Muitos vivem essa “epidemia digital”
e nem percebem!
Dizer que a inteligência artificial não é mais um conceito futurista não é uma notícia nova, visto que ela já faz parte da nossa realidade cotidiana. A dinâmica do planeta é transformada por seus algoritmos, influenciando como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.
Nesta era digital, pergunto: você já sentiu que está perdendo o ritmo na adoção da IA? Que o mundo ao seu redor desfruta de ferramentas que automatizam processos e proporcionam experiências gratificantes, enquanto você observa?
Se a resposta for sim, você está experimentando o FOMO de IA! Essa crescente ansiedade social digital, impulsionada por manchetes alarmistas, posts em redes sociais e tutoriais que prometem soluções instantâneas, gerando o receio de ser deixado para trás pela tecnologia.
O que exatamente é FOMO de IA e por que você pode estar sentindo isso?
FOMO é o acrônimo de Fear of Missing Out (medo de ficar de fora ou para trás, em português). Historicamente, se relaciona com a comparação social e um sentimento de exclusão, de não querer perder experiências consideradas relevantes. Daí a geração de sentimentos de exclusão e ansiedade.
Com a velocidade vertiginosa da tecnologia, esse sentimento surfou nas ondas das redes sociais, ganhou forças e se transformou, adquirindo uma “nova roupagem”, impulsionada por silício e algoritmos, assombrando profissionais, estudantes e empresas ━ tem nome e sobrenome: FOMO tecnológico ou, simplesmente, FOMO de IA.
Não, não é ficção científica. Estou falando sobre a ansiedade de pessoas em torno da Inteligência Artificial que já aparece em pesquisas sobre saúde mental, produtividade e até burnout. Falo de um fator que já tem impactado decisões, rotinas, bem estar emocional, que afeta a intenção comportamental das pessoas.
| “As ideias por trás do FOMO sempre acompanharam a humanidade. O medo de ficar de fora de um grupo ou a comparação com a vida de outras pessoas são elementos primitivos. O que mudou, no entanto, foi a proporção disso tudo, potencializada, principalmente por novos aparelhos que nos conectam 24 horas por dia. E as redes sociais contribuíram para agravar ainda mais essa sensação, resultando em pessoas cada vez mais ansiosas e um grande desafio de saúde mental.” (Forbes, 2024) |
O FOMO de IA se ancora em mecanismos psicológicos semelhantes aos do FOMO tradicional, mas com nuances específicas relacionadas à natureza da tecnologia.
Alguns gatilhos do FOMO de IA
Não há como competir com uma tecnologia que não dorme, (quase) não erra e que faz em segundos o que levaríamos horas! Mas essa percepção tem sido capaz de gerar gatilhos significativos em muita gente, intensificando o medo de serem ultrapassadas:
- Aversão à perda. A ideia de perder oportunidades de carreira, vantagens competitivas, acesso a novas tecnologias ou até mesmo a compreensão do mundo contemporâneo alimenta o medo de ficar para trás. A percepção de que outros estão se beneficiando da IA enquanto nós não o fazemos gera um sentimento de privação.
- Comparação social. As redes sociais e a mídia especializada frequentemente destacam os sucessos e as inovações impulsionadas pela IA. Essa exposição constante pode levar à comparação social, fazendo com que indivíduos e organizações se sintam inferiores ou menos capazes por não estarem na vanguarda da adoção da IA.
- Incerteza sobre o futuro. A IA é frequentemente associada a um futuro de mudanças radicais no mercado de trabalho, na economia e na sociedade como um todo. A incerteza sobre quais habilidades serão valorizadas, quais profissões serão transformadas e como a IA moldará o mundo pode gerar ansiedade e o desejo de se preparar para essas mudanças o mais rápido possível.
- Complexidade da IA. Para muitos, a IA ainda é vista como uma caixa preta de algoritmos complexos e de difícil compreensão. Essa falta de familiaridade pode intensificar o medo de ser deixado para trás por não entender ou não utilizar essas tecnologias.
- Sensação de inevitabilidade. A narrativa dominante muitas vezes apresenta a adoção da IA como um processo inevitável e irreversível. Essa percepção pode criar uma pressão adicional para se adaptar rapidamente, mesmo que não haja uma necessidade imediata ou uma compreensão clara dos benefícios.
