A criatividade tem CEP: como a geolocalização inspira inovação dentro e fora da empresa
A criatividade tem CEP: descubra como a geolocalização incentiva inovação dinâmica nas empresas e além.
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Discover what the future of learning holds by 2030. New skills, technologies, and methods await. Join the journey now!
Soft skills que desapareceram mostram mudanças no mercado atual. Descubra quais habilidades estão fora de moda hoje!
Competências digitais moldarão o futuro; descubra as 5 mais essenciais para se destacar até 2030.
IA versus fotografias? Explore o impacto dessa tecnologia e descubra se a fotografia pode realmente desaparecer.
Você já ouviu falar sobre palestras de criatividade transformação cultural? Elas são mais do que simples apresentações; são experiências que podem mudar a forma como pensamos e agimos. Quem não gosta de um bom ‘clique’ mental que nos leva a ver o mundo de maneira diferente? As boas palestras fazem exatamente isso: elas expandem nossos horizontes e nos inspiram a adotar novos comportamentos. Exemplo de Inspiração – TED Talks e Além 🎤 Um grande exemplo disso é a famosa palestra do Sir Ken Robinson no TED Talks, “Do Schools Kill Creativity?”. Esta apresentação em particular é um verdadeiro clássico quando falamos sobre como as palestras podem inspirar transformação. Robinson aborda, com humor e profundidade, o tema da educação e como ela subscreve a criatividade nas crianças. Isso faz com que o público pense sobre como estamos moldando a cultura educacional atual e quais mudanças são necessárias para fomentar a criatividade. Além do Óbvio: O Início de uma Jornada 🚀 Que tal pensarmos nas palestras de criatividade transformação cultural como o primeiro passo em uma longa jornada de mudança? Na segunda parte deste artigo, vamos explorar estratégias práticas para implementar essas ideias brilhantes no dia-a-dia e como podemos continuar alimentando a criatividade ao longo do tempo. Continuaremos essa jornada juntos e descobriremos como transformar toda essa inspiração em ação concreta. criatividade que contagia: como palestras podem virar o ponto de virada cultural da sua empresa 3 métodos para mudar mindsets de verdade: #DataFabri Case de Sucesso 🎨 case de sucesso: 3m e o nascimento do post-it empresa: 3mprojeto criativo: post-it® notescontexto: liberdade para a experimentação e erro 🔍 o desafio nos anos 1970, um cientista da 3m chamado spencer silver desenvolveu um adesivo que era… fraco demais. ele não colava como deveria. para muitos, seria um fracasso. mas a 3m tinha (e ainda tem) uma política chamada “15% time”, onde os funcionários podem dedicar 15% do seu tempo a projetos próprios, mesmo que pareçam inúteis no início. 💡 a virada criativa anos depois, art fry, outro funcionário da 3m, lembrou do tal adesivo enquanto buscava uma solução para marcar páginas em seu hinário sem estragar o papel. ele aplicou o adesivo fraco em tiras de papel e criou o primeiro protótipo do que hoje conhecemos como post-it. ao invés de uma falha, o “adesivo fraco” virou uma das invenções mais rentáveis da história da empresa, gerando bilhões de dólares e se tornando um ícone da cultura de criatividade aplicada. 📈 os resultados 🧠 moral do case criatividade floresce quando há espaço para errar, experimentar e, principalmente, rever o valor das “falhas”. o post-it não nasceu de um brainstorm mirabolante, mas de uma cultura que não poda a curiosidade. Conectando Criatividade e Treinamento Na jornada de transformação cultural, nossos treinamentos, como o Fator UAU, proporcionam o desbloqueio de um mindset criativo e inovador. Eles não apenas integram técnicas emergentes de criatividade, mas também capacitam seus participantes a serem protagonistas de suas histórias. Conheça mais sobre nossos treinamentos aqui. Palestras de criatividade transformação cultural são ferramentas poderosas para qualquer organização que aspire inovar e se destacar. Elas não só motivam, mas também reconstroem o ambiente corporativo tornando-o fértil para ideias originais. Perguntas Frequentes (FAQs) O que são palestras de criatividade? São eventos focados em despertar o potencial criativo dos participantes, promovendo mudanças