Fábrica de Criatividade

Uncategorized

startup de IA brasileira no setor de saúde quadruplicou faturamento de cliente
Uncategorized

De ideias soltas a planejamento estratégico: como uma startup de IA brasileira no setor de saúde quadruplicou faturamento de cliente, e agora estrutura seu próprio scale-up com OKRs

Em um mercado onde soluções de Inteligência Artificial surgem e se tornam obsoletas em questão de meses, poucas startups conseguem transformar potencial tecnológico em crescimento comercial sustentável. A Vertik.AI (aivertik.com) está provando que é possível. Com uma plataforma que usa IA para automatizar processos comerciais de laboratórios de diagnóstico e clínicas, a Vertik já acumula cases impressionantes — como o do Laboratório Adolfo Lutz, em Pernambuco, que quadruplicou o faturamento em apenas seis meses. No entanto, mesmo com tração real, os sócios enfrentavam um desafio clássico das scale-ups: transformar ideias estratégicas em execução focada e mensurável. Foi nesse contexto que a Vertik foi atendida pela Fábrica de Criatividade – Consultoria de Inovação para construir seu planejamento estratégico trimestral utilizando a metodologia OKR (Objectives and Key Results). O resultado? Nota 10/10 dos sócios. Em feedback recente, os fundadores da Vertik destacaram a transformação vivida: “Foi um processo muito dinâmico, que nos ajudou a organizar e dar clareza a ideias que estavam soltas dentro da empresa. Conseguimos transformar esses pensamentos em objetivos bem definidos e, com os resultados-chave mapeados, criar planos de ação práticos.” Um dos maiores ganhos relatados foi o alinhamento entre os sócios. Apesar de já estarem “no mesmo barco”, o processo revelou que muitas expectativas ainda estavam pouco estruturadas. Após as sessões: “Conseguimos transformar essa visão em algo mais concreto, criando alinhamento real sobre prioridades, objetivos e próximos passos. Hoje, estamos muito mais conectados em relação ao futuro que queremos construir.” Três Objetivos Estratégicos para o Trimestre O trabalho resultou em três OKRs ambiciosos e altamente alinhados ao DNA “AI-First e Data-Driven” da Vertik: 1. Arquitetar a gestão da empresa para maximização do output na nova era de IA — com foco em atração de talentos, processos padronizados e redução drástica de tarefas repetitivas. 2. Ser parceiro estratégico de crescimento de laboratórios e clínicas — replicando o modelo de sucesso do Adolfo Lutz, expandindo para o Nordeste brasileiro e produzindo cases documentados. 3. Tornar o comercial da Vertik mais previsível e mensurável — amadurecendo o funil completo, reposicionamento validado em campo e acompanhando rituais semanais de revisão comercial. Os sócios destacaram especialmente o Objetivo 3 – comercial mais previsível e mensurável, como o mais prioritário para o momento atual da empresa. Para Luan Townsend, Economista da PUC-SP e Consultor da Fábrica de Criatividade, isso tem uma explicação: “Observo que o Objetivo 3 da Vertik toca em uma das dores mais críticas e recorrentes das startups brasileiras em 2026. Segundo o Inside Venture Capital (2025), 72% das startups brasileiras que falham citam “falta de previsibilidade de receita” como principal causa. Em um ambiente de Selic ainda elevada (acima de 13% ao ano), custo de capital alto e janela de funding mais restrita, founders não podem mais depender de “intuição” ou crescimento