Fábrica de Criatividade

Gestão de pessoas

Estagiário comemorando
Business, Consultoria, Gestão de pessoas, Inovação

Uma boa experiência de estágio começa pela trilha

Por Karina Mendes  O estagiário de hoje é treinado para virar líder amanhã Durante o período de faculdade é natural os estudantes já pensarem no momento do estágio, afinal, as aulas teóricas são extremamente importantes para o entendimento da profissão, mas é na prática, vivendo a rotina daquilo que se escolheu fazer que se tem certeza de que fez a escolha certa. E, o estagiário de hoje, quando treinado da maneira correta, é o CEO de amanhã! Novas gerações chegando no mercado de trabalho Parece que 2000 foi ainda ontem, mas lamentamos te dizer que duas décadas já se passaram e isso significa que, os nascidos entre o final dos anos 90 e o começo dos anos 2000, ou mais conhecidos como geração Z, estão chegando ao mercado de trabalho. E o que isso significa? Já falamos por aqui que a tecnologia está avançando de forma cada vez mais rápida, consequentemente, o mundo tem acompanhado essas evoluções e o ritmo dessas mudanças. – A pandemia acelerou ainda mais essas adequações! Prova disso, é o mercado de trabalho, que sentiu essas mudanças e começou a transformar alguns velhos hábitos. A maneira que contrata seus colaboradores, é um deles. Hoje em dia, tem empresas que trocam o bom e velho CV por vídeos de apresentação. Quem imaginaria isso um dia? Essas evoluções tem muita influência da geração Z, afinal, estamos falando de uma faixa etária que cresceu em meio a era dos computadores, smartphones e principalmente, das mídias sociais. É sobre uma geração imediatista, que expira mudanças e não se prende ou cria raízes a coisas ou lugares que não a fazem feliz. Benefícios dos times multigeracionais A união entre a geração veterana que possui bagagem de mercado, incluindo conhecimento de mercado e estratégias certeiras, com a vontade de arriscar e transformar tida pelos estagiários é a receita perfeita para empresas visionárias. Além das diversas trocas de conhecimento e vivências entre as gerações, empresas que contam com a diversidade, de maneira geral, em suas equipes, são 11x mais inovadoras e seus colaboradores são até 6x mais criativos, segundo pesquisa realizada pela Accenture. Em entrevista para o podcast da Fábrica, o “Fabricast”, nosso convidado e parceiro Luiz Menezes, que tem apenas 21 anos e já é CEO da sua própria empresa, a Trope, contou um pouco de sua trajetória profissional.  Ele começou com um estágio numa produtora de eventos, onde todas as atrações passavam por sua aprovação. Luiz revelou que seu pensamento moderno fazia total diferença nas tomadas de decisão da empresa. “As pessoas do escritório estavam muito abertas a ouvir a minha opinião. Ainda que eu tivesse pouca idade e não tivesse experiências profissionais anteriores, eles me contrataram por verem força de vontade, por verem meu gás e a vontade de fazer acontecer. Era disso que eles precisavam”, relata Luiz no episódio #2 do Fabricast. Treinando os talentos para o topo Muitas empresas vêem em seus estagiários potenciais talentos, mas acabam não investindo por acreditarem que eles não criarão raízes. Porém, a verdade é que os estagiários só irão embora se não apresentarem evolução. Entretanto, se eles forem criativos e trouxerem retornos positivos podem permanecer numa mesma empresa durante anos. Treinar os estagiários é deixar um legado para eles pro resto da vida. E como prepará-los para os melhores resultados, para que um dia seja feita a passagem de bastão e eles possam até mesmo se tornarem líderes? Com projetos pensados especificamente para eles, isso é muito possível! Sua empresa não sabe como fazer isso? A Fábrica pode ajudar com a nossa Trilha de Estagiários. Dentre a programação da nossa trilha, estão atividades como: estagiários que foram efetivados dando dicas do perfil que os novos estagiários precisam ter para conseguirem uma vaga efetiva; os estagiários tendo um dia como CEO; e também, é possível que eles vivam um dia como operários, conhecendo o dia a dia de outras áreas! Trilha de estagiários eficaz Com as mudanças e evolução das coisas é preciso mudar também a forma como esses estagiários são treinados e capacitados. A Fábrica está apta a transformá-los em profissionais completos! Quer saber mais sobre a nossa Trilha de Estagiários épica que transforma jovens talentos em futuros profissionais de sucesso? É só nos contatar pelo whatsapp disponível aqui no nosso site! Fontes: UniBH | Folha de Londrina | Blog Vee Digital | Economia SC |

