Fábrica de Criatividade

Author name: Vinicius Prezado

Onboarding
Gestão de pessoas, Inovação

Onboarding, colocando o time pra jogo

Ok Fábrica, mas o que é onboarding? A palavra onboarding vêm do inglês e significa “embarcar”, também conhecida como solicitação organizacional. Afinal, o que é “onboarding”? O termo surgiu em 1970 e representa o processo de integração do novo funcionário em uma empresa. O intuito é que ele se adapte e entenda as diretrizes da organização com mais facilidade, ou seja, é um manual de capacitação! Qual a sua importância? Os líderes das empresas sabem o quão desafiador é encontrar profissionais que sejam ideais para as vagas oferecidas, mais difícil ainda é integrá-los em sua cultura organizacional. É quase um casamento, né? Porém, essa relação pode dar muito certo quando baseada em uma capacitação de qualidade! Segundo pesquisa realizada pela Society for Human Resource Management (SHRM), as organizações que promovem processos de integração de maneira estruturada chegam a ter 62% mais de produtividade. O estudo ainda mostra que, o índice de permanência do funcionário capacitado por onboarding é 50% melhor. Ou seja, quando o colaborador se sente realmente inserido em seu trabalho, as chances de ele permanecer na empresa contratante, aumentam! De acordo com o que acredita a Dra. Talya Bauer da Fundação SHRM um processo de onboarding de qualidade precisa de quatro elementos os quais ela denominou de Quatro C’s: Compliance, Clarification, Culture e Connections. Traduzidos para o português como conformidade, esclarecimento, cultura e conexão. O que são os 4 C’s Conformidade: quando as regras e regulamentos ligados às políticas básicas da empresa são ensinadas aos funcionários. Esclarecimento: garantir que o colaborador tenha entendimento de suas atividades de trabalho e expectativas geradas em torno delas. Cultura: deixar claro aos profissionais contratados às normas organizacionais – tanto formais, quanto informais. Conexão: é sobre as relações interpessoais e rede de informações que os colaboradores devem construir. Dessa forma, o departamento de recursos humanos tem papel fundamental nesse processo. Afinal, são eles que desenvolvem os procedimentos para integrar e engajar os profissionais na equipe . Cases de sucesso LinkedIn A empresa tem um ritual para que seus novos funcionários tenham um primeiro dia de trabalho especial. Ao chegar na organização, o novato recebe um kit de boas-vindas com caderno, itens específicos de acordo com a área de atuação, bem como, uma cópia do livro “Comece por você”, escrito pelo fundador da empresa, Reid Hoffman. Assim, a recepção ainda conta com a decoração da mesa do profissional, que tem cartões que dizem You’re [In], que no português quer dizer “você está dentro”, a frase brinca com o logo da rede empresa. Facebook No Facebook, os recém-chegados passam por treinamentos de seis semanas, para entender seu papel na empresa e a cultura organizacional dela. Dessa forma, o onboarding da companhia visa promover a integração de forma mais rápida e produtiva. Apple A companhia surpreende seus colaboradores os presenteando com nada menos do que um iMac que ele pode configurar da maneira que preferir, juntamente com uma camiseta que contém o ano de iniciação da sua carreira dentro da empresa. Google Famosa por ser uma das melhores empresas para se trabalhar, o Google também utiliza o onboarding. O funcionário é recebido, por exemplo, por pequenos grupos de colaboradores. Em alguns casos, eles também recebem um chapéu colorido, com uma hélice e a palavra “Nogger” – junção das palavras new e googler) bordada. O intuito é que o momento seja aconchegante e descontraído, para que os novatos se sintam acolhidos. Os benefícios do processo de integração Motivação. Ao passo que, a empresa valoriza o processo de seu funcionário desde o princípio, se preocupando até mesmo com a sua recepção, consequentemente, aquela pessoa se sentirá muito mais motivada a realizar suas atividades. Integração. O onboarding tem como uma de suas características promover eventos sociais para a integração da equipe. Um time unido potencializa resultados, afinal, uma boa equipe vale muito mais do que talentos isolados. Retenção de talentos. Quando o profissional se sente integrado, seguro para desenvolver seu trabalho e acima de tudo, quando ele entende e se enquadra rapidamente ao funcionamento da empresa, isso diminui a chance de ele sair da companhia antes mesmo de mostrar seus talentos e habilidades. Redução de rotatividade. Conforme o item acima, quando a empresa retém talentos, ela aumenta o tempo de permanência daquele profissional. O que traz vantagens tanto na parte do financeiro pelas taxas de turnover, quanto na credibilidade, afinal, as pessoas não se sentem seguras em organizações com alta rotatividade. Capacitação. Por último, mas não menos importante, ao contrário, de suma importância. A capacitação prepara e adapta a curto prazo, diminuindo os erros futuros e garantindo bons resultados para a companhia. Se você gostou desse conteúdo pode se surpreender ainda mais com nossos workshops e treinamentos totalmente preparados para capacitar e potencializar os talentos da sua equipe! Por Karina Mendes Fontes: Neil Patel | Jhome | RunRun | Senior | Xerpa | Impulse