de mindset e comportamento. Como as palestras de criatividade impactam a cultura empresarial? Elas incentivam um ambiente colaborativo e inovador, fundamental para o desenvolvimento contínuo da empresa. Quem pode se beneficiar dessas palestras? Desde líderes seniores até colaboradores em todos os níveis, todos podem se beneficiar das mudanças de mindset propostas. As palestras de criatividade podem realmente transformar a cultura organizacional? Sim, uma cultura que abraça a criatividade está mais preparada para enfrentar desafios e aproveitar novas oportunidades. Como posso participar das palestras de criatividade? Entre em contato conosco e descubra como você e sua equipe podem participar de nossos programas inspiradores. Siga-nos nas redes sociais para mais novidades: Instagram e LinkedIn 🥳
já se perguntou como algumas empresas parecem estar sempre um passo à frente? não é só mágica ou sorte. muitas vezes, o segredo está em como elas usam as inteligências artificiais do mundo corporativo. sim, no plural mesmo. porque a era da IA não é sobre um único robô genérico respondendo perguntas: é sobre um exército digital de cérebros que pensam, analisam, criam e decidem. neste artigo, a gente vai mergulhar nas 6 inteligências artificiais do mundo corporativo que estão bombando em 2025. vou te mostrar como elas funcionam, por que estão no hype e, claro, como você pode aproveitar essas ferramentas antes que sua concorrência chegue primeiro. 💥 1. inteligência de linguagem generativa (LLM): o cérebro que escreve relatórios, propostas e discursos as ferramentas de linguagem natural como chatgpt, claude, gemini e o novíssimo Qwen 3, da Alibaba Cloud, deixaram de ser só bate-papo e viraram assistentes estratégicos. o Qwen 3 é hoje o LLM mais hypado de 2025, com arquitetura híbrida, suporte multimodal (texto, imagem, vídeo e áudio), janela de até 128 mil tokens e código aberto sob licença Apache 2.0. empresas já estão usando essas inteligências artificiais do mundo corporativo para: segundo a mckinsey, a produtividade pode aumentar até 40% em áreas administrativas com o uso de IA generativa. e sabe o melhor? ela aprende com os dados da sua empresa. ou seja, quanto mais você usa, mais ela fala como você. Nova promessa no jogo: DeepSeek R1 outro nome que tem agitado o mercado é o DeepSeek R1, desenvolvido na china com licença MIT e foco em eficiência. ele alcançou desempenho comparável ao gpt-4o da openai, com custo bem menor. empresas como a bmw anunciaram o uso do deepseek r1 em veículos inteligentes no mercado asiático. além disso, o deepseek r1 tem se destacado por sua capacidade de resolver problemas matemáticos, realizar raciocínio lógico e ser aplicado tanto no setor automotivo quanto no jurídico e educacional. com isso, se tornou uma opção atraente para empresas que querem performance sem gastar rios de dinheiro. 2. IA preditiva: o oráculo das decisões empresariais quem não quer prever o futuro, né? com a inteligência artificial preditiva, isso não é mais ficção científica. em 2025, o software mais hypado dessa categoria é o DataRobot. ele ganhou destaque global por automatizar a criação e gestão de modelos preditivos com altíssima precisão — sem exigir que o usuário saiba programar. as empresas têm adotado o datarobot para: com uma interface amigável e integração fácil com diversas plataformas, o datarobot se tornou uma escolha popular em setores como saúde, finanças, varejo e manufatura. essas IAs analisam grandes volumes de dados e geram previsões para: exemplo real? a coca-cola usou uma IA preditiva para ajustar suas campanhas de marketing em tempo real, prevendo o que os consumidores queriam antes mesmo de pedirem. o resultado? aumento de 4% nas vendas trimestrais em um único ciclo. 