícios da diversidade nas companhias  Aumento da criatividade organizacional A princípio, as companhias que valorizam as diferenças, criam em suas equipes liberdade para serem autênticas. Essa autenticidade influencia a originalidade de seus trabalhos. Quanto mais diversificado o time, maior será o número de ideias apresentadas pelos colaboradores. Logo, as chances de a organização ter bons resultados aumenta. Inovação         Estudo da revista Forbes mostra que a diversidade no ambiente de trabalho é um dos principais impulsionadores de um ambiente inovador. Conforme a pesquisa, uma força de trabalho diversificada e inclusiva é essencial para as companhias que desejam atrair os melhores talentos. Redução de conflitos Num ambiente propício às diferenças, as equipes tendem a ter mais facilidade para lidar com divergências na rotina de trabalho. Dessa forma, opiniões distintas não viram atritos, pelo contrário, em alguns casos se tornam pautas de debates saudáveis. Desenvolvimento em primeiro lugar Idade, identidade de gênero, nacionalidade, etnia e deficiência, são questões secundárias. Assim, o importante é a capacidade de cada um, somada à qualidade e a eficiência das suas entregas. Melhores resultados Logo, todos esses benefícios impactam positivamente, de maneira direta, os resultados de uma empresa que preza pela diversidade e igualdade de seu time. Profissionais engajados produzem mais e de maneira melhor. Humanização  Por último, mas não menos importante, aliás, talvez o maior valor esteja nesse item, sua empresa fica mais inclusiva e consequentemente, mais humanizada. Deixando de lado o mercado de trabalho, aqui estamos falando sobre seres humanos que têm a liberdade de serem simplesmente, o que são. A Fábrica tem um workshop sobre diversidade E como a Fábrica faz tudo, logo, preparamos um workshop completo sobre diversidade. Se quiser saber mais sobre esse e outros workshops ou palestras é só entrar em contato pelo nosso e-mail. Por Karina Mendes Fontes: Estácio, Kenoby, Oitchau, Solides

Scroll to Top