Fábrica de Criatividade

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Palestras de Criatividade que Transformam Cultura
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Palestras de Criatividade que Transformam Cultura: Além das Técnicas, Mudando Mindsets

Você já ouviu falar sobre palestras de criatividade transformação cultural? Elas são mais do que simples apresentações; são experiências que podem mudar a forma como pensamos e agimos. Quem não gosta de um bom ‘clique’ mental que nos leva a ver o mundo de maneira diferente? As boas palestras fazem exatamente isso: elas expandem nossos horizontes e nos inspiram a adotar novos comportamentos. Exemplo de Inspiração – TED Talks e Além 🎤 Um grande exemplo disso é a famosa palestra do Sir Ken Robinson no TED Talks, “Do Schools Kill Creativity?”. Esta apresentação em particular é um verdadeiro clássico quando falamos sobre como as palestras podem inspirar transformação. Robinson aborda, com humor e profundidade, o tema da educação e como ela subscreve a criatividade nas crianças. Isso faz com que o público pense sobre como estamos moldando a cultura educacional atual e quais mudanças são necessárias para fomentar a criatividade. Além do Óbvio: O Início de uma Jornada 🚀 Que tal pensarmos nas palestras de criatividade transformação cultural como o primeiro passo em uma longa jornada de mudança? Na segunda parte deste artigo, vamos explorar estratégias práticas para implementar essas ideias brilhantes no dia-a-dia e como podemos continuar alimentando a criatividade ao longo do tempo. Continuaremos essa jornada juntos e descobriremos como transformar toda essa inspiração em ação concreta. criatividade que contagia: como palestras podem virar o ponto de virada cultural da sua empresa 3 métodos para mudar mindsets de verdade: #DataFabri Case de Sucesso 🎨 case de sucesso: 3m e o nascimento do post-it empresa: 3mprojeto criativo: post-it® notescontexto: liberdade para a experimentação e erro 🔍 o desafio nos anos 1970, um cientista da 3m chamado spencer silver desenvolveu um adesivo que era… fraco demais. ele não colava como deveria. para muitos, seria um fracasso. mas a 3m tinha (e ainda tem) uma política chamada “15% time”, onde os funcionários podem dedicar 15% do seu tempo a projetos próprios, mesmo que pareçam inúteis no início. 💡 a virada criativa anos depois, art fry, outro funcionário da 3m, lembrou do tal adesivo enquanto buscava uma solução para marcar páginas em seu hinário sem estragar o papel. ele aplicou o adesivo fraco em tiras de papel e criou o primeiro protótipo do que hoje conhecemos como post-it. ao invés de uma falha, o “adesivo fraco” virou uma das invenções mais rentáveis da história da empresa, gerando bilhões de dólares e se tornando um ícone da cultura de criatividade aplicada. 📈 os resultados 🧠 moral do case criatividade floresce quando há espaço para errar, experimentar e, principalmente, rever o valor das “falhas”. o post-it não nasceu de um brainstorm mirabolante, mas de uma cultura que não poda a curiosidade. Conectando Criatividade e Treinamento Na jornada de transformação cultural, nossos treinamentos, como o Fator UAU, proporcionam o desbloqueio de um mindset criativo e inovador. Eles não apenas integram técnicas emergentes de criatividade, mas também capacitam seus participantes a serem protagonistas de suas histórias. Conheça mais sobre nossos treinamentos aqui. Palestras de criatividade transformação cultural são ferramentas poderosas para qualquer organização que aspire inovar e se destacar. Elas não só motivam, mas também reconstroem o ambiente corporativo tornando-o fértil para ideias originais. Perguntas Frequentes (FAQs) O que são palestras de criatividade? São eventos focados em despertar o potencial criativo dos participantes, promovendo mudanças de mindset e comportamento. Como as palestras de criatividade impactam a cultura empresarial? Elas incentivam um ambiente colaborativo e inovador, fundamental para o desenvolvimento contínuo da empresa. Quem pode se beneficiar dessas palestras? Desde líderes seniores até colaboradores em todos os níveis, todos podem se beneficiar das mudanças de mindset propostas. As palestras de criatividade podem realmente transformar a cultura organizacional? Sim, uma cultura que abraça a criatividade está mais preparada para enfrentar desafios e aproveitar novas oportunidades. Como posso participar das palestras de criatividade? Entre em contato conosco e descubra como você e sua equipe podem participar de nossos programas inspiradores. Siga-nos nas redes sociais para mais novidades: Instagram e LinkedIn 🥳

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Inteligências Artificiais do mundo corporativo: 6 que estão no hype (e você precisa conhecer)