A Humanização Se Aliando aos Resulltados
Business, Gestão de pessoas

A humanização se aliando aos resultados

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text] Ambiente de trabalho humanizado A gestão humanizada é o alinhamento entre os objetivos da empresa com a satisfação e a felicidade pessoal do colaborador, juntamente com a harmonia do ambiente que tende a ficar mais leve com esse processo. O intuito é a construção de relações em que todos ganham! O capital humano é essencial para que qualquer negócio rode. Por isso, o gerenciamento de pessoas é fundamental e não pode ser deixado de lado! A humanização empresarial preza pela empatia, alegria, afeto, entre outros elementos que até então, não eram vistos como prioridades. É como se antigamente, as pessoas fossem vistas como máquinas. Atualmente, com essa mudança no cenário, é notado que existem seres humanos por trás de cada um dos funcionários. As empresas que apostam na humanização veem a importância de criar laços e conexões com pessoas, afinal ao passo que o funcionário se sente não apenas número, mas parte de uma engrenagem, ele retribuirá isso com satisfação e produtividade. Segundo o artigo “Empresa Humanizada: a organização necessária e possível” de Sylvia Constant Vergara e Paulo Durval Branco: “Entende por empresa humanizada aquela que, voltada para seus funcionários e/ou para o ambiente, agrega outros valores que não somente a maximização do retorno para os acionistas”, afirma o artigo. A Fábrica está passando pelo processo de humanização Muitas companhias já vêm apostando nesse tipo de relacionamento e isso se dá pelo fato de se inspirarem nas startups que, nas últimas décadas, trouxeram para o mercado, modelos de negócios mais flexíveis e focados na qualidade de vida de seus colaboradores. Com isso, cresceram as ideias de inserção de atividades lúdicas no ambiente de trabalho, como videogames, pebolim, mesa de sinuca, salas de relaxamento e até mesmo o incentivo para que sejam levados animais de estimação para os espaços de trabalho. Na Fábrica, por exemplo, todas as nossas reuniões gerais que ocorrem semanalmente, nesse momento online, começam com jogos para que haja um momento de descontração e depois possamos focar nas pautas mais densas. Temos também, o momento de highlight para que os colaboradores troquem experiências positivas que tenham ocorrido durante a sua semana pessoal e profissional! Outra ação que implantamos por aqui, e que tem se tornado comum nas empresas é a introdução da figura de um psicólogo para que os funcionários tenham apoio profissional em momentos que julgarem necessário. Empresas humanizadas agradam clientes e colaboradores De acordo com uma pesquisa realizada pela USP de São Carlos com 1.115 empresas (900 mil avaliações de consumidores e 136 mil avaliações de colaboradores), os resultados são positivos para as empresas que tratam a humanização como prioridade. “Empresas humanizadas agradam mais a clientes e colaboradores: há uma satisfação 240% superior por parte dos clientes, e níveis 225% maiores de bem-estar entre os colaboradores. Em um período de 4 a 16 anos, elas alcançam mais que o dobro de rentabilidade financeira em comparação à média das 500 maiores empresas do País”, revela a pesquisa. O estudo ainda destaca a importância de o funcionário ter voz e poder de decisão. “Companhias humanizadas procuram envolver os colaboradores nas tomadas de decisões e entregam salários e benefícios justos. A moeda de troca, de acordo com o estudo, é maior produtividade e satisfação entre membros e clientes”, segundo a USP de São Carlos. Os benefícios da humanização corporativa Funcionários produtivos Quando o empregador entende as necessidades de seus funcionários, ele passa a criar estratégias para que, os profissionais transformem suas expectativas em produtividade! Quando a equipe tem espaço para equilibrar o pessoal e o profissional, sem dúvidas, trabalhará muito mais motivada. Como resultado de um trabalhador feliz, temos uma empresa com resultados potencializados. Equipe colaborativa Quando o líder dá espaço para que sua equipe crie com liberdade, a tendência é que isso transforme a equipe num time onde todos estão engajados a se ajudar e a dar ideias! Ambiente propício a amizades Um time unido e caminhando junto faz com que os profissionais se vejam como companheiros e aliados, e não como competidores ou concorrência. Em decorrência, o companheirismo se estende também para a vida pessoal. Retenção de talentos Por fim, quando alinhado com os objetivos da empresa e trabalhando feliz, o funcionário tem mais chances de fazer carreira dentro dela! Para as empresas que visam a humanização é imprescindível que promovam a diversidade, momentos de interação e descontração para a equipe. E, acima de tudo que conheçam seus funcionários. Além, de investirem e valorizarem a busca por conhecimento!  Por Karina Mendes Fontes: Panrotas | Eureca | FIA | Jornal USP | [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Rosto de Mulher com Efeito Colorido
Informação Rica

Evitar a infoxicação em meio a era digital: será que é possível?