Onboarding
Gestão de pessoas, Inovação

Onboarding, colocando o time pra jogo

Ok Fábrica, mas o que é onboarding? A palavra onboarding vêm do inglês e significa “embarcar”, também conhecida como solicitação organizacional. Afinal, o que é “onboarding”? O termo surgiu em 1970 e representa o processo de integração do novo funcionário em uma empresa. O intuito é que ele se adapte e entenda as diretrizes da organização com mais facilidade, ou seja, é um manual de capacitação! Qual a sua importância? Os líderes das empresas sabem o quão desafiador é encontrar profissionais que sejam ideais para as vagas oferecidas, mais difícil ainda é integrá-los em sua cultura organizacional. É quase um casamento, né? Porém, essa relação pode dar muito certo quando baseada em uma capacitação de qualidade! Segundo pesquisa realizada pela Society for Human Resource Management (SHRM), as organizações que promovem processos de integração de maneira estruturada chegam a ter 62% mais de produtividade. O estudo ainda mostra que, o índice de permanência do funcionário capacitado por onboarding é 50% melhor. Ou seja, quando o colaborador se sente realmente inserido em seu trabalho, as chances de ele permanecer na empresa contratante, aumentam! De acordo com o que acredita a Dra. Talya Bauer da Fundação SHRM um processo de onboarding de qualidade precisa de quatro elementos os quais ela denominou de Quatro C’s: Compliance, Clarification, Culture e Connections. Traduzidos para o português como conformidade, esclarecimento, cultura e conexão. O que são os 4 C’s Conformidade: quando as regras e regulamentos ligados às políticas básicas da empresa são ensinadas aos funcionários. Esclarecimento: garantir que o colaborador tenha entendimento de suas atividades de trabalho e expectativas geradas em torno delas. Cultura: deixar claro aos profissionais contratados às normas organizacionais – tanto formais, quanto informais. Conexão: é sobre as relações interpessoais e rede de informações que os colaboradores devem construir. Dessa forma, o departamento de recursos humanos tem papel fundamental nesse processo. Afinal, são eles que desenvolvem os procedimentos para integrar e engajar os profissionais na equipe . Cases de sucesso LinkedIn A empresa tem um ritual para que seus novos funcionários tenham um primeiro dia de trabalho especial. Ao chegar na organização, o novato recebe um kit de boas-vindas com caderno, itens específicos de acordo com a área de atuação, bem como, uma cópia do livro “Comece por você”, escrito pelo fundador da empresa, Reid Hoffman. Assim, a recepção ainda conta com a decoração da mesa do profissional, que tem cartões que dizem You’re [In], que no português quer dizer “você está dentro”, a frase brinca com o logo da rede empresa. Facebook No Facebook, os recém-chegados passam por treinamentos de seis semanas, para entender seu papel na empresa e a cultura organizacional dela. Dessa forma, o onboarding da companhia visa promover a integração de forma mais rápida e produtiva. Apple A companhia surpreende seus colaboradores os presenteando com nada menos do que um iMac que ele pode configurar da maneira que preferir, juntamente com uma camiseta que contém o ano de iniciação da sua carreira dentro da empresa. Google Famosa por ser uma das melhores empresas para se trabalhar, o Google também utiliza o onboarding. O funcionário é recebido, por exemplo, por pequenos grupos de colaboradores. Em alguns casos, eles também recebem um chapéu colorido, com uma hélice e a palavra “Nogger” – junção das palavras new e googler) bordada. O intuito é que o momento seja aconchegante e descontraído, para que os novatos se sintam acolhidos. Os benefícios do processo de integração Motivação. Ao passo que, a empresa valoriza o processo de seu funcionário desde o princípio, se preocupando até mesmo com a sua recepção, consequentemente, aquela pessoa se sentirá muito mais motivada a realizar suas atividades. Integração. O onboarding tem como uma de suas características promover eventos sociais para a integração da equipe. Um time unido potencializa resultados, afinal, uma boa equipe vale muito mais do que talentos isolados. Retenção de talentos. Quando o profissional se sente integrado, seguro para desenvolver seu trabalho e acima de tudo, quando ele entende e se enquadra rapidamente ao funcionamento da empresa, isso diminui a chance de ele sair da companhia antes mesmo de mostrar seus talentos e habilidades. Redução de rotatividade. Conforme o item acima, quando a empresa retém talentos, ela aumenta o tempo de permanência daquele profissional. O que traz vantagens tanto na parte do financeiro pelas taxas de turnover, quanto na credibilidade, afinal, as pessoas não se sentem seguras em organizações com alta rotatividade. Capacitação. Por último, mas não menos importante, ao contrário, de suma importância. A capacitação prepara e adapta a curto prazo, diminuindo os erros futuros e garantindo bons resultados para a companhia. Se você gostou desse conteúdo pode se surpreender ainda mais com nossos workshops e treinamentos totalmente preparados para capacitar e potencializar os talentos da sua equipe! Por Karina Mendes Fontes: Neil Patel | Jhome | RunRun | Senior | Xerpa | Impulse