já se perguntou como algumas empresas parecem estar sempre um passo à frente? não é só mágica ou sorte. muitas vezes, o segredo está em como elas usam as inteligências artificiais do mundo corporativo. sim, no plural mesmo. porque a era da IA não é sobre um único robô genérico respondendo perguntas: é sobre um exército digital de cérebros que pensam, analisam, criam e decidem. neste artigo, a gente vai mergulhar nas 6 inteligências artificiais do mundo corporativo que estão bombando em 2025. vou te mostrar como elas funcionam, por que estão no hype e, claro, como você pode aproveitar essas ferramentas antes que sua concorrência chegue primeiro. 💥 1. inteligência de linguagem generativa (LLM): o cérebro que escreve relatórios, propostas e discursos as ferramentas de linguagem natural como chatgpt, claude, gemini e o novíssimo Qwen 3, da Alibaba Cloud, deixaram de ser só bate-papo e viraram assistentes estratégicos. o Qwen 3 é hoje o LLM mais hypado de 2025, com arquitetura híbrida, suporte multimodal (texto, imagem, vídeo e áudio), janela de até 128 mil tokens e código aberto sob licença Apache 2.0. empresas já estão usando essas inteligências artificiais do mundo corporativo para: segundo a mckinsey, a produtividade pode aumentar até 40% em áreas administrativas com o uso de IA generativa. e sabe o melhor? ela aprende com os dados da sua empresa. ou seja, quanto mais você usa, mais ela fala como você. Nova promessa no jogo: DeepSeek R1 outro nome que tem agitado o mercado é o DeepSeek R1, desenvolvido na china com licença MIT e foco em eficiência. ele alcançou desempenho comparável ao gpt-4o da openai, com custo bem menor. empresas como a bmw anunciaram o uso do deepseek r1 em veículos inteligentes no mercado asiático. além disso, o deepseek r1 tem se destacado por sua capacidade de resolver problemas matemáticos, realizar raciocínio lógico e ser aplicado tanto no setor automotivo quanto no jurídico e educacional. com isso, se tornou uma opção atraente para empresas que querem performance sem gastar rios de dinheiro. 2. IA preditiva: o oráculo das decisões empresariais quem não quer prever o futuro, né? com a inteligência artificial preditiva, isso não é mais ficção científica. em 2025, o software mais hypado dessa categoria é o DataRobot. ele ganhou destaque global por automatizar a criação e gestão de modelos preditivos com altíssima precisão — sem exigir que o usuário saiba programar. as empresas têm adotado o datarobot para: com uma interface amigável e integração fácil com diversas plataformas, o datarobot se tornou uma escolha popular em setores como saúde, finanças, varejo e manufatura. essas IAs analisam grandes volumes de dados e geram previsões para: exemplo real? a coca-cola usou uma IA preditiva para ajustar suas campanhas de marketing em tempo real, prevendo o que os consumidores queriam antes mesmo de pedirem. o resultado? aumento de 4% nas vendas trimestrais em um único ciclo. 3. IA para análise de sentimentos: o termômetro emocional do seu time e dos seus clientes imagina saber, em segundos, como seus colaboradores estão se sentindo ou o que os clientes realmente pensam do seu serviço. em 2025, o software de análise de sentimentos mais hypado é o Brand24. essa plataforma usa inteligência artificial para classificar automaticamente menções como positivas, negativas ou neutras — e vai além: também detecta emoções específicas como alegria, raiva e medo. essas inteligências artificiais do mundo corporativo usam algoritmos de linguagem natural para ler emoções em: com o brand24, empresas conseguem monitorar em tempo real sua reputação digital, identificar crises antes que elas explodam e entender quais temas estão dominando as conversas sobre sua marca. empresas como a accenture usam isso para medir o clima organizacional diariamente. o RH virou quase um psicólogo digital. e isso ajuda a tomar  Ajude o seu time para o Futuro da IA’s com a Fábrica Conhecer as inteligências artificiais do mundo corporativo é apenas o primeiro passo. Para realmente transformar sua empresa e prepará-la para o futuro, é essencial capacitar sua equipe para aplicar essas tecnologias de forma estratégica e criativa. O Programa de Inteligência Artificial da Fábrica de Criatividade oferece uma abordagem prática e personalizada para integrar a IA no seu negócio. Com workshops dinâmicos e ferramentas aplicáveis, sua equipe aprenderá a: Ao investir no desenvolvimento das habilidades do seu time, você garante que sua empresa não apenas acompanhe as tendências, mas lidere a transformação digital no seu setor. 🚀 Pronto para dar o próximo passo? Conheça o Programa de Inteligência Artificial da Fábrica de Criatividade e descubra como preparar sua equipe para o futuro da IA no mundo corporativo. 4. IA para recrutamento: o caçador de talentos invisíveis currículos mentem, mas padrões de comportamento não. com IA de recrutamento, as empresas conseguem identificar perfis ideais de candidatos não só com base em palavras-chave, mas em: a unilever, por exemplo, usou IA em mais de 250.000 entrevistas e reduziu o tempo de contratação em 75%. além de agilidade, ganhou assertividade na escolha de talentos. um dos grandes aliados atuais no recrutamento com IA é o hireflow.ai, uma plataforma que combina agentes inteligentes com bancos de dados atualizados em tempo real, rastreando automaticamente perfis ideais no linkedin, github e outras fontes. ele já é usado por startups do vale do silício e promete reduzir o tempo de sourcing em até 80%, além de oferecer insights sobre compatibilidade comportamental e habilidades emergentes. 5. IA conversacional para customer success: o novo gerente de relacionamento sabe aquele pós-venda que nunca dá tempo de fazer direito? com IAs conversacionais específicas para sucesso do cliente, empresas conseguem: isso já virou padrão em empresas como nubank e spotify, que criaram bots de atendimento que falam como humanos e geram dados valiosos sobre a jornada do usuário. além disso, ferramentas como o Botpress e o Chatsimple estão se destacando em 2025. o botpress permite criar agentes conversacionais personalizados com integração a plataformas como slack, whatsapp e facebook messenger, enquanto o chatsimple é ideal para vendas e suporte, com conexão direta ao hubspot, salesforce e crm

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WEB SUMMIT RIO 2025 – RESUMO

O Web Summit Rio 2025 é um evento multidisciplinar, com diversos temas, palestras, stands, masterclasses e non-stop. Os números da edição de 2025 do Web Summit Rio não são somente estatísticas; são a prova viva de um evento que atingiu uma nova magnitude. Um total impressionante de 34.552 participantes vindos de 102 países desembarcaram no Rio, transformando o evento em um verdadeiro caldeirão cultural e tecnológico. Delegações significativas vieram não só do Brasil, mas também dos EUA, Portugal, Argentina, Chile, Reino Unido, Índia, Singapura e Equador, demonstrando o alcance internacional do encontro.   Um recorde de 1.397 startups de 43 países diferentes escolheram o Web Summit Rio para apresentar suas inovações, um salto notável de 31% em relação às 1.066 startups de 2024. E onde há inovação, o capital segue: 657 investidores de 26 países marcaram presença, representando um aumento de 32% em relação ao ano anterior. Nomes de peso do venture capital global, como Kaszek Ventures, Andreessen Horowitz, Kleiner Perkins e Upload Ventures, estavam entre os presentes, com investidores vindos não apenas do Brasil, mas também dos EUA, Canadá, Argentina, Singapura, México e Reino Unido, todos em busca do “próximo grande sucesso”. Completando o ecossistema, 516 palestrantes compartilharam seu conhecimento e 846 membros da mídia de 23 países cobriram o evento. As grandes temáticas abordadas nesta edição de 2025 foram: Achei interessante como o evento trouxe quase todos os conteúdos pautados em IA, em inovações e tecnologias. Independente da área, esses foram os temas que reinaram no evento. Apenas no último dia, alguns paineis sobre saúde mental foram trazidos à tona. Uma grande expectativa é que nas próximas edições o tema de bem-estar esteja mais presente em palestras/masterclasses. Sobre a estrutura O modelo do evento contou com 4 pavilhões dentro do RioCentro, e múltiplos paineis de conteúdos realizados em média de 20 minutos.  A impressão que me deu foi exatamente o famoso FOMO (fear of missing out), onde ficamos o tempo todo pensando “estou nesse painel mas poderia estar em outro”. E também o FOMA (fear of missing advertising), por que ficamos com medo de perder oportunidades de marketing e negócios. O evento estava com paineis em diferentes pavilhões e estes não eram tão próximos, e além disso, a curta duração dos conteúdos fazia com que perdessemos o painel no deslocamento de um lugar para outro. Melhorias? A sugestão é que a próxima edição deixe os pavilhões com temáticas específicas e concentre neles os temas. Ex: pavilhão finanças, pavilhão marketing, pavilhão bem-estar.. etc.Deixar o APP traduzido em português e a localização das palestras ficar mais clara, principalmente quando for em stands de clientes. Em vez de estar o código E324 estar escrito: STAND SENAC. Os paineis principais, deixar com uma duração maior de 30 a 45 minutos também ajudaria. Foco em IA e Inovação A Inteligência Artificial se destacou como um tema central, com discussões sobre aplicações práticas em diversos setores, desde plataformas de software até a indústria aeroespacial. Houve também menção ao conceito de ‘Agentic AI’, que representa uma nova fase na evolução da IA. Agora, o objetivo é fazer com que as pessoas ensinem a máquina a fazer atividades que elas fazem hoje em dia e com isso, esses agentes, reduzirão o tempo e trarão eficiência para o processo. Os agentes inteligentes são a grande aposta. Protagonismo Feminino na Tecnologia Um aspecto muito relevante foi a expressiva participação de mulheres no evento, tanto em número de participantes quanto na liderança de startups. O programa ‘Women in Tech’ e as parcerias com diversas comunidades reforçam o compromisso com a diversidade e inclusão no setor tecnológico. Achei algo interessante sobre isso, pois diversas mulheres CEOs, gestores de VCs se apresentaram e trouxeram esse olhar para diversidade. Porém, quando olhamos para o espaço de Pitch de novas StartUps para captação de investimento, notamos a baixa presença feminina.  Ou seja, fica o questionamento se o evento acabou fazendo um recorte (feliz) de mulheres na liderança da tecnologia mas que ainda é pouco representativo e que ainda as mulheres se arriscam pouco a empreender. Web Summit Rio 2025: Em Números Métrica Número/Valor Participantes 34.552 Países (Participantes) 102 Startups 1.397 Países (Startups) 43 Crescimento Startups vs 2024 +31% Startups Fundadas por Mulheres 647 (46%) Crescimento Mulheres vs 2024 +34% Investidores 657 Países (Investidores) 26 Crescimento Investidores vs 2024 +32% Parceiros 171 Palestrantes 516 Mídia 846 Grandes nomes da indústria trouxeram suas perspectivas: Um ponto de equilíbrio sobre todos os conteúdos de IA, foram paineis como da Ivete Sangalo e da Giovanna Antonelli. Ivete falou sobre a importância da autenticidade, da responsabilidade como criadora em criar conteúdos bem alinhados com o que a marca quer transmitir. E Giovanna, brilhou no palco, mostrando cases de sucesso de sua influência. Desde o esmalte azul que vendeu 30 milhões de frascos e esgotou o pigmento na China, até a pulseira de sua personagem Jade que virou febre no Brasil. Gio humanizou o tema, mostrando que nós influenciamos nas conversas que temos e  pela postura que apresentamos ao mundo. Estamos influenciando o tempo todo, inclusive no silêncio. O rapper e músico norte-americano Aloe Blacc falou sobre o verdadeiro AI = AUTHENTIC INFLUENCE, o que de fato faz o ser humano SER humano. O Web Summit Rio 2025 reafirmou sua vocação como um ponto de encontro verdadeiramente global. Essa internacionalização foi visível em iniciativas específicas, como o estande e o evento paralelo da Work in Finland, promovendo ativamente oportunidades de carreira e para startups na Finlândia , e a presença da Austrian Business Agency, convidando os participantes a explorar as possibilidades na Áustria. Curtiu nosso resumo? Aproveita e compartilha nas suas redes sociais e siga a Fábrica de Criatividade no Instagram e LinkedIn: @fabricadecriatividade https://br.linkedin.com/company/fabricadecriatividade Se sua empresa estiver procurando treinamentos corporativos super criativos ou consultoria criativa responda o forms abaixo e fale com nossos consultores.