Como evitar a infoxicação em meio a era digital e a grande quantidade de informações recebidas Será que é possível evitar a infoxicação em meio a era digital, onde nós somos bombardeados por enxurradas de informações todos os dias? Em pleno século XXI, as notícias de todo o mundo chegam em tempo real em nossos navegadores o tempo todo! Nas redes sociais, constantemente, as pessoas estão compartilhando suas vidas pessoais e opiniões referentes aos mais diversos assuntos. Na internet, temos acesso há milhares de horas de vídeos informativos, educacionais e sobre entretenimento. No rádio e na tv mais notícias quentinhas sobre as atualidades. Afinal, será que estamos preparados psicologicamente para receber tantos conteúdos diariamente? A infoxicação O termo Infoxicação é a junção das palavras informação e intoxicação, ele foi criado pelo físico espanhol Alfons Cornellá, em 1996. Nesse sentido, a intoxicação acontece quando consumimos conteúdos de maneira excessiva. Contudo, já na década de 90 a quantidade alta de informações recebidas de diferentes meios, preocupava o físico. Atualmente, em meio a uma pandemia mundial, vivendo a era digital, e com cada vez mais facilidade no acesso às notícias, conteúdos e informações, o ser humano corre o risco de sofrer impactos dada essa situação, nesse sentido a infoxicação pode causar medo, angústia e, até mesmo, depressão e ansiedade. Segundo estudo realizado pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os principais sintomas da infoxicação são: Hiperconectividade: Vontade de estar sempre conectado com os meios digitais.              Dispersão: Quando rapidamente perde-se o foco na leitura de notícias Dificuldade em se concentrar: Ter dificuldade para se concentrar, seja no trabalho, em casa ou nos estudos. Aumento da ansiedade: Batimentos cardíacos acelerados, tremedeira, falta de ar e insônia são alguns dos sintomas. Stress excessivo: Se irritar com pequenas coisas e com isso, sentir cansaço, tensão muscular e dores de cabeça. Síndrome da fadiga informativa: Extremo cansaço ao realizar qualquer função Quantidades de dados disponíveis na internet Eventualmente, a cada ano que passa, temos batido mais e mais recordes de dados disponibilizados na internet. São infinitos portais de notícias, blogs, vídeos e redes sociais que enchem nossos navegadores e ocupam boa parte da nossa atenção. Mas, não demora muito tempo e eles logo ficam ultrapassados. Assim, outros recursos e ferramentas surgem, num looping sem fim. Se você assistiu o documentário “Dilema das Redes”, na Netflix, é provável que tenha se assustado com os bastidores de plataformas como Instagram, Google, YouTube e Facebook. As mídias digitais ocupam cada vez mais horas do nosso dia. Para se ter ideia de como funciona o mundo moderno, o volume de dados produzido entre 2014 e 2016 foi maior do que a quantidade criada ao longo de TODA A HISTÓRIA DA HUMANIDADE. Parece loucura, porém, isso é o mundo moderno. O Google sozinho faz 3,5 bilhões de buscas por dia. Se uma única pessoa assistisse a todos os vídeos vinculados ao YouTube diariamente, sobretudo ela levaria nada menos que 2.739.726 anos para cumprir essa tarefa. Sim, é verdade esse bilhete! Em 2016 a expectativa do tráfego total de dados da internet é que ele superasse pela primeira vez a marca de um zettabyt (um sextilhão de bytes). Para este ano, o esperado é que ele esse número seja aproximadamente de 19,5 ZB. É humanamente impossível que absolvamos essa quantidade infinita de conteúdos, mas o “pouco” volume que temos recebido em nosso cotidiano já é o suficiente para nos afetar psicologicamente. Como evitar a infoxicação Procure identificar suas prioridades, selecionando apenas os assuntos que te acrescentarão em algo, além disso filtre aquilo que não precisa ser consumido ou que pode ser consumido em outro momento. Descarte o que não te agrega valor, se passou por um post ou e-mail que não agregam em nada na sua vida, não tenha medo de deletar ou dar unfollow. Em suma, Valorize seu tempo definindo quantas horas por dia você quer ou pode dedicar para consumir conteúdos online. Faça uma curadoria do que você vem consumindo nas mídias, ou seja, separando as fontes de informações que mais confia e agreguem valor ao seu conhecimento. Obter conhecimento nunca é demais, porém, é preciso que haja filtro dos conteúdos que consumimos. Sendo necessário diferenciar o ler do entender. “O importante é a pessoa determinar que fontes quer ter e quer ler. Sendo cada vez mais relevante ler menos e ler com mais profundidade. Entretanto, é possível ver que sendo infoxicado, quando não se tem tempo de entender o que está lendo”, afirma Cornellá. Por fim, a Fábrica te dá 5 dicas para sair da infoxicação: 1. Brincar com crianças. Usar a imaginação te ajuda a relaxar e pensar fora da caixa. 2. Brincar com animais. Interagir e observar animais aumenta a concentração e te mostra um mundo além do seu. 3. Experimente cozinhar. Fazer uma receita nova trabalha áreas diferentes do cérebro e estimula a criatividade sensorial. 4. Faça atividades sem finalidade. Assista um filme ou série com temas leves e descontraídos, vá a museus, parques e lugares onde possa se desconectar por um tempo. 5. Desconecte-se. A princípio vida online pode ser divertida e produtiva, entretanto é imprescindível aproveitar mais alguns momentos e desconectar-se, ficando totalmente offiline de vez enquanto. A Fábrica ainda te lembra, em suma, que a infoxicação atrapalha inclusive, o seu processo de criatividade. O excesso de conteúdo pode passar de informação para o bloqueio criativo, diante de tanto conteúdo. Então, bora cuidar da nossa saúde mental! Por Karina Mendes Fontes: Meu Positivo, Cuidai, Diario da Saúde, Calebedesign

Mesa com brainstorm de ideias e pessoas desenvolvendo a criatividade em torno
Inovação