A Humanização Se Aliando aos Resulltados
Business, Gestão de pessoas

A humanização se aliando aos resultados

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” column_margin=”default” column_direction=”default” column_direction_tablet=”default” column_direction_phone=”default” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” row_border_radius=”none” row_border_radius_applies=”bg” overlay_strength=”0.3″ gradient_direction=”left_to_right” shape_divider_position=”bottom” bg_image_animation=”none”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_tablet=”inherit” column_padding_phone=”inherit” column_padding_position=”all” column_element_spacing=”default” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” column_link_target=”_self” gradient_direction=”left_to_right” overlay_strength=”0.3″ width=”1/1″ tablet_width_inherit=”default” tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” bg_image_animation=”none” border_type=”simple” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text] Ambiente de trabalho humanizado A gestão humanizada é o alinhamento entre os objetivos da empresa com a satisfação e a felicidade pessoal do colaborador, juntamente com a harmonia do ambiente que tende a ficar mais leve com esse processo. O intuito é a construção de relações em que todos ganham! O capital humano é essencial para que qualquer negócio rode. Por isso, o gerenciamento de pessoas é fundamental e não pode ser deixado de lado! A humanização empresarial preza pela empatia, alegria, afeto, entre outros elementos que até então, não eram vistos como prioridades. É como se antigamente, as pessoas fossem vistas como máquinas. Atualmente, com essa mudança no cenário, é notado que existem seres humanos por trás de cada um dos funcionários. As empresas que apostam na humanização veem a importância de criar laços e conexões com pessoas, afinal ao passo que o funcionário se sente não apenas número, mas parte de uma engrenagem, ele retribuirá isso com satisfação e produtividade. Segundo o artigo “Empresa Humanizada: a organização necessária e possível” de Sylvia Constant Vergara e Paulo Durval Branco: “Entende por empresa humanizada aquela que, voltada para seus funcionários e/ou para o ambiente, agrega outros valores que não somente a maximização do retorno para os acionistas”, afirma o artigo. A Fábrica está passando pelo processo de humanização Muitas companhias já vêm apostando nesse tipo de relacionamento e isso se dá pelo fato de se inspirarem nas startups que, nas últimas décadas, trouxeram para o mercado, modelos de negócios mais flexíveis e focados na qualidade de vida de seus colaboradores. Com isso, cresceram as ideias de inserção de atividades lúdicas no ambiente de trabalho, como videogames, pebolim, mesa de sinuca, salas de relaxamento e até mesmo o incentivo para que sejam levados animais de estimação para os espaços de trabalho. Na Fábrica, por exemplo, todas as nossas reuniões gerais que ocorrem semanalmente, nesse momento online, começam com jogos para que haja um momento de descontração e depois possamos focar nas pautas mais densas. Temos também, o momento de highlight para que os colaboradores troquem experiências positivas que tenham ocorrido durante a sua semana pessoal e profissional! Outra ação que implantamos por aqui, e que tem se tornado comum nas empresas é a introdução da figura de um psicólogo para que os funcionários tenham apoio profissional em momentos que julgarem necessário. Empresas humanizadas agradam clientes e colaboradores De acordo com uma pesquisa realizada pela USP de São Carlos com 1.115 empresas (900 mil avaliações de consumidores e 136 mil avaliações de colaboradores), os resultados são positivos para as empresas que tratam a humanização como prioridade. “Empresas humanizadas agradam mais a clientes e colaboradores: há uma satisfação 240% superior por parte dos clientes, e níveis 225% maiores de bem-estar entre os colaboradores. Em um período de 4 a 16 anos, elas alcançam mais que o dobro de rentabilidade financeira em comparação à média das 500 maiores empresas do País”, revela a pesquisa. O estudo ainda destaca a importância de o funcionário ter voz e poder de decisão. “Companhias humanizadas procuram envolver os colaboradores nas tomadas de decisões e entregam salários e benefícios justos. A moeda de troca, de acordo com o estudo, é maior produtividade e satisfação entre membros e clientes”, segundo a USP de São Carlos. Os benefícios da humanização corporativa Funcionários produtivos Quando o empregador entende as necessidades de seus funcionários, ele passa a criar estratégias para que, os profissionais transformem suas expectativas em produtividade! Quando a equipe tem espaço para equilibrar o pessoal e o profissional, sem dúvidas, trabalhará muito mais motivada. Como resultado de um trabalhador feliz, temos uma empresa com resultados potencializados. Equipe colaborativa Quando o líder dá espaço para que sua equipe crie com liberdade, a tendência é que isso transforme a equipe num time onde todos estão engajados a se ajudar e a dar ideias! Ambiente propício a amizades Um time unido e caminhando junto faz com que os profissionais se vejam como companheiros e aliados, e não como competidores ou concorrência. Em decorrência, o companheirismo se estende também para a vida pessoal. Retenção de talentos Por fim, quando alinhado com os objetivos da empresa e trabalhando feliz, o funcionário tem mais chances de fazer carreira dentro dela! Para as empresas que visam a humanização é imprescindível que promovam a diversidade, momentos de interação e descontração para a equipe. E, acima de tudo que conheçam seus funcionários. Além, de investirem e valorizarem a busca por conhecimento!  Por Karina Mendes Fontes: Panrotas | Eureca | FIA | Jornal USP | [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