Gamificação, Informação Rica

tecnofeudalismo: por que o digital precisa voltar a ser estranho 

tecnofeudalismo foi a palavra que douglas rushkoff jogou no palco do sxsw 2025 como uma bomba de realidade 💣. ele não economizou nas palavras e mandou logo: “o digital precisa voltar a ser estranho.” 😳 em meio a tanto papo sobre metaverso, inteligência artificial e blockchain, rushkoff fez o que poucos ousam: trouxe um alerta direto, incômodo e necessário. e sim, ele acertou em cheio no desconforto. neste artigo, quero te mostrar por que essa provocação não só faz sentido como também é urgente — e como o conceito de tecnofeudalismo pode (e deve) mudar a forma como nos relacionamos com o mundo digital. então pega sua bebida favorita ☕🍵, ajusta a postura e bora mergulhar nesse papo que é pra fazer pensar de verdade. o que é tecnofeudalismo? vamos começar do básico. tecnofeudalismo é um conceito criado para descrever o controle quase total que grandes plataformas digitais têm sobre nossas ações, comportamentos e até desejos. no passado, a internet era vista como um espaço de liberdade. hoje, ela se parece cada vez mais com um feudo — onde poucas empresas são os senhores, e nós, usuários, somos os servos.                       rushkoff argumenta que vivemos em um sistema onde trabalhamos, interagimos, consumimos e até nos relacionamos em plataformas que extraem valor de tudo isso — sem nos dar muito em troca. e pior: elas ditam as regras, os algoritmos e as formas de engajamento. é ou não é um novo tipo de feudalismo? 👑📉 por que o digital precisa voltar a ser estranho? pra rushkoff, a internet deixou de ser um território experimental. ela virou um supermercado comportamental, onde tudo é rastreado, medido e vendido. antes, havia espaço para o imprevisível, o criativo, o fora do padrão. agora, somos empurrados para bolhas de previsibilidade — tudo personalizado, sim, mas também tudo controlado. “estranho” aqui não é sinônimo de bizarro, mas de autêntico, diferente, surpreendente. quando o digital perde sua estranheza, ele perde sua alma. o tecnofeudalismo quer que tudo seja otimizado, escalável e rentável. mas será que esse é o único caminho? tecnofeudalismo e o impacto nas relações humanas e no trabalho as empresas também caíram nessa armadilha. muitas se esqueceram que inovação de verdade nasce do desconforto, do inesperado. ao tentar encaixar tudo em planilhas e dashboards, acabamos sufocando o novo. e é aí que entra a provocação de rushkoff: precisamos deixar espaço para o estranho florescer de novo. 🌱🤖 felicidade corporativa pode salvar o tecnofeudalismo sim, você leu certo. a felicidade — aquele sentimento que parecia reservado apenas ao tempo livre — agora é uma poderosa ferramenta estratégica. e mais do que isso: pode ser a chave para desmontar a lógica fria e automatizada do tecnofeudalismo. com o treinamento felicidade dá lucro✅, a fábrica de criatividade convida gestores a refletirem sobre o tipo de ambiente de trabalho que estão construindo. num mundo dominado pela sociedade do cansaço e por métricas impessoais, falar de bem-estar, propósito e autorresponsabilidade é quase um ato de rebeldia. afinal, onde há espaço para o humano, não há espaço para algoritmos que nos aprisionam. e empresas felizes geram equipes mais criativas, engajadas e prontas para subverter o sistema com ideias fora da curva. 😄💡 🚀 quer trazer mais felicidade estratégica para sua empresa e criar ambientes realmente inovadores? entre em contato com a fábrica de criatividade e descubra como incluir esse KPI essencial no seu planejamento de 2025. porque no fim das contas… felicidade também dá lucro — e pode muito bem ser o começo do fim do tecnofeudalismo. existe saída para o tecnofeudalismo? a boa notícia é que sim, existe. e começa com consciência. precisamos repensar nossa relação com as plataformas que usamos todos os dias. será que elas realmente nos servem, ou estamos servindo a elas? iniciativas como redes descentralizadas, economia colaborativa e movimentos de tecnologia ética estão ganhando força. são pequenos atos de resistência ao tecnofeudalismo, e mostram que há outros caminhos possíveis — mais humanos, mais diversos, mais livres. #datafabri – dados sobre tecnofeudalismo case de sucesso: mastodon e o poder da descentralização o mastodon é uma rede social descentralizada que vem crescendo justamente por ir na contramão do tecnofeudalismo. nela, não há um dono central controlando os dados ou os algoritmos. cada instância é gerida por comunidades autônomas, e os usuários têm controle real sobre suas experiências. a plataforma ainda é pequena comparada aos gigantes, mas sua proposta tem conquistado quem busca uma internet mais ética, transparente e participativa. é a prova viva de que dá pra fazer diferente — e de que o estranho pode ser, sim, o futuro. 🌍✨ tecnofeudalismo, criatividade e rebeldia digital a criatividade é o antídoto natural contra o tecnofeudalismo. quando ousamos pensar diferente, experimentar sem medo e criar fora da curva, estamos rompendo com o feudo digital. rushkoff fala sobre isso com paixão: precisamos de rebeldia digital. precisamos recuperar o espírito hacker — não no sentido de invadir sistemas, mas de subverter padrões. seja criando novos formatos de conteúdo, experimentando ferramentas alternativas ou simplesmente dizendo “não” a sistemas opressores, cada atitude conta. e quanto mais gente fizer isso, mais estranho (e mais interessante) o digital vai voltar a ser. conclusão sobre tecnofeudalismo no fim das contas, o alerta de rushkoff no sxsw 2025 é um convite à reflexão. o tecnofeudalismo está aí, firme e forte. mas isso não significa que precisamos aceitar. podemos — e devemos — imaginar uma internet mais criativa, mais autêntica e, sim, mais estranha. então, bora começar? 🌐🔥 perguntas frequentes sobre tecnofeudalismo 1. o que significa tecnofeudalismo na prática? é o domínio quase absoluto de grandes plataformas digitais sobre o comportamento, consumo e até pensamento dos usuários. 2. como o tecnofeudalismo afeta meu trabalho? ele limita a inovação, padroniza relações e transforma a criatividade em um algoritmo. 3. existe alguma forma de escapar do tecnofeudalismo? sim! usar plataformas alternativas, fomentar tecnologia ética e descentralização são caminhos possíveis. 4. por que rushkoff quer que o digital volte a ser