orgânico desordenado. Parte superior do formulário Análise de Desafios e Métricas Comerciais para Startups Parte inferior do formulário Setor ou Tipo de Empresa Principal Desafio Identificado Causa de Falha (%) Tx de Juros Relevantes Indicadores de Desempenho (KPIs) Impacto Operacional Startups Brasileiras Falta de previsibilidade de receita 72% Selic acima de 13% ao ano Taxa de conversão e ciclo de vendas Crescimento orgânico desordenado e dependência de intuição em vez de dados Scale-ups de IA Queima de caixa sem clareza sobre perda de negócios Not in source Custo de capital alto Taxa de conversão mensurável e rituais semanais de revisão Vendas transformadas em uma “roleta-russa” por falta de funil comercial maduro A ausência de um funil comercial maduro, com taxa de conversão mensurável, rituais semanais de revisão e reposicionamento validado, transforma o comercial em uma roleta-russa. Muitos scale-ups de IA queimam caixa sem saber exatamente onde estão perdendo deals ou por que o ciclo de vendas não encolhe. Tornar o comercial previsível e mensurável não é mais uma opção — é condição de sobrevivência e de atração de novos investimentos em um ecossistema que exige cada vez mais eficiência de capital e tração comercial comprovada. Por que planejamento estratégico faz toda a diferença em scale-ups de IA Em um setor tão veloz quanto o de Inteligência Artificial aplicada à saúde, o planejamento estratégico deixa de ser um “luxo” e se torna sobrevivência. Como bem resumiu um dos sócios da Vertik: “Uma vez que você cria seus OKRs, muitas das atividades que estão acontecendo deixam de ser prioridade, pois a visão do que precisa ser feito fica mais clara. Assim, desperdiçamos menos energia com o que não é importante para a visão da empresa.” A recomendação da Vertik para outras startups procurarem apoio estratégico, como o da Fábrica de Criatividade, é clara e enfática:  “Com certeza! A Fábrica de Criatividade ajuda muito porque tem um processo bem definido de como conseguir tangibilizar ideias. Em uma startup são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, então conseguir ter essa organização na correria do dia a dia é muito difícil.” Uma parceria que vai além da metodologia Além da construção dos OKRs, o processo trouxe clareza, priorização e, principalmente, confiança para escalar. Os sócios deram nota NPS 100 tanto para o processo quanto para o resultado final, destacando a capacidade da Fábrica de Criatividade de transformar discussões abstratas em planos de ação concretos. O futuro da Vertik.AI Com OKRs claros, funil comercial instrumentado, foco em replicar o sucesso de cases como o Adolfo Lutz e uma cultura cada vez mais data-driven, a Vertik se posiciona para ser uma das principais referências em inteligência de atendimento e crescimento comercial no setor de saúde do Brasil. Enquanto muitas soluções de IA lutam para sair do piloto, a Vertik mostra que a combinação certa entre tecnologia poderosa + execução estratégica é o que diferencia quem sobrevive de quem escala. Sobre a Fábrica de Criatividade  Especialista em jornadas UAU de inovação, a Fábrica de Criatividade oferece consultoria estratégica com Design Thinking + OKRs para empresas que querem transformar criatividade em resultados mensuráveis. Saiba mais em: Consultoria de Inovação Por Luan Townsend – Consultor em Inovação e Estratégia, Fábrica de Criatividade