O-vies-inconsciente-no-ambiente-de-trabalho
Gestão de pessoas

Como minimizar o viés inconsciente no ambiente de trabalho

O viés inconsciente no ambiente de trabalho gera impactos Em primeiro lugar, quando você mentaliza um profissional bem sucedido, o que vem em sua mente? Em algum momento da vida, todos nós já tomamos decisões erradas ou por vieses inconscientes no ambiente de trabalho. Sabe aquele pré-julgamento feito pela aparência, gênero, raça, orientação sexual, deficiência, origem, religião, características físicas de outra pessoa? Entretanto, muitos desses pré-conceitos estão enraizados em nossa sociedade. Dessa forma, o viés inconsciente no ambiente de trabalho pode gerar impactos. A Fábrica te explica como! O que é o viés inconsciente De acordo com o professor Antônio Pereira, neurocientista do Rio Grande do Norte, integrante do Projeto Implícito (organização colaborativa sem fins lucrativos que estuda o tema), vieses inconscientes são mecanismos do cérebro humano explicados pela neurociência como resultados da formação e organização cerebral, baseados tanto em nossas experiências e ambientes de vida, quanto em uma herança ancestral e primitiva. Os neurocientistas acreditam que essa formação de estereótipos na cabeça das pessoas é inevitável. Entretanto, ao associarmos um juízo de valor a esse viés inconsciente, muitas vezes são gerados preconceitos e discriminações. Consequentemente, isso traz repercussões negativas em nossas vidas sociais e no ambiente de trabalho. O seu inconsciente determina a maior parte de suas decisões e é capaz de definir até o seu comportamento. Além disso, representa todas as memórias e combinações possíveis entre elas. Também acontecem no inconsciente processos de decisão, registros de traumas e até percepções de mundo que ainda não foram foco de atenção. Segundo o neurocientista indiano S. Ramachandran, sua consciência responde só por 10% do que acontece em seu cérebro (esse conteúdo varia, numa constante migração entre o que fica no consciente e no seu “subterrâneo”). Além disso, o psicólogo Marco Callegaro, afirma em seu livro “O novo inconsciente” que estimativas que medem o processamento de informações em bits apontam o inconsciente como 200 mil vezes mais rápido e potente que o consciente. Conheça os 5 tipos de vieses inconscientes mais comuns Uma das pesquisadoras sobre o tema no Brasil, Regina Madalozzo, aponta os cincos tipos de vieses inconscientes mais frequentes. São eles: Afinidade: Acontece sempre que avaliamos de maneira melhor pessoas que se pareçam conosco, como em questões de gênero, raça, idade, histórias de vida. Percepção: Quando damos força a estereótipos