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nova NR1 em destaque: após alerta do SXSW 2025 sobre desconexão social, empresas terão que agir imediatamente!

📢 A nova NR1 e desconexão social entraram de vez no radar das empresas, e não é por acaso! Mesmo com tanta tecnologia, redes sociais e mensagens instantâneas, por que ainda nos sentimos tão distantes uns dos outros? 😕 Essa pergunta ganhou destaque no SXSW 2025, um dos maiores eventos globais sobre inovação e comportamento, onde especialistas deixaram um recado claro: está mais do que na hora de cuidarmos da saúde social no ambiente de trabalho. 💬🏢 E aí você pode se perguntar: “o que isso muda na minha empresa ou na minha rotina?” 🧐 Calma, respira… vou te mostrar tudo, passo a passo, como se fosse aquele papo leve com um amigo no café da tarde. ☕😉 o que é a nova NR1 e por que você deve se importar? A nova NR1 é uma Norma Regulamentadora que veio com tudo para garantir mais do que apenas segurança física—ela também foca no bem-estar emocional e nas conexões humanas dentro das empresas. 💼❤️ Pela primeira vez, o conceito de saúde social ganha protagonismo em uma norma brasileira, e isso muda completamente o jogo! A nova NR1 e desconexão social agora caminham lado a lado como temas essenciais na rotina corporativa. Durante o SXSW 2025, ficou evidente que estamos vivendo uma verdadeira crise de relacionamentos no ambiente profissional. As interações estão superficiais, os laços entre colegas se enfraqueceram e a solidão no ambiente de trabalho se tornou um problema sério. 😓 Quando uma norma regulamentadora como essa entra em vigor, não estamos falando de uma simples sugestão: estamos falando de uma obrigação legal. Ou seja, as empresas precisam se mexer! Ignorar esse novo olhar para a saúde social pode custar caro, tanto financeiramente quanto em clima organizacional. E mais: além de multas e sanções legais, existe o risco de afastamento de talentos e queda na produtividade. Está na hora de olhar para as conexões humanas com a mesma seriedade que olhamos para metas e resultados. A nova NR1 chegou para ser o empurrão que muitas empresas precisavam para virar essa chave. 🔑✨ o alerta do SXSW 2025: desconexão social como crise moderna No SXSW 2025, a pesquisadora Kasley Killam trouxe uma fala poderosa e cheia de propósito: “a saúde social é o elo esquecido no bem-estar corporativo. sem conexões reais e significativas, nenhum sucesso é duradouro.” Mas ela não parou por aí. Em sua palestra “The Missing Key to Living Longer, Healthier, and Happier”, ela apresentou dados científicos mostrando que conexões sociais fortes podem aumentar nossa expectativa de vida, melhorar nosso sistema imunológico e reduzir o risco de depressão. 😮❤️ Ela também explicou que saúde social não é só ter amigos no trabalho, mas sentir-se valorizado, ouvido e conectado com um propósito em comum. Isso impacta diretamente na produtividade, engajamento e até na longevidade das pessoas. Kasley destacou ainda que existem grandes fatores que fomentam essa crise de desconexão social nos ambientes profissionais, entre eles: Trabalhamos lado a lado, mas muitas vezes sem conexão real—esse é o verdadeiro impacto da nova NR1 e desconexão social, que agora passa a exigir que as empresas se atentem a esse pilar tão negligenciado até então. como implementar a nova NR1? Implementar a nova NR1 não é difícil, mas exige dedicação, sensibilidade e uma mudança de mentalidade. Não basta apenas aplicar ações genéricas: é preciso construir uma cultura real de pertencimento e conexão. Comece reconhecendo o problema — ou seja, percebendo que a nova NR1 e desconexão social não são modismos, mas sim fatores que impactam diretamente a produtividade, o clima organizacional e o bem-estar da equipe. 🙌 Depois, vá para a ação. Aqui vão algumas estratégias práticas e aprofundadas que podem transformar o dia a dia da sua empresa: Essas medidas, quando aplicadas com intenção e consistência, fazem com que a nova NR1 e desconexão social deixem de ser um desafio e passem a ser uma grande oportunidade de crescimento humano e corporativo. 🚀💬 comunicação assertiva é a chave para a nova NR1 Quer começar a mudança de verdade? Então é hora de olhar para a comunicação assertiva. Afinal, como criar conexões sociais fortes dentro de uma empresa se ninguém sabe ouvir de verdade, dar feedback com respeito ou lidar com conflitos de forma saudável? 🤔💬 A Fábrica de Criatividade já entendeu isso e desenvolveu o treinamento Comunicação assertiva, que combina CNV (Comunicação Não Violenta), inteligência emocional e técnicas de resolução de conflitos para transformar a comunicação entre líderes e equipes. Tudo isso com foco em ambientes cada vez mais híbridos e ansiosos, como os que a nova NR1 e desconexão social tentam equilibrar. Esse tipo de capacitação é o primeiro passo para implantar uma cultura mais humana, inclusiva e conectada—alinhada com as exigências da nova regulamentação e com os aprendizados do SXSW 2025. 🚀 Quer entender como esse treinamento pode fazer parte do seu planejamento estratégico? Fala com a gente! A Fábrica de Criatividade oferece consultoria personalizada para tornar sua comunicação corporativa mais empática, estratégica e conectada com o que o futuro (e o presente) exige. impacto econômico da nova NR1 Equipes desconectadas perdem foco, colaboram pouco e produzem menos — e isso não é apenas percepção, é realidade comprovada por estudos de mercado. Uma pesquisa da Deloitte mostrou que empresas que promovem bem-estar social têm uma performance financeira 2,3 vezes melhor em relação àquelas que ignoram o tema. 😮📉 Segundo o relatório “State of the Global Workplace” da Gallup (2023), apenas 23% dos trabalhadores no mundo estão engajados — e a principal razão apontada é a falta de conexão emocional com o time e com os líderes. Esse tipo de desconexão gera uma espiral negativa: menos motivação, menos inovação e mais rotatividade.               Pense numa equipe como um celular descarregado: você até tenta usá-lo, mas ele simplesmente não responde. Agora imagine o poder de uma equipe recarregada com interações humanas genuínas, propósito e pertencimento. A nova NR1 e desconexão social formam o combo perfeito para reverter esse cenário. Ela chega para “carregar” sua equipe com