3. IA para análise de sentimentos: o termômetro emocional do seu time e dos seus clientes imagina saber, em segundos, como seus colaboradores estão se sentindo ou o que os clientes realmente pensam do seu serviço. em 2025, o software de análise de sentimentos mais hypado é o Brand24. essa plataforma usa inteligência artificial para classificar automaticamente menções como positivas, negativas ou neutras — e vai além: também detecta emoções específicas como alegria, raiva e medo. essas inteligências artificiais do mundo corporativo usam algoritmos de linguagem natural para ler emoções em: com o brand24, empresas conseguem monitorar em tempo real sua reputação digital, identificar crises antes que elas explodam e entender quais temas estão dominando as conversas sobre sua marca. empresas como a accenture usam isso para medir o clima organizacional diariamente. o RH virou quase um psicólogo digital. e isso ajuda a tomar Ajude o seu time para o Futuro da IA’s com a Fábrica Conhecer as inteligências artificiais do mundo corporativo é apenas o primeiro passo. Para realmente transformar sua empresa e prepará-la para o futuro, é essencial capacitar sua equipe para aplicar essas tecnologias de forma estratégica e criativa. O Programa de Inteligência Artificial da Fábrica de Criatividade oferece uma abordagem prática e personalizada para integrar a IA no seu negócio. Com workshops dinâmicos e ferramentas aplicáveis, sua equipe aprenderá a: Ao investir no desenvolvimento das habilidades do seu time, você garante que sua empresa não apenas acompanhe as tendências, mas lidere a transformação digital no seu setor. 🚀 Pronto para dar o próximo passo? Conheça o Programa de Inteligência Artificial da Fábrica de Criatividade e descubra como preparar sua equipe para o futuro da IA no mundo corporativo. 4. IA para recrutamento: o caçador de talentos invisíveis currículos mentem, mas padrões de comportamento não. com IA de recrutamento, as empresas conseguem identificar perfis ideais de candidatos não só com base em palavras-chave, mas em: a unilever, por exemplo, usou IA em mais de 250.000 entrevistas e reduziu o tempo de contratação em 75%. além de agilidade, ganhou assertividade na escolha de talentos. um dos grandes aliados atuais no recrutamento com IA é o hireflow.ai, uma plataforma que combina agentes inteligentes com bancos de dados atualizados em tempo real, rastreando automaticamente perfis ideais no linkedin, github e outras fontes. ele já é usado por startups do vale do silício e promete reduzir o tempo de sourcing em até 80%, além de oferecer insights sobre compatibilidade comportamental e habilidades emergentes. 5. IA conversacional para customer success: o novo gerente de relacionamento sabe aquele pós-venda que nunca dá tempo de fazer direito? com IAs conversacionais específicas para sucesso do cliente, empresas conseguem: isso já virou padrão em empresas como nubank e spotify, que criaram bots de atendimento que falam como humanos e geram dados valiosos sobre a jornada do usuário. além disso, ferramentas como o Botpress e o Chatsimple estão se destacando em 2025. o botpress permite criar agentes conversacionais personalizados com integração a plataformas como slack, whatsapp e facebook messenger, enquanto o chatsimple é ideal para vendas e suporte, com conexão direta ao hubspot, salesforce e crm
O Web Summit Rio 2025 é um evento multidisciplinar, com diversos temas, palestras, stands, masterclasses e non-stop. Os números da edição de 2025 do Web Summit Rio não são somente estatísticas; são a prova viva de um evento que atingiu uma nova magnitude. Um total impressionante de 34.552 participantes vindos de 102 países desembarcaram no Rio, transformando o evento em um verdadeiro caldeirão cultural e tecnológico. Delegações significativas vieram não só do Brasil, mas também dos EUA, Portugal, Argentina, Chile, Reino Unido, Índia, Singapura e Equador, demonstrando o alcance internacional do encontro. Um recorde de 1.397 startups de 43 países diferentes escolheram o Web Summit Rio para apresentar suas inovações, um salto notável de 31% em relação às 1.066 startups de 2024. E onde há inovação, o capital segue: 657 investidores de 26 países marcaram presença, representando um aumento de 32% em relação ao ano anterior. Nomes de peso do venture capital global, como Kaszek Ventures, Andreessen Horowitz, Kleiner Perkins e Upload Ventures, estavam entre os presentes, com investidores vindos não apenas do Brasil, mas também dos EUA, Canadá, Argentina, Singapura, México e Reino Unido, todos em busca do “próximo grande sucesso”. Completando o ecossistema, 516 palestrantes compartilharam seu conhecimento e 846 membros da mídia de 23 países