entranhados na sociedade ou cultura em que estamos inseridos. Confirmatório: É quando procuramos informações que confirmem nossas teses iniciais e rejeitamos os pensamentos contrários aos nossos. Efeito de halo/auréola: Tendência a superestimarmos pessoas por virtudes ou características que julgamos positivas, assim que a conhecemos. O que faz com que, logo, ignoremos outros atributos que poderiam ser importantes. Efeito de grupo: Propensão a pensarmos e seguirmos o comportamento da maioria. Os vieses enraizados no ambiente de trabalho Os vieses inconscientes não só impactam os processos de gestão de pessoas, como também impactam e influenciam nas tomadas de decisões. Seja no momento de uma reunião, em que a maioria da mesa é composta por homens, e por muitas vezes, a voz da mulher é diminuída ou silenciada. Ou até mesmo quando, por vezes, a maioria dos cargos de poder nas companhias são ocupados por homens brancos, héteros e com mais de 45 anos. Como minimizar os vieses nas companhias Atualmente são realizados processos seletivos às cegas ou exclusivos para pessoas negras, com deficiência, entre outras minorias, como maneira de inserção e inclusão no mercado de trabalho, o que é de suma importância. Contudo, outra maneira de promover a diversidade, é com a promoção de treinamentos que preguem a igualdade e a comunicação empática entre os colaboradores nas companhias. Por fim, a Fábrica cita algumas maneiras de diminuir esses preconceitos e pré-julgamentos no cotidiano: Identifique os vieses que você pratica. Antes de mais nada, é preciso descobrir quais são os vieses predominantes em sua vida e seus hábitos. Reconheça os seus vieses. Não tenha medo ou vergonha de reconhecer os seus preconceitos. Mude os seus hábitos. Enfim, tente suspender o julgamento inicial. Ao conhecer pessoas novas, dê a elas a chance de se mostrar. E se esforce para entender que somos todos seres humanos com a liberdade de exercermos nossas diferenças. É muito difícil eliminarmos permanentemente os vieses de nossa sociedade. Porém, podemos minimizar esses costumes e dessa forma, tornarmos nossos ambientes de convívio, em lugares em que a diversidade vence o preconceito. Por fim a Fábrica inclusive, tem dois workshops que falam sobre a diversidade e a comunicação não-violenta, que são duas ferramentas cruciais na redução dos vieses. Para saber mais sobre nossos workshops, treinamentos e palestras é só entrar em contato pelo consultoria@fabricadecriatividade.com.br Ahhh, e aproveita para ler o que escrevemos sobre a diversidade e a comunicação não-violenta aqui no blog. Por Karina Mendes Fontes: Blend-edu, Exame, Caputconsultoria, Tab.uol, Linkedin