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INSIGHTS SXSW 2025 – O FUTURO É PLANETÁRIO

Oi, pessoal! Vamos bater um papo sobre o futuro planetário,um tema super interessante que rolou no SXSW 2025. A futurista Amy Webb trouxe uma ideia que dá um nó na cabeça, mas faz todo sentido: o design do futuro precisa ser pensado de forma planetária, não só focado no indivíduo.​ Pensa comigo: estamos enfrentando desafios gigantescos, como as mudanças climáticas e crises sociais que afetam todo o mundo. Se continuarmos criando soluções olhando apenas para as necessidades individuais, vamos deixar passar a chance de resolver problemas que impactam a todos nós. Amy sugere que é hora de ampliar nossa visão e considerar o impacto global das nossas criações.​ Ela apresentou o conceito de “Inteligência Viva“, que é a união da inteligência artificial com a biotecnologia. Essa combinação está gerando sistemas que aprendem e evoluem como seres vivos.Antes, vamos aos conceitos menores que compõem a Inteligência VIVA. Bioctecnolgia: é o uso de organismos vivos, como bactérias, fungos ou plantas, para criar ou melhorar produtos e processos que facilitam nossa vida. Por exemplo, a fermentação para produzir pão e cerveja é uma aplicação antiga da biotecnologia, onde microrganismos transformam ingredientes simples em alimentos saborosos.Outro exemplo simples de biotecnologia presente no nosso dia a dia é a produção de iogurte. Nesse processo, utilizam-se bactérias benéficas para fermentar o leite, transformando-o em iogurte. Essas bactérias convertem os açúcares do leite em ácido lático, o que dá ao iogurte sua textura e sabor característicos. Esse método de fermentação é uma aplicação prática da biotecnologia, aproveitando microrganismos para criar alimentos que consumimos regularmente. Egossistema: as decisões giram em torno do “eu”, com líderes focados nos próprios interesses. Isso cria ambientes onde a competição fala mais alto que a colaboração, e cada um pensa só no seu umbigo.​ Por exemplo, em uma empresa onde os líderes tomam decisões visando apenas benefícios pessoais, como no ambiente corporativo, onde aquele líder que ama o presencial e faz todos da equipe voltarem 100%, sem pensar que o híbrido poderia ser uma opção que apoiasse mais a todos de sua equipe.  Ecossistema: aqui a colaboração e o propósito coletivo são prioridade. Todo mundo entende que, trabalhando junto, alcançamos objetivos maiores e melhores. É a famosa união que faz a força!​ Um exemplo corporativo disso é quando empresas formam parcerias estratégicas, como collabs, para oferecer produtos e serviços integrados, beneficiando os consumidores e fortalecendo o mercado.foto foto ilustrativa: a esquerda temos o ecossistema e a direito o cérebro mecanicista do egosistema. Fonte: HBS Portugal. Acontece que desde a revolução industrial no século XIX, quando a industrialização e o capitalismo incentivaram a busca pelo sucesso pessoal e pela acumulação de riqueza. Esse período marcou uma transição significativa, enfatizando a importância do indivíduo no contexto social e econômico. Mais a frente, com o advento da internet, IA, engenharia genética, o ganho da massividade com o poder de escalar soluções individuais de forma coletiva, fazem com que cada dia as coisas tenham menos tempo de validade. O famoso conceito de mundo líquido, onde tudo passa de forma ultrarrápida, nos faz querer consumir mais, gastar mais, desperdiçar mais e tudo isso em prol de estar “atualizado”, de estar na “moda”. Estamos focados no TER e não no SER. A foto acima representa como estamos deixando nosso mundo a cada dia. A série conspiração consumista da Netflix, nos traz dados relevantes de como a indústria tornou tudo descartável.“Talvez o maior perdedor no ciclo de consumismo, no entanto, seja o planeta. Escondidos nos preços baixos das ofertas relâmpago estão os custos para clima e o o meio ambiente, na forma de extração de matérias-primas, poluição e desperdício (quando os produtos são, eventualmente, descartados). Segundo algumas estimativas, a indústria varejista é responsável por um quarto das emissões globais de gases de efeito estufa.”  Joseph Barlett da Fast Company https://fastcompanybrasil.com/impacto/por-dentro-da-conspiracao-que-nos-incentiva-a-consumir-cada-vez-mais/  Dito isso, ao adotarmos uma mentalidade de ecossistema e reconhecermos a riqueza das interações naturais, abrimos portas para soluções mais sustentáveis e harmoniosas. Afinal, estamos todos conectados, e é nessa conexão que encontramos as melhores respostas para os desafios do mundo. Quando Amy Webb fala sobre o futuro ser planetário e não individual, ela traz consigo as preocupações de que temos que ter um futuro mais coletivo e colaborativo.parece óbvio e clichê mas quando percebemos que estamos caminhando para o oposto, para o lado onde o que importa é a CENTRALIDADE no humano, deixamos de perceber que o humano não é o mais importante em toda a cadeia. Deixamos de perceber que não podemos destruir tudo e todos em prol da comodidade ao humano. Outro painel do SXSW sobre emissões de carbono e mundo verde, trouxeram um dado alarmante: “mesmo que o mundo pare de emitir CO2 hoje, o carbono já acumulado continuará aquecendo o planeta por séculos.A startup Climeworks apresentou suas tecnologias de captura direta de ar, mas o consenso foi que nenhuma solução isolada será suficiente. Precisamos combinar:  ✔ Reflorestamento✔ Agricultura regenerativa✔ Tecnologias inovadoras para remoção de CO2  A remoção de carbono deixará de ser um ‘plano B’ e passará a ser um dos maiores mercados emergentes da próxima década. “fonte: report sxsw25 belong be.  Então falando do mundo planetário, sobre a Inteligência Viva, imagina só: produtos e serviços que se adaptam automaticamente às mudanças do ambiente e da sociedade? Isso mostra como é importante pensar no coletivo e no planeta ao desenvolver novas ideias.​ A inteligência viva que irá permear nosso futuro, é um ecossistema de agentes, máquinas e entendidas biológicas. A IV (ou LI – living intelligence em inglês), vai moldar a saúde, a energia e todas as áreas conectadas ao nosso planeta.Além disso, Amy falou sobre a revolução robótica que já está acontecendo. Máquinas avançadas estão assumindo papéis importantes em várias áreas. Isso nos faz refletir sobre como projetar interações entre humanos e máquinas de maneira ética e responsável, considerando o impacto em escala global.​ Mas como juntar essa visão planetária com o design thinking?  Embora o Design Thinking seja frequentemente utilizado para resolver problemas individuais, seus princípios podem ser adaptados para beneficiar grupos

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SeriUAU Killers: As Frases Que Matam a Inovação