cobriram o evento. As grandes temáticas abordadas nesta edição de 2025 foram: Achei interessante como o evento trouxe quase todos os conteúdos pautados em IA, em inovações e tecnologias. Independente da área, esses foram os temas que reinaram no evento. Apenas no último dia, alguns paineis sobre saúde mental foram trazidos à tona. Uma grande expectativa é que nas próximas edições o tema de bem-estar esteja mais presente em palestras/masterclasses. Sobre a estrutura O modelo do evento contou com 4 pavilhões dentro do RioCentro, e múltiplos paineis de conteúdos realizados em média de 20 minutos. A impressão que me deu foi exatamente o famoso FOMO (fear of missing out), onde ficamos o tempo todo pensando “estou nesse painel mas poderia estar em outro”. E também o FOMA (fear of missing advertising), por que ficamos com medo de perder oportunidades de marketing e negócios. O evento estava com paineis em diferentes pavilhões e estes não eram tão próximos, e além disso, a curta duração dos conteúdos fazia com que perdessemos o painel no deslocamento de um lugar para outro. Melhorias? A sugestão é que a próxima edição deixe os pavilhões com temáticas específicas e concentre neles os temas. Ex: pavilhão finanças, pavilhão marketing, pavilhão bem-estar.. etc.Deixar o APP traduzido em português e a localização das palestras ficar mais clara, principalmente quando for em stands de clientes. Em vez de estar o código E324 estar escrito: STAND SENAC. Os paineis principais, deixar com uma duração maior de 30 a 45 minutos também ajudaria. Foco em IA e Inovação A Inteligência Artificial se destacou como um tema central, com discussões sobre aplicações práticas em diversos setores, desde plataformas de software até a indústria aeroespacial. Houve também menção ao conceito de ‘Agentic AI’, que representa uma nova fase na evolução da IA. Agora, o objetivo é fazer com que as pessoas ensinem a máquina a fazer atividades que elas fazem hoje em dia e com isso, esses agentes, reduzirão o tempo e trarão eficiência para o processo. Os agentes inteligentes são a grande aposta. Protagonismo Feminino na Tecnologia Um aspecto muito relevante foi a expressiva participação de mulheres no evento, tanto em número de participantes quanto na liderança de startups. O programa ‘Women in Tech’ e as parcerias com diversas comunidades reforçam o compromisso com a diversidade e inclusão no setor tecnológico. Achei algo interessante sobre isso, pois diversas mulheres CEOs, gestores de VCs se apresentaram e trouxeram esse olhar para diversidade. Porém, quando olhamos para o espaço de Pitch de novas StartUps para captação de investimento, notamos a baixa presença feminina. Ou seja, fica o questionamento se o evento acabou fazendo um recorte (feliz) de mulheres na liderança da tecnologia mas que ainda é pouco representativo e que ainda as mulheres se arriscam pouco a empreender. Web Summit Rio 2025: Em Números Métrica Número/Valor Participantes 34.552 Países (Participantes) 102 Startups 1.397 Países (Startups) 43 Crescimento Startups vs 2024 +31% Startups Fundadas por Mulheres 647 (46%) Crescimento Mulheres vs 2024 +34% Investidores 657 Países (Investidores) 26 Crescimento Investidores vs 2024 +32% Parceiros 171 Palestrantes 516 Mídia 846 Grandes nomes da indústria trouxeram suas perspectivas: Um ponto de equilíbrio sobre todos os conteúdos de IA, foram paineis como da Ivete Sangalo e da Giovanna Antonelli. Ivete falou sobre a importância da autenticidade, da responsabilidade como criadora em criar conteúdos bem alinhados com o que a marca quer transmitir. E Giovanna, brilhou no palco, mostrando cases de sucesso de sua influência. Desde o esmalte azul que vendeu 30 milhões de frascos e esgotou o pigmento na China, até a pulseira de sua personagem Jade que virou febre no Brasil. Gio humanizou o tema, mostrando que nós influenciamos nas conversas que temos e pela postura que apresentamos ao mundo. Estamos influenciando o tempo todo, inclusive no silêncio. O rapper e músico norte-americano Aloe Blacc falou sobre o verdadeiro AI = AUTHENTIC INFLUENCE, o que de fato faz o ser humano SER humano. O Web Summit Rio 2025 reafirmou sua vocação como um ponto de encontro verdadeiramente global. Essa internacionalização foi visível em iniciativas específicas, como o estande e o evento paralelo da Work in Finland, promovendo ativamente oportunidades de carreira e para startups na Finlândia , e a presença da Austrian Business Agency, convidando os participantes a explorar as possibilidades na Áustria. Curtiu nosso resumo? 