Um homem e uma mulher discutindo
Gestão de pessoas

Como a Comunicação Não Violenta impacta positivamente uma empresa

Entendendo a Comunicação Não-Violenta Antes de mais nada, você sabe o que significa o termo “comunicação não-violenta”? A Fábrica começa te explicando o conceito dessa cultura. A Comunicação Não-Violenta (CNV) parte do princípio de uma conversa que flui sem agressividade, de maneira clara, leve e honesta. Essa seria a comunicação ideal para qualquer tipo de relação saudável. Contudo, não é algo que aconteça de maneira natural com todo mundo. Em alguns casos é preciso praticar e treinar o modo de falar, ler e responder outras pessoas. Bem como aquela piadinha disfarçada de deboche, aquele momento em que utiliza-se de um tom ríspido com o colega na frente do grupo ou de maneira individual, aquele julgamento ao invés de acolhimento, tudo isso faz parte de algo que está enraizado em nosso ambiente de trabalho. Desde que nascemos somos ensinados a viver no modo de ataque e defesa em nossa comunicação, é como se essa fosse uma maneira de não mostrarmos vulnerabilidade diante de outras pessoas. Porém, pouco nos é mostrado sobre o quanto isso pode afetar nossas relações durante a vida. O surgimento da CNV Marshall B. Rosenberg, psicólogo americano, tinha 9 anos quando precisou ficar trancado em sua casa durante 3 dias, com sua família. O motivo foi um conflito racial acontecido em Detroit que causou a morte de quarenta pessoas. Posteriormente, e não por acaso, na década de 60, Marshall criou o conceito da CNV. Em 1984, o psicólogo fundou uma ONG chamada Centro para Comunicação Não-Violenta, que tem como missão promover essa cultura pelo mundo. Marshall se aprofundou cada vez mais no tema durante a vida e chegou a participar de desenhos de acordos de paz em mais de 60 países, treinando inclusive, mediadores de conflitos. No ano de 1999, lançou o livro “Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”, desde já um best-seller mundial. Introduzindo a empatia em nosso cotidiano De antemão somos agressivos quando fazemos julgamentos, dessa forma praticamos bullying, transferimos nossas culpas, praticamos a discriminação, falamos sem escutar, criticamos outras pessoas ou até nós mesmos, reagimos com raiva e agimos na defensiva. Sobretudo, de que maneira isso pode ser mudado? Existem quatro elementos que devem ser levados em consideração durante um diálogo, seja no momento de falar ou de ouvir. São eles: Observação: Quando passamos para o campo de observação conseguimos entender a situação do outro. Ou seja, não estabeleça pré-julgamentos, e não adote uma postura defensiva. Afinal é preciso ouvir o que o outro tem a dizer e principalmente compreender o que ele quer dizer! Sentimento: Exponha o que sente em relação ao que foi observado e escutado! Isso faz com que a outra pessoa entenda que aquela situação pode causar sentimentos que venham a interferir na maneira de reagir. Necessidades: Nesse momento você apresenta suas necessidades decorrentes dos sentimentos causados pela conversa. Posteriormente, cabem aqui, reflexões como: O que quero com esse diálogo? Eu consegui? Se sim, a que custo? O que preciso? O que eu esperava quando agi dessa maneira? Para conseguir o que queria, prejudiquei minha relação com aquela pessoa? A machuquei de alguma maneira? Pedidos: Por último, chegou o momento de pensar em ações para resolver a situação. E, ao invés de utilizar de frases como: “preciso de mais espaço de fala”, utilizar frases como: “para mim, é importante concluir minha fala antes de ouvir a sua”. Sobretudo, fica claro o pedido e a maneira como ele pode ser atendido. Os benefícios da Comunicação Não-Violenta Quando aplicada no ambiente de trabalho, a comunicação não-violenta é capaz de aumentar e garantir a segurança dos diálogos entre os profissionais. Contudo o que possibilita a aproximação entre colegas de trabalho, líderes e aliados e traz resultados benéficos e importantes para a empresa. Entre os resultados da empatia corporativa estão: Crescimento: As 10 melhores empresas segundo o “Índice de Empatia Global” em 2016, tiveram um aumento em seu valor mais de duas vezes maior que as 10 piores. Produtividade: Empresas empáticas também geraram 50% mais lucro por funcionário que as 10 piores. Receita: As 10 melhores empresas tiveram um aumento de 6% em média na receita, enquanto as 10 piores tiveram uma queda de 9% em média. Além disso, fica claro que vivemos em um momento denominado de “novo normal” onde ser empático está na moda, e que incrível podermos entender que em determinados momentos, a evolução pessoal está ligada ao simples fato de nos comunicarmos de maneira melhor. Por fim, não esqueça, para atingir resultados UAU no CNPJ é preciso primeiro, tornar-se UAU em seu CPF. Comece esse processo ouvindo, entendendo e tendo diálogos saudáveis com o seu colega! Por Karina Mendes Fontes: Spark Gestão, Inovação Sebrae Minas, Blend-edu, Personare