A inovação é essencial para a sobrevivência das empresas, mas muitas vezes, frases aparentemente inofensivas que matam a inovação. Expressões como “não se mexe em time que está ganhando”, “não inventa moda!” e “melhor deixar como está” são verdadeiros seriUAU killers, que sufocam ideias novas e impedem o crescimento. Bora entender como isso prejudica sua empresa? Temos um conceito aqui na Fábrica DC que fala sobre trocar o OK pelo UAU.Entregar algo OK é cumprir o básico, fazer o esperado, entregar o que foi pedido sem sair da linha. Funciona? Sim. Mas emociona? Nem um pouco. Agora, quando você entrega algo UAU, você cria uma experiência, surpreende, encanta e deixa uma marca. É o prato que chega à mesa e faz todo mundo pegar o celular pra tirar foto. É o atendimento que resolve o problema antes mesmo de você perceber que tinha um. É aquele detalhe inesperado que faz seu cliente virar fã. O mercado está cheio de entregas OK. Mas os verdadeiros diferenciais vêm de quem busca o UAU. Então, a pergunta é: você quer ser só mais um ou quer ser lembrado? .Porém, infelizmente sabemos que as empresas ainda possuem alta resistência à mudança.Os motivos? Empresas são CNPJs feitos de um monte de CPFs e são esses CPFs que resistem. Desde os tempos das cavernas, nosso cérebro foi programado para buscar segurança e estabilidade, porque qualquer novidade poderia significar perigo. Lá atrás, mudar de rotina poderia ser a diferença entre sobreviver ou ser devorado por um predador. Hoje, o maior risco pode ser só errar um e-mail, mas nosso cérebro ainda reage como se fosse uma questão de vida ou morte. A verdade é que mudar dá trabalho. Exige esforço, quebra de padrões, aprendizado e, principalmente, abrir mão do conforto do que já conhecemos. É por isso que ficamos presos a hábitos, demoramos para adotar novas tecnologias e, muitas vezes, só mudamos quando não temos escolha. As empresas que resistem à inovação ficam para trás e, isso todo mundo já sabe.A resistência pode até nos proteger no curto prazo, mas no longo prazo, só nos atrasa. Além disso, as empresas criam diversas regras e convenções sociais que visam preservar seu status quo. E tudo isso, dificulta inovações acontecerem.  O SeriUAU Killer entra em jogo O conceito tem a ver quando tentamos fazer algo UAU na nossa organização, mas vem aquele balde de água fria na nossa cabeça!  A famosa síndrome de Gabriela (daquela novela antiga Gabriela Cravo & Canela) é aquela que diz que você não muda e não precisa mudar, afinal, você é assim. Relembre com a gente:“Eu nasci assim, eu cresci assim E sou mesmo assim, vou ser sempre assim Gabriela, sempre Gabriela!” Alguns seriUAU killers são mais diretos e fica fácil de identificar. Porém, outros são mais discretos e até parecem “apoiar” a inovação. Mas então frases como:“É uma boa ideia mas aqui não funciona!”; “Já tentaram isso antes e não deu certo!” ; “Já vi gente que tentou fazer isso e foi demitida” ; “. Será que você, ouvindo frases como essa, vai se animar em propor coisas novas? 📊 Datafabri: O impacto da resistência à inovação A falta de inovação pode ser fatal para empresas, e os números comprovam isso: Esses dados mostram que a resistência à inovação não só atrasa, mas pode colocar em risco a própria existência da empresa. 🍻 Papo de bar: O erro da Nokia e a lição do iPhone Se você quer puxar um assunto curioso no bar, aqui vai uma história: lembra da Nokia? Aquela que dominava o mundo dos celulares nos anos 2000? Pois é, ela era praticamente invencível… até que resolveu ignorar o smartphone touchscreen. Quando Steve Jobs apareceu em 2007 com o iPhone, a Nokia torceu o nariz e achou que o mundo ainda queria teclados físicos. Resultado? A Apple dominou o mercado, a Samsung surfou na onda e a Nokia… bom, a gente sabe como essa história termina. Hoje, ela tenta se reinventar, mas nunca mais teve a glória do passado. Moral da história: não subestime a inovação, senão alguém faz isso por você – e melhor. Errar faz parte do jogo – e do crescimento Se tem uma coisa que assusta muita empresa, é o erro. Mas a verdade é que errar não é o problema – o problema é não aprender com o erro. Empresas inovadoras entendem que testar, falhar e ajustar faz parte do caminho para o sucesso. Criar uma cultura do erro não significa incentivar o fracasso, mas sim tirar o medo de tentar. Quando os colaboradores sabem que podem experimentar novas ideias sem o receio de punição, a criatividade flui, as soluções aparecem e a inovação acontece de verdade. O segredo? Trocar a pergunta “quem errou?” por “o que aprendemos?”. Porque no fim do dia, quem nunca erra, nunca inova. Aqui na Fábrica DC temos alguns rituais sobre o ERRO: Neurocientificamente falando, o medo ativa a amígdala, uma estrutura do cérebro responsável por respostas de sobrevivência. Quando estamos com medo, nosso corpo entra em modo de defesa, liberando hormônios como o cortisol e a adrenalina. Isso nos prepara para lutar, fugir ou congelar – reações essenciais na época dos nossos ancestrais, quando um erro poderia custar a vida. O problema é que esse mecanismo ainda funciona da mesma forma hoje, inclusive no ambiente de trabalho. Quando as pessoas sentem medo de errar, de serem julgadas ou punidas, o cérebro bloqueia áreas responsáveis pela criatividade e pelo pensamento inovador, como o córtex pré-frontal. Em vez de arriscar novas ideias, ficamos presos ao que já conhecemos, porque é a opção mais segura. Ou seja, se um time trabalha sob pressão extrema, medo de errar ou cultura de punição, a inovação simplesmente não acontece. Para criar um ambiente inovador, é preciso reduzir o medo e estimular a segurança psicológica, onde errar faz parte do aprendizado e novas ideias são bem-vindas. Afinal, ninguém revoluciona nada com o cérebro em estado de alerta! Construa um ambiente Psicologicamente Seguro para inovar  Um