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tecnofeudalismo foi a palavra que douglas rushkoff jogou no palco do sxsw 2025 como uma bomba de realidade 💣. ele não economizou nas palavras e mandou logo: “o digital precisa voltar a ser estranho.” 😳 em meio a tanto papo sobre metaverso, inteligência artificial e blockchain, rushkoff fez o que poucos ousam: trouxe um alerta direto, incômodo e necessário. e sim, ele acertou em cheio no desconforto. neste artigo, quero te mostrar por que essa provocação não só faz sentido como também é urgente — e como o conceito de tecnofeudalismo pode (e deve) mudar a forma como nos relacionamos com o mundo digital. então pega sua bebida favorita ☕🍵, ajusta a postura e bora mergulhar nesse papo que é pra fazer pensar de verdade. o que é tecnofeudalismo? vamos começar do básico. tecnofeudalismo é um conceito criado para descrever o controle quase total que grandes plataformas digitais têm sobre nossas ações, comportamentos e até desejos. no passado, a internet era vista como um espaço de liberdade. hoje, ela se parece cada vez mais com um feudo — onde poucas empresas são os senhores, e nós, usuários, somos os servos. rushkoff argumenta que vivemos em um sistema onde trabalhamos, interagimos, consumimos e até nos relacionamos em plataformas que extraem valor de tudo isso — sem nos dar muito em troca. e pior: elas ditam as regras, os algoritmos e as formas de engajamento. é ou não é um novo tipo de feudalismo? 👑📉 por que o digital precisa voltar a ser estranho? pra rushkoff, a internet deixou de ser um território experimental. ela virou um supermercado comportamental, onde tudo é rastreado, medido e vendido. antes, havia espaço para o imprevisível, o criativo, o fora do padrão. agora, somos empurrados para bolhas de previsibilidade — tudo personalizado, sim, mas também tudo controlado. “estranho” aqui não é sinônimo de bizarro, mas de autêntico, diferente, surpreendente. quando o digital perde sua estranheza, ele perde sua alma. o tecnofeudalismo quer que tudo seja otimizado, escalável e rentável. mas será que esse é o único caminho? tecnofeudalismo e o impacto nas relações humanas e no trabalho as empresas também caíram nessa armadilha. muitas se esqueceram que inovação de verdade nasce do desconforto, do inesperado. ao tentar encaixar tudo em planilhas e dashboards, acabamos sufocando o novo. e é aí que entra a provocação de rushkoff: precisamos deixar espaço para o estranho florescer de novo. 🌱🤖 felicidade corporativa pode salvar o tecnofeudalismo sim, você leu certo. a felicidade — aquele sentimento que parecia reservado apenas ao tempo livre — agora é uma poderosa ferramenta estratégica. e mais do que isso: pode ser a chave para desmontar a lógica fria e automatizada do tecnofeudalismo. com o treinamento felicidade dá lucro✅, a fábrica de criatividade convida gestores a refletirem sobre o tipo de ambiente de trabalho que estão construindo. num mundo dominado pela sociedade do cansaço e por métricas impessoais, falar de bem-estar, propósito e autorresponsabilidade é quase um ato de rebeldia. afinal, onde há espaço para o humano, não há espaço para algoritmos que nos aprisionam. e empresas felizes geram equipes mais criativas, engajadas e prontas para subverter o sistema com ideias fora da curva. 