Grupo de doutores ou cientistas motivados, sentado ao redor da mesa na sala de conferências da clínica moderna, dando um gesto de cinco com as mãos, depois de um ótimo trabalho em equipe.
Gestão de pessoas

Uma boa equipe vale mais do que muitos talentos isolados

O trabalho em equipe é uma via de mão dupla e os aprendizados são mútuos e diários. Talentos isolados não garantem o sucesso do time, o conhecimento torna-se ainda mais enriquecedor quando compartilhado com o colega. Como exemplos disso temos, o filme ”Coringa” que ganhou o Oscar de melhor ator, mas não venceu a categoria de “melhor filme”. O jogo Brasil x Alemanha na copa de 2018 onde tínhamos os melhores jogadores em campo, mas a Alemanha tinha a melhor equipe e assim perdemos de 7×1. E Jackson 5, que tinha o maior artista pop de todos os tempos, mas não foi a maior banda da história. E você, atualmente, está jogando sozinho ou em equipe? “Eu sou parte de uma equipe. Então, quando venço, não sou eu apenas quem vence. De certa forma, termino o trabalho de um grupo enorme de pessoas”, Ayrton Senna. É importante destacar também a importância de dividirmos nossas vitórias e conquistas  com nossos colegas de trabalho. Na Fábrica, encontramos um jeito leve e descontraído de fazer isso. Tudo começou nos corredores da empresa, quando nos encontrávamos e perguntávamos “Quais são as novidades?” e assim, ouvíamos nossos companheiros relatarem os acontecimentos de sua semana. Pois bem, desse simples ato surgiu a questão “porque não tornarmos isso um hábito?”. Agora é lei, nos nossos encontros semanais, mesmo que on-line, nossa equipe compartilha algo de positivo ou marcante, seja profissional ou pessoal, que tenha ocorrido durante sua semana, é o nosso momento “Highlight”. Essa é uma forma de incentivo a encararmos os desafios da vida e do cotidiano de maneira mais leve, absorvendo sempre algo de relevante ou positivo de cada situação. Bora tentar praticar a positividade com a sua equipe? Por Karina Mendes e Lorena Vasconcelos

Scroll to Top