Como competir com algo que sequer se entende direito?!
| “O estudo Panorama Mobile Time/Opinion Box (2023) revelou que 43% dos brasileiros sentem ansiedade ao ficar sem acesso ao celular, enquanto 54% checam suas mensagens assim que acordam. O comportamento reflete uma relação de dependência psicológica e a dificuldade de estabelecer limites saudáveis para o uso das telas. Outro dado relevante é que 58% verificam suas redes sociais mais de 10 vezes ao dia, segundo pesquisa da Global Web Index (2023). Além disso, 37% afirmaram sentir a necessidade de responder mensagens imediatamente, mesmo quando estão realizando outras atividades.” (Terra, 2025) |
Sinais de quem está sofrendo de FOMO de IA
Indivíduos:
- Sobrecarga de informações. Esforço contínuo para acompanhar o ritmo das notícias, artigos, cursos e ferramentas relacionadas à IA, levando à exaustão mental e à dificuldade de focar em informações relevantes.
- Investimentos precipitados. Adotar novas tecnologias de IA sem uma avaliação cuidadosa de suas necessidades e benefícios reais, motivado pelo medo de perder uma “oportunidade imperdível”.
- Ansiedade e estresse: sentimentos de inadequação, frustração e autopressão por não conseguir acompanhar o ritmo da evolução da IA.
- Comparação excessiva: monitorar constantemente o uso da IA por outras pessoas ou empresas, gerando sentimentos de inveja ou inferioridade.
- Cursos e certificações desnecessárias: inscrição em inúmeros cursos e obtenção de certificações em áreas de IA que não são relevantes para seus objetivos ou carreira atual.
Organizações:
- Adoção apressada de tecnologias: implementar soluções de IA sem uma estratégia clara, movido pelo medo de ficar para trás da concorrência, resultando em investimentos ineficientes.
- Pressão por inovação constante: sentimento de que é preciso estar sempre lançando produtos ou serviços com recursos de IA, mesmo que não haja uma demanda clara do mercado.
- Supervalorização de “unicórnios” de IA: focar excessivamente em empresas de destaque no campo da IA, ignorando soluções mais adequadas às suas necessidades específicas.
- Dificuldade em reter talentos: medo de que seus profissionais busquem oportunidades em empresas consideradas mais “avançadas” em IA.
Estamos usando IA por necessidade ou por status?
Essa é a grande pergunta. Como indicam os sinais, muitas empresas estão embarcando em estratégias de adoção da IA sem nem saber para quê. Pessoas comuns assinam ferramentas que nem sabem usar. Tudo isso alimentado por um clima de urgência artificial.
Adotar IA virou quase um símbolo de relevância social e profissional. Se você não tem uma automação rodando ou um prompt engenhoso salvo no seu bloco de notas, você “não entendeu nada do futuro”. O problema é que esse futuro está sendo vendido em pílulas de ansiedade, e não em soluções reais.
| “Muitas empresas estão se esforçando para integrar a IA , mas será que isso é sempre uma boa ideia? […] [sobre] o medo de ficar de fora (FOMO), que leva as empresas a adotarem a IA sem uma estratégia clara. Algumas empresas presumem que, como a IA está em toda parte, precisam implementá-la imediatamente ou correm o risco de ficar para trás.” (Forbes, 2025) |
Em uma entrevista ao Canal Meio&Mensagem, a futurista e CEO do Future Today Institute, Amy Webb, considerada uma veterana de South by Southwest (SXSW), ao ser questionada sobre sua fala em 2024, que os líderes estavam meio assustados com a inteligência artificial e com aquele medo de “ficar de fora” das novidades e se isso ainda se mantém, ela respondeu que ━ piorou ━ que eles ainda continuam operando num mix de medo, incerteza e dúvida (FUD), somando-se agora à ansiedade de não perder nada (FOMO).
Amy deu um exemplo revelador sobre o Deepseek, que foi criado na China, e lançou um produto. De repente, as ações de uma empresa superimportante, a Nvidia, que faz chips, dispararam muito rápido. E o mais curioso é que Deepseek e Nvidia nem têm tanta ligação. E mesmo assim, muita gente ficou em desespero, pensando: “Nossa, será que a gente não vai mais precisar de tantos chips, de tanto dinheiro investido?”.
A especialista finalizou dizendo que, se a ideia for só copiar ou usar um sistema de IA que já existe, talvez não precise de tanto investimento novo mesmo. Mas, para realmente avançar e criar coisas novas no futuro, a gente precisa continuar construindo e desenvolvendo. Frisou que esse episódio mostra bem como o medo e as emoções estão impulsionando as decisões das pessoas nesse mundo da tecnologia.
É uma boa reflexão, não é?