😄💡 🚀 quer trazer mais felicidade estratégica para sua empresa e criar ambientes realmente inovadores? entre em contato com a fábrica de criatividade e descubra como incluir esse KPI essencial no seu planejamento de 2025. porque no fim das contas… felicidade também dá lucro — e pode muito bem ser o começo do fim do tecnofeudalismo. existe saída para o tecnofeudalismo? a boa notícia é que sim, existe. e começa com consciência. precisamos repensar nossa relação com as plataformas que usamos todos os dias. será que elas realmente nos servem, ou estamos servindo a elas? iniciativas como redes descentralizadas, economia colaborativa e movimentos de tecnologia ética estão ganhando força. são pequenos atos de resistência ao tecnofeudalismo, e mostram que há outros caminhos possíveis — mais humanos, mais diversos, mais livres. #datafabri – dados sobre tecnofeudalismo case de sucesso: mastodon e o poder da descentralização o mastodon é uma rede social descentralizada que vem crescendo justamente por ir na contramão do tecnofeudalismo. nela, não há um dono central controlando os dados ou os algoritmos. cada instância é gerida por comunidades autônomas, e os usuários têm controle real sobre suas experiências. a plataforma ainda é pequena comparada aos gigantes, mas sua proposta tem conquistado quem busca uma internet mais ética, transparente e participativa. é a prova viva de que dá pra fazer diferente — e de que o estranho pode ser, sim, o futuro. 🌍✨ tecnofeudalismo, criatividade e rebeldia digital a criatividade é o antídoto natural contra o tecnofeudalismo. quando ousamos pensar diferente, experimentar sem medo e criar fora da curva, estamos rompendo com o feudo digital. rushkoff fala sobre isso com paixão: precisamos de rebeldia digital. precisamos recuperar o espírito hacker — não no sentido de invadir sistemas, mas de subverter padrões. seja criando novos formatos de conteúdo, experimentando ferramentas alternativas ou simplesmente dizendo “não” a sistemas opressores, cada atitude conta. e quanto mais gente fizer isso, mais estranho (e mais interessante) o digital vai voltar a ser. conclusão sobre tecnofeudalismo no fim das contas, o alerta de rushkoff no sxsw 2025 é um convite à reflexão. o tecnofeudalismo está aí, firme e forte. mas isso não significa que precisamos aceitar. podemos — e devemos — imaginar uma internet mais criativa, mais autêntica e, sim, mais estranha. então, bora começar? 🌐🔥 perguntas frequentes sobre tecnofeudalismo 1. o que significa tecnofeudalismo na prática? é o domínio quase absoluto de grandes plataformas digitais sobre o comportamento, consumo e até pensamento dos usuários. 2. como o tecnofeudalismo afeta meu trabalho? ele limita a inovação, padroniza relações e transforma a criatividade em um algoritmo. 3. existe alguma forma de escapar do tecnofeudalismo? sim! usar plataformas alternativas, fomentar tecnologia ética e descentralização são caminhos possíveis. 4. por que rushkoff quer que o digital volte a ser
📢 A nova NR1 e desconexão social entraram de vez no radar das empresas, e não é por acaso! Mesmo com tanta tecnologia, redes sociais e mensagens instantâneas, por que ainda nos sentimos tão distantes uns dos outros? 😕 Essa pergunta ganhou destaque no SXSW 2025, um dos maiores eventos globais sobre inovação e comportamento, onde especialistas deixaram um recado claro: está mais do que na hora de cuidarmos da saúde social no ambiente de trabalho. 💬🏢 E aí você pode se perguntar: “o que isso muda na minha empresa ou na minha rotina?” 🧐 Calma, respira… vou te mostrar tudo, passo a passo, como se fosse aquele papo leve com um amigo no café da tarde. ☕😉 o que é a nova NR1 e por que você deve se importar? A nova NR1 é uma Norma Regulamentadora que veio com tudo para garantir mais do que apenas segurança física—ela também foca no bem-estar emocional e nas conexões humanas dentro das empresas. 💼❤️ Pela primeira vez, o conceito de saúde social ganha protagonismo em uma norma brasileira, e isso muda completamente o jogo! A nova NR1 e desconexão social agora caminham lado a lado como temas essenciais na rotina corporativa. Durante o SXSW 2025, ficou evidente que estamos vivendo uma verdadeira crise de relacionamentos no ambiente profissional. As interações estão superficiais, os laços entre colegas se enfraqueceram e a solidão no ambiente de trabalho se tornou um problema sério. 😓 Quando uma norma regulamentadora como essa entra em vigor, não estamos falando de uma simples sugestão: estamos falando de uma obrigação legal. Ou seja, as empresas precisam se mexer! Ignorar esse novo olhar para a saúde social pode custar caro, tanto financeiramente quanto em clima organizacional. E mais: além de multas e sanções legais, existe o risco de afastamento de talentos e queda na produtividade. Está na hora de olhar para as conexões humanas com a mesma seriedade que olhamos para metas e resultados. A nova NR1 chegou para ser o empurrão que muitas empresas precisavam para virar essa chave. 