Como desenvolver as suas ideias criativas e transformá-las em dinheiro

Sim, é possível desenvolver as suas ideias e transformá-las em dinheiro A princípio quando falamos de desenvolver as nossas ideias criativas com quem não tem muita familiaridade com este assunto, logo vem aquele questionamento sobre criatividade ser um dom. E a Fábrica está aqui para te dizer que NÃO, criatividade não é dom! E, sim, é possível transformar essa ferramenta em dinheiro! Como? A gente te explica nesse texto! A criatividade é o caminho do AGORA Segundo uma pesquisa da IBM, com mais de 1.500 diretores executivos, a criatividade foi classificada como fator número um para o futuro sucesso dos negócios, acima até mesmo, da disciplina gerencial. Por outro lado isso se deve ao fato de que o mercado fica cada vez mais competitivo, tornando o diferencial, instrumento essencial. Juntamente, com as mudanças constantes das indústrias, as metas e prioridades dos negócios também precisam mudar. Em 2019 na 74ª sessão da Assembleia Geral da ONU, protagonizada pela Indonésia e apoiada por 81 países, foi declarado que 2021 seria o Ano Internacional da Economia Criativa para o Desenvolvimento Sustentável. Segundo pesquisa do Banco Interamericano, se a economia criativa fosse um país teria o quinto maior PIB, de 4,3 bilhões de dólares (maior que o PIB da Alemanha). Ao passo que esse setor movimenta cerca de 144 milhões de profissionais no mundo. Dessa forma em meio crise e pandemia ,a economia criativa conseguiu se reinventar e só cresceu. A princípio como resultados esperados desse movimento estão o aumento da consciência, a promoção da cooperação do trabalho em rede, incentivo ao compartilhamento de melhores práticas e experiências, aprimoração da capacidade dos recursos humanos, promoção de um ambiente favorável em todos os níveis e o enfrentamento aos desafios da economia criativa. A Fábrica de Criatividade, a Universal Studios, a Disney e o Cirque du Soleil são alguns exemplos de renda direta pela indústria criativa. O poder e o desenvolver de uma mente criativa De acordo com o que já dizia Albert Einstein: “Criatividade é a inteligência se divertindo”. E, uma mente que se diverte é capaz de inspirar tendências, gerar soluções e inovações, resolver problemas, estimular a coragem e a ousadia, promover diferencial competitivo, facilitar a comunicação, favorecer o crescimento pessoal e profissional, fomentar a diversidade e superar limites. Dessa forma, a Fábrica te dá 5 dicas para transbordar a sua caixa: Primeiramente, cuide da sua saúde. Alimentação equilibrada, sono em dia e uma vida mais saudável são os primeiros passos para uma mente e cérebro mais ativos e criativos. Portanto assista mais filmes, séries, leia livros e visite lugares diferentes. Sempre que praticamos essas atividades simples, acabamos abastecendo nossas mentes de ideias. Nós somos capazes de absorver muitas informações só de observar. Em síntese converse com outras pessoas. A troca de conhecimento é sem dúvidas, uma das ferramentas mais ricas. Seja com um familiar, amigo ou até mesmo colega de trabalho, numa conversa podemos encontrar o caminho para a resolução de um problema. Dessa forma encontre o seu ambiente ideal. Um local organizado, com decoração e uma música que te agradem pode ser o que falta pra você conseguir colocar suas ideias no papel. Quando nos sentimos confortáveis num ambiente, logo, nos sentimos mais à vontade para criar. Ócio criativo. Por vezes, os bloqueios criativos são comuns e fazem parte do processo. Porém, são sinal de alerta! É hora de respirar e parar pra poder voltar a pensar e planejar. Meditação, trabalhos manuais, desenhos e a realização de coisas sem objetivo específico podem ajudar nesse momento. Por fim, quando esgotar esses cinco passos, tente ler mais. Faça algo pela primeira vez, mais vezes. Realize brainstorms, seja sozinho ou em grupo, explore o maior número de ideias, não imponha regras, todas as ideias são válidas. Faça algo inédito, é preciso sair do comum para desenvolver as nossas ideias criativas. A Fábrica tem domínio para te ajudar nesse processo Portanto, se você quer alcançar resultados de sucesso em seu CNPJ, a partir da criatividade, a Fábrica oferece soluções de inovação e consultoria para qualquer tipo de negócio. Do mesmo modo, se quiser resultados em seu CPF, podemos te trazer respostas através do nosso curso online, o Clube da Criatividade. Já atendemos empresas como Facebook, Nestlé, Disney, Honda, Senac, Elanco, Bayer, Itaú, Extra, Coca-cola, entre muitas outras. Ainda oferecemos diversos outros serviços, como o CAAS, primeiro plano de assinatura de uma consultoria de criatividade e inovação. Bem como, realizamos treinamentos, workshops, desenvolvemos jogos, tudo isso pautado em um acrônimo criado pela Fábrica, o CADE A FOCA PIMBA, composto por 14 ferramentas criativas incríveis. Conheça mais nos chamando em nossas redes sociais ou nos consultando através do consultoria@fabricadecriatividade.com.br Por Karina Mendes Fontes: Ideia Clara, Metodo Supera, Na Prática, Cristiane Thiel, Pucrs