Às vezes o que é ruim para alguns, se bem direcionado, pode se tornar uma oportunidade para outros
Para o marketing, por exemplo, de acordo com uma matéria publicada no portal Ecommerce Brasil. Veja a citação abaixo e reflita:
| “Às vezes, a simples ideia de perder uma oportunidade nos faz agir no impulso. E as empresas sabem muito bem como usar isso a favor delas. O FOMO é um dos gatilhos mentais mais poderosos do marketing. Ele desperta um senso de urgência no consumidor, fazendo com que ele tome decisões rápidas para evitar a sensação de estar perdendo algo valioso. Quando aplicado com estratégia, pode aumentar vendas, engajamento e até fortalecer a lealdade à marca. […] Se usado da forma certa, o Fear of Missing Out pode impulsionar vendas e engajamento sem parecer forçado ou manipulador. O segredo está em criar um equilíbrio entre urgência e valor real para o cliente.” (Ecommerce Brasil, 2025) |
Enfim, quais são as consequências do FOMO de IA?
As consequências do FOMO de IA podem ser significativas, tanto para indivíduos quanto para organizações, algumas delas são:
- Sobrecarga cognitiva e fadiga: a tentativa constante de acompanhar o ritmo acelerado da IA pode levar à exaustão mental, dificuldade de concentração e redução da produtividade.
- Decisões impulsivas. O medo de perder oportunidades pode levar a investimentos precipitados em tecnologias inadequadas ou à adoção de estratégias mal planejadas.
- Aumento da ansiedade e do estresse. A pressão constante para manter-se atualizado e a sensação de inadequação podem contribuir para problemas de saúde mental.
- Desigualdade e exclusão: O acesso desigual à informação e aos recursos de aprendizado sobre IA pode ampliar a lacuna entre aqueles que conseguem acompanhar a evolução e os que ficam para trás.
- Cultura da pressa e da superficialidade. A obsessão por estar sempre “por dentro” das últimas novidades pode levar a uma compreensão superficial dos conceitos e a uma falta de aprofundamento em áreas específicas.
- Riscos éticos e de segurança. A adoção apressada de tecnologias de IA, sem a devida consideração dos aspectos éticos e de segurança, pode gerar consequências negativas imprevistas.
Fenômeno passageiro ou sintoma de algo mais profundo?
O que o FOMO de IA escancara o velho medo disfarçado de modernidade. O medo de não ser mais útil. De não ser mais necessário e perder relevância.
Ele se potencializou com a IA, e talvez o maior sintoma não seja o seu uso desenfreado, mas a forma como a inovação tem sido tratada: como uma corrida, algo que tem mais a ver com velocidade do que uma jornada de aprendizado.
Então, como lidar com o FOMO de IA?
É fundamental reconhecer a importância da Inteligência Artificial e a necessidade de se adaptar a essa nova realidade tecnológica. No entanto, sucumbir ao FOMO de IA pode ser contraproducente e prejudicial.
Ao pesquisar sobre o assunto, encontrei a chave em uma abordagem equilibrada, informada e estratégica, que envolve:
- Desenvolver uma mentalidade de aprendizado contínuo, direcionada por foco. Em vez de tentar absorver todas as informações sobre IA, deve-se identificar as áreas que são realmente relevantes para os objetivos pessoais ou profissionais e concentrar esforços nelas.
- Priorizar a compreensão conceitual em vez da obsessão por ferramentas. Entender os princípios fundamentais da IA e suas aplicações gerais é mais valioso do que tentar dominar todas as ferramentas e plataformas existentes.
- Adotar uma postura crítica e reflexiva. Lembrando-se que nem toda nova tecnologia de IA é uma necessidade ou uma solução eficaz. Portanto, é preciso avaliar cuidadosamente os benefícios e os riscos antes de adotar novas ferramentas ou estratégias.
- Concentrar-se em suas próprias necessidades e objetivos. É importante não se deixar levar pela pressão de acompanhar o que os outros estão fazendo; e desenvolver uma estratégia de IA alinhada com suas necessidades e prioridades específicas.
- Cultivar a paciência e a perspectiva. A evolução da IA é um processo contínuo. Não há necessidade de dominar tudo imediatamente, por isso, a dica é manter uma perspectiva de longo prazo e celebrar os pequenos progressos.
- Desenvolver habilidades e entendimento. Para combater a ansiedade gerada pela falta de compreensão, é essencial investir em educação e em iniciativas que tornem a IA mais acessível e compreensível.
