Fábrica de Criatividade

Informação Rica

Phygital Impressão Digital em Neon
Business, Cases, Informação Rica

O phygital é o futuro da satisfação do consumidor

Será que o phygital é o futuro de tudo? Você, alguma vez, já ouviu falar sobre o termo “phygital”? Não, então aproveite essa leitura porque a Fábrica te contará o que significa esse novo conceito, seus benefícios e a importância que ele terá no cenário dos negócios daqui em diante, já que o phygital é o futuro das coisas. Já começamos te explicando que Phygital é a junção das palavras em inglês physical + digital. Ou seja, o conceito une a experiência física e digital dos consumidores ou usuários, com o intuito de qualificar as suas experiências. Esse ecossistema define a época que estamos vivendo. Cada dia mais a tecnologia toma conta do nosso dia a dia e, com o seu avançar, o mundo mudou, assim como as necessidades do ser humano. Isso se fortaleceu ainda mais, durante a pandemia, onde passamos a viver um cenário mais híbrido. Phygital tomando conta do cotidiano Nos últimos tempos, você se lembra de algum momento em que tenha vivenciado um tipo de compra, interação ou pagamento pelo produto/serviço de maneira não muito tradicional?  Sabe aquela roupa que você provou na loja física e depois comprou pelo site? Ou então aquela conta que você pagou pelo app do banco? Ou até mesmo, sabe aquela festa da empresa que aconteceu on-line, mas que você recebeu os comes e bebes na sua casa? Isso é o mundo moderno, isso é o mundo phygital! A ideia é que as pessoas passem cada vez mais a poder optar pelo canal de preferência, de acordo com a situação em que se encontra. O phygital foi pensado para ser um facilitador, com o intuito de agradar e fidelizar cada vez mais os consumidores. Cases Grandes marcas já vêm investindo no phygital por saberem que esse é o futuro do marketing. Dessa maneira, aperfeiçoam cada vez mais a experiência do cliente, a Amazon é um exemplo. A gigante do varejo tem unidades físicas com a proposta de “pegar e levar”, sem filas na hora de pagar. Funciona assim, o cliente aproxima o celular numa leitora na entrada da loja e ao pegar o produto, ele precisa apenas identificá-lo no aplicativo da empresa. Assim, os produtos são incluídos automaticamente no carrinho e pagos totalmente on-line no final da compra, pelo app. A Amazon já testava essa tecnologia desde 2016, mas apenas lançou ao público em 2018, como “Amazon Go”. A companhia já tinha 26 lojas que funcionavam dessa maneira nos Estados Unidos, em 2021 a marca expandiu o conceito abrindo uma “Amazon Fresh” em Londres. Como exemplo de casos no Brasil, o Itaú é uma marca que também tem apostado no Phygital. O banco que, ainda opera com agências, têm dado cada vez mais possibilidades e opções para que os usuários resolvam suas pendências pelo app. Desde pagamento de boletos à depósito de cheques, pedidos de empréstimo e financiamentos. O Itaú chegou até a investir em publicidade, apresentando o phygital da marca ao público com um comercial de tv. Como integrar o conceito ao seu negócio Aposte na comunicação com o seu cliente. É preciso que o relacionamento com o cliente use a mesma linguagem tanto no atendimento físico, quanto digital. Nenhum usuário quer ser bem tratado na internet, onde a marca fica mais exposta, mas ter um atendimento frio e independente no ambiente físico. Invista em ações que unam o online e offline. Afinal, é sobre isso que se trata o phygital, na união desses dois mundos. Pense na sua persona e use a criatividade e o planejamento para descobrir de qual forma poderia agradar seus clientes. Exemplo simples: se você tem uma loja de doces, faça um ambiente instagramável ou utilize o QR Code para apresentar o cardápio. Ofereça experiências UAU. Os detalhes é que fazem a diferença! Pense naquilo que ninguém nunca pensou antes no seu ramo. As pessoas não compram produtos, elas compram sensações e experiências vividas… Se esforce para se destacar dos seus concorrentes. União do mundo físico e digital, a Fábrica causa A Fábrica é especialista em causar com criatividade e ferramentas para que você saia do tradicional. Se sua empresa está precisando de novas alternativas para conquistar seus clientes, é só nos chamar no ícone do whatsapp. Nós somos movidos a desafios! Fontes: Nerd Web | Zapt Tech | Penze

Rosto de Mulher com Efeito Colorido
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Evitar a infoxicação em meio a era digital: será que é possível?