O-vies-inconsciente-no-ambiente-de-trabalho
Gestão de pessoas

Como minimizar o viés inconsciente no ambiente de trabalho

O viés inconsciente no ambiente de trabalho gera impactos Em primeiro lugar, quando você mentaliza um profissional bem sucedido, o que vem em sua mente? Em algum momento da vida, todos nós já tomamos decisões erradas ou por vieses inconscientes no ambiente de trabalho. Sabe aquele pré-julgamento feito pela aparência, gênero, raça, orientação sexual, deficiência, origem, religião, características físicas de outra pessoa? Entretanto, muitos desses pré-conceitos estão enraizados em nossa sociedade. Dessa forma, o viés inconsciente no ambiente de trabalho pode gerar impactos. A Fábrica te explica como! O que é o viés inconsciente De acordo com o professor Antônio Pereira, neurocientista do Rio Grande do Norte, integrante do Projeto Implícito (organização colaborativa sem fins lucrativos que estuda o tema), vieses inconscientes são mecanismos do cérebro humano explicados pela neurociência como resultados da formação e organização cerebral, baseados tanto em nossas experiências e ambientes de vida, quanto em uma herança ancestral e primitiva. Os neurocientistas acreditam que essa formação de estereótipos na cabeça das pessoas é inevitável. Entretanto, ao associarmos um juízo de valor a esse viés inconsciente, muitas vezes são gerados preconceitos e discriminações. Consequentemente, isso traz repercussões negativas em nossas vidas sociais e no ambiente de trabalho. O seu inconsciente determina a maior parte de suas decisões e é capaz de definir até o seu comportamento. Além disso, representa todas as memórias e combinações possíveis entre elas. Também acontecem no inconsciente processos de decisão, registros de traumas e até percepções de mundo que ainda não foram foco de atenção. Segundo o neurocientista indiano S. Ramachandran, sua consciência responde só por 10% do que acontece em seu cérebro (esse conteúdo varia, numa constante migração entre o que fica no consciente e no seu “subterrâneo”). Além disso, o psicólogo Marco Callegaro, afirma em seu livro “O novo inconsciente” que estimativas que medem o processamento de informações em bits apontam o inconsciente como 200 mil vezes mais rápido e potente que o consciente. Conheça os 5 tipos de vieses inconscientes mais comuns Uma das pesquisadoras sobre o tema no Brasil, Regina Madalozzo, aponta os cincos tipos de vieses inconscientes mais frequentes. São eles: Afinidade: Acontece sempre que avaliamos de maneira melhor pessoas que se pareçam conosco, como em questões de gênero, raça, idade, histórias de vida. Percepção: Quando damos força a estereótipos entranhados na sociedade ou cultura em que estamos inseridos. Confirmatório: É quando procuramos informações que confirmem nossas teses iniciais e rejeitamos os pensamentos contrários aos nossos. Efeito de halo/auréola: Tendência a superestimarmos pessoas por virtudes ou características que julgamos positivas, assim que a conhecemos. O que faz com que, logo, ignoremos outros atributos que poderiam ser importantes. Efeito de grupo: Propensão a pensarmos e seguirmos o comportamento da maioria. Os vieses enraizados no ambiente de trabalho Os vieses inconscientes não só impactam os processos de gestão de pessoas, como também impactam e influenciam nas tomadas de decisões. Seja no momento de uma reunião, em que a maioria da mesa é composta por homens, e por muitas vezes, a voz da mulher é diminuída ou silenciada. Ou até mesmo quando, por vezes, a maioria dos cargos de poder nas companhias são ocupados por homens brancos, héteros e com mais de 45 anos. Como minimizar os vieses nas companhias Atualmente são realizados processos seletivos às cegas ou exclusivos para pessoas negras, com deficiência, entre outras minorias, como maneira de inserção e inclusão no mercado de trabalho, o que é de suma importância. Contudo, outra maneira de promover a diversidade, é com a promoção de treinamentos que preguem a igualdade e a comunicação empática entre os colaboradores nas companhias. Por fim, a Fábrica cita algumas maneiras de diminuir esses preconceitos e pré-julgamentos no cotidiano: Identifique os vieses que você pratica. Antes de mais nada, é preciso descobrir quais são os vieses predominantes em sua vida e seus hábitos. Reconheça os seus vieses. Não tenha medo ou vergonha de reconhecer os seus preconceitos. Mude os seus hábitos. Enfim, tente suspender o julgamento inicial. Ao conhecer pessoas novas, dê a elas a chance de se mostrar. E se esforce para entender que somos todos seres humanos com a liberdade de exercermos nossas diferenças. É muito difícil eliminarmos permanentemente os vieses de nossa sociedade. Porém, podemos minimizar esses costumes e dessa forma, tornarmos nossos ambientes de convívio, em lugares em que a diversidade vence o preconceito. Por fim a Fábrica inclusive, tem dois workshops que falam sobre a diversidade e a comunicação não-violenta, que são duas ferramentas cruciais na redução dos vieses. Para saber mais sobre nossos workshops, treinamentos e palestras é só entrar em contato pelo consultoria@fabricadecriatividade.com.br Ahhh, e aproveita para ler o que escrevemos sobre a diversidade e a comunicação não-violenta aqui no blog. Por Karina Mendes Fontes: Blend-edu, Exame, Caputconsultoria, Tab.uol, Linkedin