Inovação, Uncategorized

COBERTURA BAHIA CONNECT25 DIAS 2 E 3

COBERTURA BAHIA CONNECT25 – DIAS 2 E 3 foram tão excepcionais quanto o dia 1, com palestras inesquecíveis e diversos temas importantes.O dia 02 do Bahia Connect foi algo avassalador! Tivemos muitos conteúdos e vamos trazer os principais highlights que nossa equipe registrou. Se prepare para explodir a cabeça junto com a gente! agenda das atrações principais do dia 11/04/25 Marcelo Serrado, ator global, que fez papéis icônicos como Crô e agora em Beleza Fatal, o Dr. Peitão, trouxe reflexões mais profundas sobre saúde mental e como saber pedir ajuda.Marcelo Serrado abriu o coração em uma conversa potente e necessária: o relato de quem conhece de perto a sensação de estar à beira de um colapso, mas aprendeu a olhar pra dentro — e, mais que isso, a falar sobre isso. Tudo começa com sintomas que muita gente ignora ou acha que é só “coisa da cabeça”: mãos e pés gelados, coração acelerado, boca seca. É o corpo gritando que algo não vai bem — o início de uma crise de pânico. Marcelo relembra um episódio em que isso tudo explodiu… dentro de um avião, rumo à Disney. Nove horas de voo. Pânico no ar. O que salvou ele naquele momento? Uma coisa simples e imensa: acolhimento. Um homem ao lado, de branco, virou seu ponto de fuga. Eles conversaram por quatro horas. E naquele bate-papo, o ator encontrou um jeito de enganar a própria mente. De dissociar. De se acalmar. “Às vezes, Deus pode ser o cara de branco sentado do seu lado.” 🤍 Passo 1: acolher Não existe superação sem acolhimento. E não existe acolhimento sem exposição. Ele reforça: fale. A crise quer ser ouvida, e o silêncio alimenta o monstro. A vergonha é um peso que a gente não precisa carregar sozinho. 💬 Passo 2: conversar com a crise Ao invés de fugir ou tentar abafar, Marcelo aprendeu a fazer o contrário: dialogar com o medo. Lembrou disso inclusive em outra situação extrema — debaixo d’água, quando sentiu a crise chegando. Ao conversar com a própria mente, conseguiu atravessar o momento. 📚 Ele menciona o livro “O Poder do Subconsciente”, como uma das ferramentas pra esse processo de autoacolhimento e reconexão.  Dados que assustam e alertam 70% dos suicídios são cometidos por homens. E ele aponta o motivo com firmeza: “Homem não fala. Homem não se expõe.” Esse silêncio é uma prisão. E a única saída real, segundo ele, é pra dentro. Fazer o mergulho interior. E mais importante: entender que a cura não é a ausência da crise, e sim a habilidade de lidar com ela. No fim das contas, Marcelo mostra que sua história é muito mais do que um relato pessoal — é um espelho pra muita gente. E contar isso, com todas as falhas, medos e superações, é o jeito dele de acolher outros tantos que ainda estão em silêncio. Se você quiser, posso transformar isso em post, roteiro de vídeo ou até um mini roteiro pra roda de conversa sobre saúde mental masculina. Só dizer! O grande painel do dia foi de Gil Giardelli, um futurista brasileiro que trouxe diversas tendências mapeadas e cases de inovação ao redor do mundo. Sabe aquela sensação de que a vida tá no modo acelerado? Gil não só confirma, como joga na nossa cara: o futuro já chegou, só que em versões diferentes pra cada um. Enquanto você ainda tá tentando entender o ChatGPT, já tem gente criando coxinha robotizada em Londres e hotel na Lua com o selo Hilton. Ele trouxe um tsunami de provocações:  Gil cutuca: o problema não é a falta de ideias. É a falta de repertório, coragem e humildade pra desaprender o velho. agenda atrações principais dia 12/04/25 Arthur Igreja é conhecido por suas palestras impactantes sobre tecnologia e inovação. Em uma de suas apresentações mais recentes, ele trouxe reflexões provocativas sobre como a inteligência artificial (IA) está transformando o mercado de trabalho e a sociedade como um todo. 🧠 Profissões eternas, métodos mutáveis Arthur destaca que, embora muitas profissões continuem existindo, a forma como são exercidas está em constante evolução. Ele questiona: “Qual era a novidade em 2017? E qual é hoje?” Essa reflexão nos leva a entender que a inovação não é apenas sobre criar algo novo, mas sobre adaptar e melhorar o que já existe. 🤖 A IA como aliada, não inimiga Ele compara a resistência ao uso da IA com a tentativa de prender um trem com um cadarço — inútil e contraproducente. A IA deixou de ser apenas uma ferramenta; tornou-se um “funcionário” essencial em muitas empresas. Ignorar essa realidade é como tentar parar o progresso com as próprias mãos. 🛠️ Inovação é fazer o óbvio que ninguém fez Arthur enfatiza que inovar não é necessariamente criar algo inédito, mas sim fazer o óbvio que ninguém teve coragem ou visão de realizar. Ele cita exemplos como o CarPlay, relógios que funcionam como fechaduras e tags em malas que facilitam a identificação — soluções simples que transformaram a experiência do usuário. 📱 O mercado está se adaptando Com a ascensão de plataformas como o TikTok e o avanço da IA, o mercado está em constante adaptação. Arthur ressalta que ganha o jogo quem cria valor para as pessoas, não apenas quem segue as tendências. 🧩 A importância da adaptabilidade Ele compara a necessidade de adaptação à função das asas de um avião — essenciais para manter o voo. Em um mundo em constante mudança, ser adaptável não é apenas uma vantagem, é uma necessidade. Esses insights de Arthur Igreja nos lembram que a inovação está ao nosso redor e que, para prosperar, precisamos abraçar as mudanças e utilizar as ferramentas disponíveis de forma inteligente e estratégica. ALICE SALAZAR Se tem uma coisa que a Alice Salazar aprendeu na marra — e com muito glitter envolvido — é que dividir seu conhecimento na internet não te enfraquece, te potencializa. “Entregar o ouro” não é perda. É **atração. É criação de comunidade. É fazer gente chegar até você

Scroll to Top