Como evitar a infoxicação em meio a era digital e a grande quantidade de informações recebidas Será que é possível evitar a infoxicação em meio a era digital, onde nós somos bombardeados por enxurradas de informações todos os dias? Em pleno século XXI, as notícias de todo o mundo chegam em tempo real em nossos navegadores o tempo todo! Nas redes sociais, constantemente, as pessoas estão compartilhando suas vidas pessoais e opiniões referentes aos mais diversos assuntos. Na internet, temos acesso há milhares de horas de vídeos informativos, educacionais e sobre entretenimento. No rádio e na tv mais notícias quentinhas sobre as atualidades. Afinal, será que estamos preparados psicologicamente para receber tantos conteúdos diariamente? A infoxicação O termo Infoxicação é a junção das palavras informação e intoxicação, ele foi criado pelo físico espanhol Alfons Cornellá, em 1996. Nesse sentido, a intoxicação acontece quando consumimos conteúdos de maneira excessiva. Contudo, já na década de 90 a quantidade alta de informações recebidas de diferentes meios, preocupava o físico. Atualmente, em meio a uma pandemia mundial, vivendo a era digital, e com cada vez mais facilidade no acesso às notícias, conteúdos e informações, o ser humano corre o risco de sofrer impactos dada essa situação, nesse sentido a infoxicação pode causar medo, angústia e, até mesmo, depressão e ansiedade. Segundo estudo realizado pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os principais sintomas da infoxicação são: Hiperconectividade: Vontade de estar sempre conectado com os meios digitais.              Dispersão: Quando rapidamente perde-se o foco na leitura de notícias Dificuldade em se concentrar: Ter dificuldade para se concentrar, seja no trabalho, em casa ou nos estudos. Aumento da ansiedade: Batimentos cardíacos acelerados, tremedeira, falta de ar e insônia são alguns dos sintomas. Stress excessivo: Se irritar com pequenas coisas e com isso, sentir cansaço, tensão muscular e dores de cabeça. Síndrome da fadiga informativa: Extremo cansaço ao realizar qualquer função Quantidades de dados disponíveis na internet Eventualmente, a cada ano que passa, temos batido mais e mais recordes de dados disponibilizados na internet. São infinitos portais de notícias, blogs, vídeos e redes sociais que enchem nossos navegadores e ocupam boa parte da nossa atenção. Mas, não demora muito tempo e eles logo ficam ultrapassados. Assim, outros recursos e ferramentas surgem, num looping sem fim. Se você assistiu o documentário “Dilema das Redes”, na Netflix, é provável que tenha se assustado com os bastidores de plataformas como Instagram, Google, YouTube e Facebook. As mídias digitais ocupam cada vez mais horas do nosso dia. Para se ter ideia de como funciona o mundo moderno, o volume de dados produzido entre 2014 e 2016 foi maior do que a quantidade criada ao longo de TODA A HISTÓRIA DA HUMANIDADE. Parece loucura, porém, isso é o mundo moderno. O Google sozinho faz 3,5 bilhões de buscas por dia. Se uma única pessoa assistisse a todos os vídeos vinculados ao YouTube diariamente, sobretudo ela levaria nada menos que 2.739.726 anos para cumprir essa tarefa. Sim, é verdade esse bilhete! Em 2016 a expectativa do tráfego total de dados da internet é que ele superasse pela primeira vez a marca de um zettabyt (um sextilhão de bytes). Para este ano, o esperado é que ele esse número seja aproximadamente de 19,5 ZB. É humanamente impossível que absolvamos essa quantidade infinita de conteúdos, mas o “pouco” volume que temos recebido em nosso cotidiano já é o suficiente para nos afetar psicologicamente. Como evitar a infoxicação Procure identificar suas prioridades, selecionando apenas os assuntos que te acrescentarão em algo, além disso filtre aquilo que não precisa ser consumido ou que pode ser consumido em outro momento. Descarte o que não te agrega valor, se passou por um post ou e-mail que não agregam em nada na sua vida, não tenha medo de deletar ou dar unfollow. Em suma, Valorize seu tempo definindo quantas horas por dia você quer ou pode dedicar para consumir conteúdos online. Faça uma curadoria do que você vem consumindo nas mídias, ou seja, separando as fontes de informações que mais confia e agreguem valor ao seu conhecimento. Obter conhecimento nunca é demais, porém, é preciso que haja filtro dos conteúdos que consumimos. Sendo necessário diferenciar o ler do entender. “O importante é a pessoa determinar que fontes quer ter e quer ler. Sendo cada vez mais relevante ler menos e ler com mais profundidade. Entretanto, é possível ver que sendo infoxicado, quando não se tem tempo de entender o que está lendo”, afirma Cornellá. Por fim, a Fábrica te dá 5 dicas para sair da infoxicação: 1. Brincar com crianças. Usar a imaginação te ajuda a relaxar e pensar fora da caixa. 2. Brincar com animais. Interagir e observar animais aumenta a concentração e te mostra um mundo além do seu. 3. Experimente cozinhar. Fazer uma receita nova trabalha áreas diferentes do cérebro e estimula a criatividade sensorial. 4. Faça atividades sem finalidade. Assista um filme ou série com temas leves e descontraídos, vá a museus, parques e lugares onde possa se desconectar por um tempo. 5. Desconecte-se. A princípio vida online pode ser divertida e produtiva, entretanto é imprescindível aproveitar mais alguns momentos e desconectar-se, ficando totalmente offiline de vez enquanto. A Fábrica ainda te lembra, em suma, que a infoxicação atrapalha inclusive, o seu processo de criatividade. O excesso de conteúdo pode passar de informação para o bloqueio criativo, diante de tanto conteúdo. Então, bora cuidar da nossa saúde mental! Por Karina Mendes Fontes: Meu Positivo, Cuidai, Diario da Saúde, Calebedesign

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