4 pessoas em ambiente de trabalho vendo um caderno e sorrindo
Diversidade

Como a diversidade no ambiente de trabalho potencializa resultados

As trocas e benefícios da diversidade no ambiente de trabalho Antes de tudo, começamos lembrando que a diversidade no ambiente de trabalho além de ensinar sobre nós mesmos e sobre o outro, permite trocas valiosas de conhecimento e vivências. Bem como, é capaz de impulsionar de muitas maneiras os resultados de uma equipe. Quando as organizações abrem as portas para pessoas de diferentes idades, raças, nacionalidades, posições sociais, orientações sexuais e mobilidades, elas mostram não apenas estarem cumprindo seus papéis quanto às responsabilidades sociais, mas também estarem ligadas de que o caminho da inovação está nas diferenças. As companhias que optam por valorizar a pluralidade, definitivamente, decidem por acolher colaboradores em suas mais demasiadas diferenças, apoiando a inclusão e acima de tudo, a tolerância. A diversidade no ambiente de trabalho virou legislação Como resultado de uma luta por igualdade, em julho de 1991, uma vitória: foi constituída a Lei nº 8.213, conhecida como Lei de Cotas. Essa lei obriga, primordialmente, empresas com mais de cem funcionários a preencher de 2% a 5% de suas vagas do quadro de funcionários com reabilitados ou pessoas com deficiência (PCD) . Porém, é fato que a diversidade vai muito além. Dados importantes sobre a diversidade nas empresas Em primeiro lugar, já te contamos que uma pesquisa da McKinsey aponta que empresas que investem na diversidade lucram até 33% mais. Além disso, segundo a Accenture, a pluralidade é uma forte aliada da inovação, já que, organizações inclusivas são 11 vezes mais inovadoras e seus colaboradores são 6 vezes mais criativos do que os dos concorrentes. Contudo, nem todos os números ainda representam o mundo ideal que gostaríamos. De acordo com pesquisa do Instituto Ethos², realizada com as 500 maiores empresas do país, apenas 4,7% das pessoas pardas e negras ocupam cargos executivos. No caso de mulheres negras esse número cai para 0,4%. Além disso, estudo da Revista HSM Management aponta que 3,29% das companhias, o que representa quase um terço das empresas, não contratam nenhuma pessoa com deficiência. Os dados mostram como ainda é forte o preconceito e como é grande a falta de oportunidades para esse grupo de profissionais. Do mesmo modo que, mulheres só representam 13% das vagas de liderança, conforme pesquisa do Instituto Ethos². Em contrapartida, estudo aponta que mulheres em cargos de poder podem trazer desempenho financeiro 21% superior aos negócios. Em suma, uma pesquisa feita com 230 profissionais LGBTQIA+, de diferentes lugares e idades do Brasil mostra que 41% das pessoas desse grupo afirmam ter sofrido discriminação por sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. Outro dado importante apurado é que 33% das empresas não contratariam pessoas LGBTQIA+ para cargos de liderança. Os benefícios da diversidade nas companhias  Aumento da criatividade organizacional A princípio, as companhias que valorizam as diferenças, criam em suas equipes liberdade para serem autênticas. Essa autenticidade influencia a originalidade de seus trabalhos. Quanto mais diversificado o time, maior será o número de ideias apresentadas pelos colaboradores. Logo, as chances de a organização ter bons resultados aumenta. Inovação         Estudo da revista Forbes mostra que a diversidade no ambiente de trabalho é um dos principais impulsionadores de um ambiente inovador. Conforme a pesquisa, uma força de trabalho diversificada e inclusiva é essencial para as companhias que desejam atrair os melhores talentos. Redução de conflitos Num ambiente propício às diferenças, as equipes tendem a ter mais facilidade para lidar com divergências na rotina de trabalho. Dessa forma, opiniões distintas não viram atritos, pelo contrário, em alguns casos se tornam pautas de debates saudáveis. Desenvolvimento em primeiro lugar Idade, identidade de gênero, nacionalidade, etnia e deficiência, são questões secundárias. Assim, o importante é a capacidade de cada um, somada à qualidade e a eficiência das suas entregas. Melhores resultados Logo, todos esses benefícios impactam positivamente, de maneira direta, os resultados de uma empresa que preza pela diversidade e igualdade de seu time. Profissionais engajados produzem mais e de maneira melhor. Humanização  Por último, mas não menos importante, aliás, talvez o maior valor esteja nesse item, sua empresa fica mais inclusiva e consequentemente, mais humanizada. Deixando de lado o mercado de trabalho, aqui estamos falando sobre seres humanos que têm a liberdade de serem simplesmente, o que são. A Fábrica tem um workshop sobre diversidade E como a Fábrica faz tudo, logo, preparamos um workshop completo sobre diversidade. Se quiser saber mais sobre esse e outros workshops ou palestras é só entrar em contato pelo nosso e-mail. Por Karina Mendes Fontes: Estácio, Kenoby, Oitchau, Solides

