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COBERTURA BAHIA CONNECT25 DIAS 2 E 3

COBERTURA BAHIA CONNECT25 – DIAS 2 E 3 foram tão excepcionais quanto o dia 1, com palestras inesquecíveis e diversos temas importantes.O dia 02 do Bahia Connect foi algo avassalador! Tivemos muitos conteúdos e vamos trazer os principais highlights que nossa equipe registrou. Se prepare para explodir a cabeça junto com a gente! agenda das atrações principais do dia 11/04/25 Marcelo Serrado, ator global, que fez papéis icônicos como Crô e agora em Beleza Fatal, o Dr. Peitão, trouxe reflexões mais profundas sobre saúde mental e como saber pedir ajuda.Marcelo Serrado abriu o coração em uma conversa potente e necessária: o relato de quem conhece de perto a sensação de estar à beira de um colapso, mas aprendeu a olhar pra dentro — e, mais que isso, a falar sobre isso. Tudo começa com sintomas que muita gente ignora ou acha que é só “coisa da cabeça”: mãos e pés gelados, coração acelerado, boca seca. É o corpo gritando que algo não vai bem — o início de uma crise de pânico. Marcelo relembra um episódio em que isso tudo explodiu… dentro de um avião, rumo à Disney. Nove horas de voo. Pânico no ar. O que salvou ele naquele momento? Uma coisa simples e imensa: acolhimento. Um homem ao lado, de branco, virou seu ponto de fuga. Eles conversaram por quatro horas. E naquele bate-papo, o ator encontrou um jeito de enganar a própria mente. De dissociar. De se acalmar. “Às vezes, Deus pode ser o cara de branco sentado do seu lado.” 🤍 Passo 1: acolher Não existe superação sem acolhimento. E não existe acolhimento sem exposição. Ele reforça: fale. A crise quer ser ouvida, e o silêncio alimenta o monstro. A vergonha é um peso que a gente não precisa carregar sozinho. 💬 Passo 2: conversar com a crise Ao invés de fugir ou tentar abafar, Marcelo aprendeu a fazer o contrário: dialogar com o medo. Lembrou disso inclusive em outra situação extrema — debaixo d’água, quando sentiu a crise chegando. Ao conversar com a própria mente, conseguiu atravessar o momento. 📚 Ele menciona o livro “O Poder do Subconsciente”, como uma das ferramentas pra esse processo de autoacolhimento e reconexão.  Dados que assustam e alertam 70% dos suicídios são cometidos por homens. E ele aponta o motivo com firmeza: “Homem não fala. Homem não se expõe.” Esse silêncio é uma prisão. E a única saída real, segundo ele, é pra dentro. Fazer o mergulho interior. E mais importante: entender que a cura não é a ausência da crise, e sim a habilidade de lidar com ela. No fim das contas, Marcelo mostra que sua história é muito mais do que um relato pessoal — é um espelho pra muita gente. E contar isso, com todas as falhas, medos e superações, é o jeito dele de acolher outros tantos que ainda estão em silêncio. Se você quiser, posso transformar isso em post, roteiro de vídeo ou até um mini roteiro pra roda de conversa sobre saúde mental masculina. Só dizer! O grande painel do dia foi de Gil Giardelli, um futurista brasileiro que trouxe diversas tendências mapeadas e cases de inovação ao redor do mundo. Sabe aquela sensação de que a vida tá no modo acelerado? Gil não só confirma, como joga na nossa cara: o futuro já chegou, só que em versões diferentes pra cada um. Enquanto você ainda tá tentando entender o ChatGPT, já tem gente criando coxinha robotizada em Londres e hotel na Lua com o selo Hilton. Ele trouxe um tsunami de provocações:  Gil cutuca: o problema não é a falta de ideias. É a falta de repertório, coragem e humildade pra desaprender o velho. agenda atrações principais dia 12/04/25 Arthur Igreja é conhecido por suas palestras impactantes sobre tecnologia e inovação. Em uma de suas apresentações mais recentes, ele trouxe reflexões provocativas sobre como a inteligência artificial (IA) está transformando o mercado de trabalho e a sociedade como um todo. 🧠 Profissões eternas, métodos mutáveis Arthur destaca que, embora muitas profissões continuem existindo, a forma como são exercidas está em constante evolução. Ele questiona: “Qual era a novidade em 2017? E qual é hoje?” Essa reflexão nos leva a entender que a inovação não é apenas sobre criar algo novo, mas sobre adaptar e melhorar o que já existe. 🤖 A IA como aliada, não inimiga Ele compara a resistência ao uso da IA com a tentativa de prender um trem com um cadarço — inútil e contraproducente. A IA deixou de ser apenas uma ferramenta; tornou-se um “funcionário” essencial em muitas empresas. Ignorar essa realidade é como tentar parar o progresso com as próprias mãos. 🛠️ Inovação é fazer o óbvio que ninguém fez Arthur enfatiza que inovar não é necessariamente criar algo inédito, mas sim fazer o óbvio que ninguém teve coragem ou visão de realizar. Ele cita exemplos como o CarPlay, relógios que funcionam como fechaduras e tags em malas que facilitam a identificação — soluções simples que transformaram a experiência do usuário. 📱 O mercado está se adaptando Com a ascensão de plataformas como o TikTok e o avanço da IA, o mercado está em constante adaptação. Arthur ressalta que ganha o jogo quem cria valor para as pessoas, não apenas quem segue as tendências. 🧩 A importância da adaptabilidade Ele compara a necessidade de adaptação à função das asas de um avião — essenciais para manter o voo. Em um mundo em constante mudança, ser adaptável não é apenas uma vantagem, é uma necessidade. Esses insights de Arthur Igreja nos lembram que a inovação está ao nosso redor e que, para prosperar, precisamos abraçar as mudanças e utilizar as ferramentas disponíveis de forma inteligente e estratégica. ALICE SALAZAR Se tem uma coisa que a Alice Salazar aprendeu na marra — e com muito glitter envolvido — é que dividir seu conhecimento na internet não te enfraquece, te potencializa. “Entregar o ouro” não é perda. É **atração. É criação de comunidade. É fazer gente chegar até você