Consultoria, Informação Rica

Dream Team de 1992 e Vendas: Quando o Processo Supera as Estrelas

No esporte e nos negócios, o sucesso de um grupo está sempre relacionado àquela pergunta: o sucesso vem do talento individual ou do conjunto bem estruturado? No basquete, o Dream Team dos Estados Unidos, liderado por Michael Jordan em 1992, provou que quando um time tem um processo bem definido e um elenco homogêneo de alto desempenho, os resultados são imbatíveis. Em Vendas, os times comerciais que seguem processos estruturados, acima das individualidades, têm desempenho previsível e escalável, nivelados sempre pelos melhores resultados. Vamos ver como construir um dream team de vendas.                           O QUE OS NÚMEROS DIZEM? O DIA QUE O DREAM TEAM TROCOU AS ESTRELAS PELO COLETIVO O Dream Team de 1992 é considerado o maior time de basquete da história, mas o que poucos sabem é que no primeiro treino oficial, contra um time universitário, eles perderam. Sim, um time de estudantes bateu Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird. Por quê? Porque os universitários jogaram como um time estruturado, enquanto as estrelas do Dream Team tentaram decidir no talento individual. Após essa derrota, o técnico Chuck Daly ajustou a estratégia e transformou aquele grupo de lendas em um sistema imbatível, onde cada jogador entendia seu papel. O resultado? O Dream Team atropelou todos os adversários nas Olimpíadas, com média de 44 pontos de diferença por jogo. SALESFORCE E A CULTURA DO PROCESSO Se existe um “Dream Team” no mundo das vendas, é a Salesforce. A gigante do CRM criou um modelo de vendas baseado em processos incrívelmente estruturados utilizando playbooks, role plays, e um onboading maduro, que qualquer vendedor que entra na empresa rapidamente se adapta e gera resultados. Um dos grandes responsáveis por essa revolução foi Aaron Ross, ex-Diretor Comercial da Sales Force e autor do livro “Receita Previsível”. Ele implementou um modelo de prospecção outbound escalável, separando SDRs e Closers e criando um processo de vendas replicável, independente do talento individual de cada vendedor. O impacto? Seu time comercial se tornou um dos mais eficientes do mundo, com crescimento médio anual acima de 20% e ticket médio superior a US$ 100 mil por cliente. Esse modelo foi tão bem-sucedido que se tornou referência para empresas de tecnologia e vendas B2B em todo o mundo. E O SEU TIME É UM DREAM TEAM OU UM GRUPO DE INDIVÍDUOS? Ter talentos individuais é ótimo, mas times de vendas que dependem apenas de poucos “craques” sempre sofrem com inconsistência e rotatividade, e o resultado do ano parece uma montanha russa. O segredo do sucesso está na estrutura: processos bem definidos, treinamento contínuo e um modelo onde qualquer vendedor pode performar bem dentro do sistema, desde que siga o processo comercial. Assim como no basquete, quando o coletivo funciona melhor que a soma das partes, os resultados aparecem. E você, está construindo um Dream Team ou apostando tudo em um único Michael Jordan? Ter um time de vendas estruturado é fundamental, mas para transformar vendedores comuns em verdadeiros campeões, é preciso mais do que processos – é necessário mindset, técnica e prática. O Vendedor UAU, é uma palestra onde eu mostro como qualquer equipe comercial pode aumentar sua performance aplicando estratégias comprovadas de vendas consultivas, inteligência emocional e negociação persuasiva. Se você quer elevar o nível do seu time e garantir resultados previsíveis, fale com nosso dream team de consultores agora.

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dia internacional da felicidade: monte seu employee experience pautado na felicidade e bem-estar

você já ouviu a frase: O FUTURO É ANCESTRAL? sim, quanto mais tecnológico o mundo fica, maior é a necessidade de nos REconectarmos com o nosso passado.Vamos falar um pouco sobre como esse resgate nos ajudará a criar ambientes mais felizes no mundo corporativo com employee experience. Bora juntos? quero antes, trazer alguns conceitos (que podem parecer jogados e aleatórios, mas não são!) fique até o final pra entender que vão nortear nossa conversa aqui. pluriversalidade a futurista grazi mendes fala sobre “Reimaginar futuros na pluriversalidade”, onde trazer para o centro do debate as perspectivas e os saberes dos povos africanos e indígenas. também tem a ver com a ideia de que não existe só uma única maneira de ver o mundo, mas várias, todas igualmente válidas. Em vez de pensar que existe uma verdade absoluta, a pluriversalidade valoriza diferentes culturas, conhecimentos e formas de viver. é como se, em vez de um único “universo” de ideias, tivéssemos vários “pluriversos”, onde cada povo ou grupo tem sua própria visão de mundo e jeito de entender a realidade. isso é muito usado em debates sobre diversidade, descolonização do pensamento e inclusão de diferentes perspectivas na ciência, na filosofia, na sociedade e no employee experience. woke o termo “woke” começou como uma gíria nos EUA para dizer que alguém estava “acordado” para injustiças sociais, principalmente raciais. Com o tempo, passou a englobar outros temas, como igualdade de gênero, direitos LGBTQIA+ e meio ambiente. Nos últimos anos, a palavra virou um pouco polêmica. Para alguns, ser “woke” é se preocupar com o mundo e querer um lugar mais justo. Para outros, significa um exagero de correção política. hoje em dia, o termo employee experience aparece bastante em debates sobre cultura e sociedade, sendo usado tanto de forma positiva quanto negativa, dependendo de quem está falando. job crafting é quando a pessoa ajusta seu próprio trabalho para que ele faça mais sentido para ela. Em vez de só seguir o que foi definido no cargo, ela adapta tarefas, interações e até a forma de enxergar seu papel para que o trabalho fique mais motivador e tenha mais a ver com seus talentos e interesses. polarização quando as opiniões e grupos ficam cada vez mais distantes e opostos, tornando o diálogo mais difícil. Em vez de haver um meio-termo ou debate saudável, as pessoas se dividem em “lados” e defendem suas ideias de forma mais extrema. isso acontece muito na política, na cultura e até em temas do dia a dia, como futebol, tecnologia e employee experience. com redes sociais e algoritmos reforçando opiniões semelhantes, a polarização só cresce, deixando cada vez menos espaço para conversas equilibradas e trocas de ideias. ok tita, mas o que tudo isso tem a ver? estamos vivendo em uma era chamada RUPT (rápido, imprevisível, paradoxal e turbulento) e que nos faz refletir que quanto maior o acesso a tecnologia, maior a nossa conectividade, menor é a nossa conexão com a humanidade. as redes sociais e a infoxicação (excesso de informação) nos coloca em um mundo paradoxal, onde a maioria das coisas parecem se contradizer, desde não saber se o ideal pro corpo é ser vegano, é ser carnívoro, é ser crudívoro ou seguir a alimentação do tipo sanguíneo, até qual político acreditar. além disso, as informações mudam o tempo todo (é tudo muito rápido), vide Emilia Perez, filme favorito ao Oscar que do dia para noite perdeu sua credibilidade e com isso sua favorabilidade ao prêmio.   ou seja, imprevisibilidade é algo que permeia nosso dia a dia e não conseguimos fugir e a maioria das vezes vamos sentir essa turbulência, como se tudo estivesse fora do nosso controle. dito isso, com um mundo mais desperto (woke), novas gerações cada vez mais em busca de propósito e com pouca resiliência em se manter no mercado, as empresas lutam diariamente nessa batalha de retenção dos talentos. hoje, está mais claro que as pessoas não trabalham apenas pelo dinheiro e que salário não entra nem no top 3 motivos pela saída (ou insatisfação) de um colaborador. pesquisa pin people & reconnect, 2024 (721 participantes). e o custo de um turnover custa em torno de 6x a 9x o salário do colaborador, considerando todo tempo de rampagem até conseguir capacitar alguém para o mesmo posto. em uma pesquisa recente sobre bem-estar feita pela pin people e reconnect, um dos principais dados foi relacionado ao eNPS (mede a satisfação interna do colaborador) que se apresentou em -9 (faixa crítica). precisamos fazer um esforço de tentar olhar a nossa organização por fora da embalagem e pensar: “como quero que minha marca empregadora seja vista e lembrada em termos de employee experience?” “estamos fazendo ações para que isso aconteça?” a área de RH está cada vez mais estratégica e é de sua responsabilidade medir os resultados, criar as ações e sensibilizar as lideranças.  e se você é lider de área e está lendo isso, lembre-se que o RH não é o salvador da pátria e você é diretamente responsável pelos seus liderados. a união do RH com a liderança, é o que fará a grande diferença na companhia. como head de felicidade corporativa aqui na Fábrica DC, percebo que as ações que mais dão certo são aquelas nas quais os líderes engajam. se isso não acontecer, a ação vai capengar até não resistir mais. e nesse dia internacional da felicidade, trouxemos uma ideia de como você pode pensar em criar um plano de ação focado em bem-estar. imagine toda sua jornada desde a atração até o offboarding, o que você poderia criar em cada camada ideias que ajudem a engajar o colaborador com a empresa e deixá-lo mais feliz. comece pela SATISFAÇÃO, que seriam as ações básicas (fatores higiênicos) que uma grande empresa precisa ter para dar qualidade de vida. por exemplo: e então amplie para as outras etapas da jornada: agora chegou a hora do plano de felicidade! nele, a ideia é que sejam ações mais focadas em realização (o topo da famosa pirâmide

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🎂 sua empresa ainda faz o clássico “parabéns na copa”? descubra como modernizar as celebrações nas empresas!