Um homem e uma mulher discutindo
Gestão de pessoas

Como a Comunicação Não Violenta impacta positivamente uma empresa

Entendendo a Comunicação Não-Violenta Antes de mais nada, você sabe o que significa o termo “comunicação não-violenta”? A Fábrica começa te explicando o conceito dessa cultura. A Comunicação Não-Violenta (CNV) parte do princípio de uma conversa que flui sem agressividade, de maneira clara, leve e honesta. Essa seria a comunicação ideal para qualquer tipo de relação saudável. Contudo, não é algo que aconteça de maneira natural com todo mundo. Em alguns casos é preciso praticar e treinar o modo de falar, ler e responder outras pessoas. Bem como aquela piadinha disfarçada de deboche, aquele momento em que utiliza-se de um tom ríspido com o colega na frente do grupo ou de maneira individual, aquele julgamento ao invés de acolhimento, tudo isso faz parte de algo que está enraizado em nosso ambiente de trabalho. Desde que nascemos somos ensinados a viver no modo de ataque e defesa em nossa comunicação, é como se essa fosse uma maneira de não mostrarmos vulnerabilidade diante de outras pessoas. Porém, pouco nos é mostrado sobre o quanto isso pode afetar nossas relações durante a vida. O surgimento da CNV Marshall B. Rosenberg, psicólogo americano, tinha 9 anos quando precisou ficar trancado em sua casa durante 3 dias, com sua família. O motivo foi um conflito racial acontecido em Detroit que causou a morte de quarenta pessoas. Posteriormente, e não por acaso, na década de 60, Marshall criou o conceito da CNV. Em 1984, o psicólogo fundou uma ONG chamada Centro para Comunicação Não-Violenta, que tem como missão promover essa cultura pelo mundo. Marshall se aprofundou cada vez mais no tema durante a vida e chegou a participar de desenhos de acordos de paz em mais de 60 países, treinando inclusive, mediadores de conflitos. No ano de 1999, lançou o livro “Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”, desde já um best-seller mundial. Introduzindo a empatia em nosso cotidiano De antemão somos agressivos quando fazemos julgamentos, dessa forma praticamos bullying, transferimos nossas culpas, praticamos a discriminação, falamos sem escutar, criticamos outras pessoas ou até nós mesmos, reagimos com raiva e agimos na defensiva. Sobretudo, de que maneira isso pode ser mudado? Existem quatro elementos que devem ser levados em consideração durante um diálogo, seja no momento de falar ou de ouvir. São eles: Observação: Quando passamos para o campo de observação conseguimos entender a situação do outro. Ou seja, não estabeleça pré-julgamentos, e não adote uma postura defensiva. Afinal é preciso ouvir o que o outro tem a dizer e principalmente compreender o que ele quer dizer! Sentimento: Exponha o que sente em relação ao que foi observado e escutado! Isso faz com que a outra pessoa entenda que aquela situação pode causar sentimentos que venham a interferir na maneira de reagir. Necessidades: Nesse momento você apresenta suas necessidades decorrentes dos sentimentos causados pela conversa. Posteriormente, cabem aqui, reflexões como: O que quero com esse diálogo? Eu consegui? Se sim, a que custo? O que preciso? O que eu esperava quando agi dessa maneira? Para conseguir o que queria, prejudiquei minha relação com aquela pessoa? A machuquei de alguma maneira? Pedidos: Por último, chegou o momento de pensar em ações para resolver a situação. E, ao invés de utilizar de frases como: “preciso de mais espaço de fala”, utilizar frases como: “para mim, é importante concluir minha fala antes de ouvir a sua”. Sobretudo, fica claro o pedido e a maneira como ele pode ser atendido. Os benefícios da Comunicação Não-Violenta Quando aplicada no ambiente de trabalho, a comunicação não-violenta é capaz de aumentar e garantir a segurança dos diálogos entre os profissionais. Contudo o que possibilita a aproximação entre colegas de trabalho, líderes e aliados e traz resultados benéficos e importantes para a empresa. Entre os resultados da empatia corporativa estão: Crescimento: As 10 melhores empresas segundo o “Índice de Empatia Global” em 2016, tiveram um aumento em seu valor mais de duas vezes maior que as 10 piores. Produtividade: Empresas empáticas também geraram 50% mais lucro por funcionário que as 10 piores. Receita: As 10 melhores empresas tiveram um aumento de 6% em média na receita, enquanto as 10 piores tiveram uma queda de 9% em média. Além disso, fica claro que vivemos em um momento denominado de “novo normal” onde ser empático está na moda, e que incrível podermos entender que em determinados momentos, a evolução pessoal está ligada ao simples fato de nos comunicarmos de maneira melhor. Por fim, não esqueça, para atingir resultados UAU no CNPJ é preciso primeiro, tornar-se UAU em seu CPF. Comece esse processo ouvindo, entendendo e tendo diálogos saudáveis com o seu colega! Por Karina Mendes Fontes: Spark Gestão, Inovação Sebrae Minas, Blend-edu, Personare

Lâmpada Quebrando
Consultoria

O que faz uma consultoria de inovação?

Uma consultoria de inovação faz toda a diferença para o seu negócio, não deixe de ver no artigo a seguir. Você sabe qual a matéria prima da criatividade? Você sabe qual a matéria prima da criatividade? Se você respondeu qualquer outra coisa que não PROBLEMAS, errou! Como diria nosso grande pensador contemporâneo e CEO Denilson Shikako “ninguém está livre de problemas e os problemas são a matéria prima de uma mente criativa”.  E de que maneira uma consultoria de criatividade e inovação pode te ajudar na solução das adversidades da sua empresa e equipe? A seguir iremos mostrar que criatividade não é dom e que pode ser praticada em diversas situações do dia a dia. Nós nascemos para potencializar as habilidades de pessoas reais dentro de seu ambiente de trabalho (e fora também)! Em 2019, o Grupo Pão de Açúcar procurou a Fábrica com um desafio, eles queriam que nós encontrássemos uma maneira de fazer com que os seus funcionários do Brasil inteiro, atendessem e encantassem os clientes todos os dias. Afinal, um cliente satisfeito, é um cliente fidelizado, é um cliente que sempre volta! Contudo foram quatro meses de pesquisas, sessões de “CADE A FOCA PIMBA” internas (acrônimo composto por 14 ferramentas criativas) e criamos o projeto “Jeito de ser e encantar”. Durante seis meses de workshops com 16 mil colaboradores impactados por um roteiro que foi de apresentações e vídeos à peça teatral “quiz do Silvio Santos” e gran finale. “Trabalhando com a Fábrica percebi que é muito diferente do que outras consultorias. Eles não pegam produto de prateleira e simplesmente mudam o logo, eles realmente se esforçam e conseguem um resultado personalizado e de alto impacto que nos deixaram plenamente satisfeitos e felizes com o resultado fora da curva sentido nos mais de 16 mil colaboradores que participaram do projeto”, Feedback de Ione Torres, gerente de RH e funcionário da GPA desde 1999. Além disso 2020 chegou trazendo o maior desafio já visto por essa geração, um vírus sem presságio e previsão de término. E, mais uma vez, a Fábrica se viu em um grande desafio, era preciso se reinventar. Ou seja, nos reinventamos! E, mais uma vez, a Fábrica se viu em um grande desafio, era preciso se reinventar. Ou seja, nos reinventamos! Passamos a apresentar nossos workshops por ferramentas online e entregamos os nossos produtos com a mesma qualidade que nossos clientes estavam acostumados. Contudo a prova disso, foi o crescente número de clientes que conquistamos durante o ano, 23 no total. Desde Disney, a Thermo Fisher, entre muitos outros. Sobretudo este ano, ainda criamos a ferramenta CAAS (creativity as a service), plano mensal de assinatura que te oferece soluções 24 horas por dia. Basta nos acionar por telefone, com qualquer demanda e nossa equipe de especialistas buscará uma solução UAU com prazo alinhando o prazo de acordo com o cliente. Você ainda tem dúvidas de que somos a consultoria de criatividade e inovação mais maluca e eficaz do mercado? Nossa missão é realizar aquilo que muitos achariam impossível ou fora da curva. Assim , despertamos a criatividade para cocriar um mundo radicalmente melhor. A princípio se tem um problema que precisa de uma solução criativa e inovadora? Ou seja você chegou no lugar certo! Para mais informações sobre nossos workshops e ferramentas é só acionar o e-mail contato@fabricadecriatividade.com.br Por Karina Mendes