🔑✨ o alerta do SXSW 2025: desconexão social como crise moderna No SXSW 2025, a pesquisadora Kasley Killam trouxe uma fala poderosa e cheia de propósito: “a saúde social é o elo esquecido no bem-estar corporativo. sem conexões reais e significativas, nenhum sucesso é duradouro.” Mas ela não parou por aí. Em sua palestra “The Missing Key to Living Longer, Healthier, and Happier”, ela apresentou dados científicos mostrando que conexões sociais fortes podem aumentar nossa expectativa de vida, melhorar nosso sistema imunológico e reduzir o risco de depressão. 😮❤️ Ela também explicou que saúde social não é só ter amigos no trabalho, mas sentir-se valorizado, ouvido e conectado com um propósito em comum. Isso impacta diretamente na produtividade, engajamento e até na longevidade das pessoas. Kasley destacou ainda que existem grandes fatores que fomentam essa crise de desconexão social nos ambientes profissionais, entre eles: Trabalhamos lado a lado, mas muitas vezes sem conexão real—esse é o verdadeiro impacto da nova NR1 e desconexão social, que agora passa a exigir que as empresas se atentem a esse pilar tão negligenciado até então. como implementar a nova NR1? Implementar a nova NR1 não é difícil, mas exige dedicação, sensibilidade e uma mudança de mentalidade. Não basta apenas aplicar ações genéricas: é preciso construir uma cultura real de pertencimento e conexão. Comece reconhecendo o problema — ou seja, percebendo que a nova NR1 e desconexão social não são modismos, mas sim fatores que impactam diretamente a produtividade, o clima organizacional e o bem-estar da equipe. 🙌 Depois, vá para a ação. Aqui vão algumas estratégias práticas e aprofundadas que podem transformar o dia a dia da sua empresa: Essas medidas, quando aplicadas com intenção e consistência, fazem com que a nova NR1 e desconexão social deixem de ser um desafio e passem a ser uma grande oportunidade de crescimento humano e corporativo. 🚀💬 comunicação assertiva é a chave para a nova NR1 Quer começar a mudança de verdade? Então é hora de olhar para a comunicação assertiva. Afinal, como criar conexões sociais fortes dentro de uma empresa se ninguém sabe ouvir de verdade, dar feedback com respeito ou lidar com conflitos de forma saudável? 🤔💬 A Fábrica de Criatividade já entendeu isso e desenvolveu o treinamento Comunicação assertiva, que combina CNV (Comunicação Não Violenta), inteligência emocional e técnicas de resolução de conflitos para transformar a comunicação entre líderes e equipes. Tudo isso com foco em ambientes cada vez mais híbridos e ansiosos, como os que a nova NR1 e desconexão social tentam equilibrar. Esse tipo de capacitação é o primeiro passo para implantar uma cultura mais humana, inclusiva e conectada—alinhada com as exigências da nova regulamentação e com os aprendizados do SXSW 2025. 🚀 Quer entender como esse treinamento pode fazer parte do seu planejamento estratégico? Fala com a gente! A Fábrica de Criatividade oferece consultoria personalizada para tornar sua comunicação corporativa mais empática, estratégica e conectada com o que o futuro (e o presente) exige. impacto econômico da nova NR1 Equipes desconectadas perdem foco, colaboram pouco e produzem menos — e isso não é apenas percepção, é realidade comprovada por estudos de mercado. Uma pesquisa da Deloitte mostrou que empresas que promovem bem-estar social têm uma performance financeira 2,3 vezes melhor em relação àquelas que ignoram o tema. 😮📉 Segundo o relatório “State of the Global Workplace” da Gallup (2023), apenas 23% dos trabalhadores no mundo estão engajados — e a principal razão apontada é a falta de conexão emocional com o time e com os líderes. Esse tipo de desconexão gera uma espiral negativa: menos motivação, menos inovação e mais rotatividade. Pense numa equipe como um celular descarregado: você até tenta usá-lo, mas ele simplesmente não responde. Agora imagine o poder de uma equipe recarregada com interações humanas genuínas, propósito e pertencimento. A nova NR1 e desconexão social formam o combo perfeito para reverter esse cenário. Ela chega para “carregar” sua equipe com