🎉 celebrações nas empresas podem ser aquele momento de pura alegria ou um verdadeiro mico, tudo depende de como a empresa conduz a festa. algumas sabem como valorizar os colaboradores com eventos memoráveis, enquanto outras… bem, já erraram feio nos presentes. 😅 mas independentemente do estilo da comemoração, uma coisa é certa: celebrações nas empresas fazem toda a diferença no clima organizacional, tornando o ambiente mais acolhedor e reforçando o espírito de equipe. então, bora descobrir os tipos mais comuns de comemorações e dar umas risadas com os presentes mais zuados que já rolaram por aí? 🎂🥳 1- 5 tipos de celebrações nas empresas que fazem sucesso e fortalecem o mindset dos colaboradores 🎉 quando bem planejadas, as celebrações nas empresas vão muito além de um simples evento: elas se tornam parte da cultura organizacional e impactam diretamente a motivação dos funcionários. empresas que investem nesse pilar criam um ambiente mais engajado, promovem o bem-estar e reforçam o espírito de equipe. além disso, muitas companhias estão investindo em treinamentos de soft skills para transformar essas celebrações em momentos estratégicos para o desenvolvimento dos colaboradores. gigantes como google, nubank e mercado livre já entenderam que comemorações não são apenas diversão, mas uma oportunidade de fortalecer a cultura e aprimorar o mindset do time. mas quais tipos de celebrações realmente fazem sucesso? se liga nessas ideias! 👇 1.1 café da manhã especial ☕🥐 nada melhor do que começar o dia com um café da manhã reforçado! essa celebração simples, mas super eficiente, cria um ambiente acolhedor e promove a integração entre os times. 💡 benefícios: 📌 exemplo real: a google promove “café da manhã temático” regularmente para seus funcionários, variando desde um brunch reforçado até edições especiais inspiradas em culturas diferentes. isso incentiva a diversidade e o senso de comunidade entre os colaboradores. 1.2. happy hour patrocinado pela empresa 🍻 se a ideia é proporcionar um ambiente mais descontraído, um happy hour no fim do expediente pode ser a pedida certa! além de relaxar, a equipe tem a oportunidade de socializar de forma mais espontânea. 💡 benefícios: 📌 exemplo real: a nubank promove happy hours mensais onde os times podem conversar sobre temas variados e até participar de dinâmicas de inovação. esse tipo de evento ajuda a integrar novos funcionários e reforça o mindset de colaboração. 1.3. presente personalizado 🎁 dizer adeus aos brindes genéricos e investir em presentes personalizados é uma excelente estratégia para fortalecer o vínculo entre a empresa e os colaboradores. 💡 benefícios: 📌 exemplo real: o mercado livre envia kits personalizados no aniversário dos funcionários, incluindo itens como livros, ingressos para eventos culturais e até experiências exclusivas, como um dia de descanso pago. 1.4. dia de folga no aniversário 🎂 que tal permitir que os funcionários curtam o próprio dia sem preocupações? muitas empresas já adotaram essa prática, e acredite, ela faz toda a diferença! 💡 benefícios: 📌 exemplo real: a fábrica de criatividade é uma das empresas que oferecem folga no aniversário dos funcionários, permitindo que cada um escolha como deseja comemorar essa data especial. 1.5. mural de homenagens 💌 seja físico ou digital, um mural onde os colegas possam deixar mensagens de carinho e reconhecimento é uma forma simples, mas poderosa, de fortalecer os laços internos. 💡 benefícios: 📌 exemplo real: a salesforce implementou um mural virtual de homenagens onde os colegas podem escrever mensagens personalizadas para os aniversariantes. além disso, a empresa inclui uma doação para uma instituição de caridade escolhida pelo colaborador. 2. os 5 piores presentes corporativos já dados nem tudo são flores quando falamos de celebrações nas empresas. algumas corporações erram feio na hora de escolher presentes para os colaboradores. veja alguns dos micos mais épicos que já rolaram por aí:  2.1 vale-desconto na própria empresa: o presente que te obriga a gastar 💸 sabe aquele vale-presente que só pode ser usado dentro da própria empresa? parece um agrado, mas, na prática, é como dar um “desconto disfarçado”. o colaborador precisa gastar para aproveitar o presente. 💡 por que é um erro? ✅ como melhorar?o magazine luiza adotou a política de oferecer vales-presente reais, que podem ser usados em qualquer loja parceira. isso faz com que o funcionário tenha liberdade para escolher algo que realmente deseja. 2.2. kit de papelaria corporativa: o brinde de reunião disfarçado de presente 📝 ah, o famoso caderno com o logo da empresa, a caneta institucional e, se a sorte ajudar, um bloco de post-its! perfeito para quem ama anotações… mas péssimo para quem esperava um presente de verdade. 💡 por que é um erro? ✅ como melhorar?empresas como a google oferecem livros personalizados, baseados nos interesses de cada funcionário. além de ser um presente útil, também incentiva o aprendizado e o crescimento pessoal. 2.3. e-mail de parabéns… automático! 📧 pior que esquecer o aniversário de um colaborador é mandar uma mensagem automática, sem personalização, sem nome e sem nenhum toque humano. uma verdadeira prova de que a empresa não se preocupou em reconhecer a data especial. 💡 por que é um erro? ✅ como melhorar?empresas como a netflix incentivam os gestores a escreverem mensagens personalizadas ou a realizarem pequenas surpresas para os aniversariantes. um bilhete escrito à mão ou um vídeo curto de parabéns faz toda a diferença! 2.4. meia ou gravata sem contexto: presente ou castigo? 🧦👔 se não for um presente pensado com carinho, uma meia ou uma gravata pode soar mais como um “resto de estoque” do que uma lembrança especial. o que essas coisas têm a ver com o aniversário do colaborador? pois é… nada! 💡 por que é um erro? ✅ como melhorar?a amazon oferece aos funcionários a possibilidade de escolher entre diferentes opções de presentes personalizados, garantindo que cada um receba algo que realmente faça sentido para o seu estilo de vida. 3. 🎉 celebrações nas empresas só serão incríveis com o mestre de experiência! 🎂 sua empresa ainda faz o clássico “parabéns na copa”? aquele momento em que todos se reúnem rapidamente na copa, cantam parabéns sem muita

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