Grupo de doutores ou cientistas motivados, sentado ao redor da mesa na sala de conferências da clínica moderna, dando um gesto de cinco com as mãos, depois de um ótimo trabalho em equipe.
Gestão de pessoas

Uma boa equipe vale mais do que muitos talentos isolados

O trabalho em equipe é uma via de mão dupla e os aprendizados são mútuos e diários. Talentos isolados não garantem o sucesso do time, o conhecimento torna-se ainda mais enriquecedor quando compartilhado com o colega. Como exemplos disso temos, o filme ”Coringa” que ganhou o Oscar de melhor ator, mas não venceu a categoria de “melhor filme”. O jogo Brasil x Alemanha na copa de 2018 onde tínhamos os melhores jogadores em campo, mas a Alemanha tinha a melhor equipe e assim perdemos de 7×1. E Jackson 5, que tinha o maior artista pop de todos os tempos, mas não foi a maior banda da história. E você, atualmente, está jogando sozinho ou em equipe? “Eu sou parte de uma equipe. Então, quando venço, não sou eu apenas quem vence. De certa forma, termino o trabalho de um grupo enorme de pessoas”, Ayrton Senna. É importante destacar também a importância de dividirmos nossas vitórias e conquistas  com nossos colegas de trabalho. Na Fábrica, encontramos um jeito leve e descontraído de fazer isso. Tudo começou nos corredores da empresa, quando nos encontrávamos e perguntávamos “Quais são as novidades?” e assim, ouvíamos nossos companheiros relatarem os acontecimentos de sua semana. Pois bem, desse simples ato surgiu a questão “porque não tornarmos isso um hábito?”. Agora é lei, nos nossos encontros semanais, mesmo que on-line, nossa equipe compartilha algo de positivo ou marcante, seja profissional ou pessoal, que tenha ocorrido durante sua semana, é o nosso momento “Highlight”. Essa é uma forma de incentivo a encararmos os desafios da vida e do cotidiano de maneira mais leve, absorvendo sempre algo de relevante ou positivo de cada situação. Bora tentar praticar a positividade com a sua equipe? Por Karina Mendes e Lorena Vasconcelos

Os Benefícios Dos Jogos Em Equipe duas pessoas Jogando
Gamificação

Os benefícios dos jogos em equipe

De que maneira começam as reuniões da sua empresa? Aqui na Fábrica começamos com jogos! Toda quarta temos reunião de todas as áreas e para iniciarmos o encontro de maneira mais leve, trazemos algum jogo em equipe ou atividade criativa. Acreditamos que os jogos sejam sinal de alívio em meio a rotina intensa de trabalho, e quando usados de maneira positiva, podem trazer benefícios ao ambiente de trabalho. Entretanto os mais diversos pontos positivos estão o fortalecimento dos laços da equipe, num momento de desconcentração é possível que os colaboradores se sintam mais tranquilos e desenvolvam relações dinâmicas. Em suma os jogos também são capazes de trazer a atenção dos colaboradores para o assunto do dia. Mas no home office na quarentena, como podemos voltar a nossa atenção? Em tempos de quarentena, o trabalho muitas vezes se mistura com as atividades de casa. Ao iniciarmos uma reunião de maneira divertida, automaticamente nos desligamos de possíveis distrações e voltamos a nossa atenção. Portanto, desenvolvemos o raciocínio. Falamos sobre Edutainment no blog, mencionando como os jogos de estratégia, tabuleiro ou competição, ajudam na desenvoltura de raciocínio, agilidade e capacidade de observação. Por fim que tal você dar essa sugestão para o pessoal no trabalho? Segue uma dica de jogo, para testar o conhecimento da equipe sobre a empresa, com um game sobre perguntas e respostas, valendo prêmio! Por Karina Mendes

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