- Fomentar um diálogo ético e responsável. Discutir sobre os impactos sociais, éticos e econômicos da IA pode ajudar a mitigar o medo e a promover uma adoção mais consciente e equitativa.
| “Estratégias para uma relação mais saudável com a tecnologia: para reduzir os impactos negativos da hiperconectividade, o profissional da área de psicologia sugere práticas como a desintoxicação digital, estabelecendo limites para o uso das telas e a adoção de hábitos mais saudáveis, como meditação, atividades físicas e interação social presencial. ‘Equilibrar a relação com a tecnologia é essencial para preservar a saúde mental e melhorar a qualidade de vida’, aconselha. Entre as medidas recomendadas por profissionais, 70% indicam a redução do tempo de tela antes de dormir, e 65% sugerem o uso de aplicativos para monitorar e limitar o tempo gasto no celular, conforme levantamento da Digital Wellness Survey (2023). ‘Criar espaços de desconexão durante o dia, como deixar o celular fora do quarto na hora de dormir ou evitar mexer no aparelho durante as refeições, são passos importantes para reduzir a dependência e melhorar a saúde mental’.” (Campos, Terra, 2025) |
É importante destacar que o lado bom é que a IA não substitui quem pensa com propósito, quem cria com intenção, quem sabe fazer as perguntas certas — antes de buscar as respostas automáticas.
E lembre-se: a ideia aqui não é virar expert da noite para o dia — é explorar sem culpa!
Conclusão: a IA como ferramenta e não como fonte de ansiedade
A IA é uma ferramenta, um meio para um fim. Portanto, em vez de sucumbir ao medo de perder oportunidades, procure se concentrar em compreender seus princípios fundamentais, identificar as aplicações relevantes para sua vida e carreira, e adotar uma postura crítica e reflexiva em relação às novas tecnologias.
Calma, você não está atrasado ━ está no tempo certo!
Cultive uma mentalidade de aprendizado contínuo, priorize a compreensão conceitual e mantenha seus próprios objetivos em foco – é importante a retidão de propósito!
Todos podemos navegar na era da IA de forma eficaz e proveitosa, sem nos tornarmos vítimas da epidemia digital: o FOMO de IA. Daí a importância de abraçar o potencial da IA com curiosidade e discernimento, em vez de ansiedade e apreensão.
Então, respondendo ao título deste artigo, sim FOMO de IA existe, mas ele não precisa dominar você, sua empresa ou quem quer que seja.
Mais uma reflexão para fechar este artigo
Sintetizando o sentimento contemporâneo de obsolescência permanente ━ diante de atualizações que nos atravessam antes mesmo de compreendê-las ━, o medo de ficar de fora da IA é movido mais pelo medo de perder oportunidades do que por um desejo real de aprender de verdade e inovar ou fazer a diferença.
E daí vem a ausência de freios, alimentada pela velocidade da tecnologia e, por extensão, das próprias IAs.
Essa adesão apressada desencadeou o FOMO de IA, marcado pela falta de fundamentos sólidos. E para mim, tudo isso tem ‘quê’ de pressa líquida, o que me remete a Zygmunt Bauman e à sua Modernidade Líquida, em que nada é estável ou duradouro. Tudo escorre pelos dedos: relações, carreiras, verdades…
O ritmo da IA só acelera essa fluidez. Como se qualquer estabilidade conquistada pudesse evaporar com um novo update do ChatGPT.
Teríamos então, agora, uma insegurança automatizada?
O fato é que o mundo está em constante transformação e, assim como o tempo, isso não vai parar. Todos nós fazemos parte desse processo, estamos imersos da cabeça aos pés nesse fluxo.
Cada pessoa, no seu ritmo, com sua visão e as ferramentas que fizerem sentido, deve explorar esse mundo sem jamais se esquecer de que o futuro não exige pressa ━ exige presença!
E eu sinceramente acredito que quem corre pra não ficar pra trás, já começou perdendo. Porque inovação também não é sobre pressa ━ é sobre direção!
Eu espero que esse medo de ficar de fora não roube de você a oportunidade de estar inteiro em si, de se reconhecer e pertencer a quem você é de verdade ━ e aos seus objetivos reais. Porque no fim das contas, a vida, em todos os sentidos, não é sobre IA ━ é sobre humanidade.
Victor Mirshawka Jr.
Referências
CAMPOS, N. Veja como a hiperconectividade afeta a saúde mental. TERRA, 07/04/2025. Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/veja-como-a-hiperconectividade-afeta-a-saude-mental,bf8ae4a28edf57e15833c26852438952yja1eygr.html?utm_source=clipboard
CNN TONIGHT. Você sabe o que significa o termo FOMO? 2021. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=d4bwbJoUY0Q
CRUZ, F. Como superar o FOMO da IA no universo de Marketing e apostar certo no crescimento do seu negócio. MUNDO DO MARKETING. 14/05/2025. Disponível em: https://mundodomarketing.com.br/como-superar-o-fomo-da-ia-no-universo-de-marketing-e-apostar-certo-no-crescimento-do-seu-neg%C3%B3cio
E-COMMERCE BRASIL. Fear of Missing Out: como usar essa estratégia para impulsionar seu negócio. 07/05/2025. Disponível em: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/fear-of-missing-out-como-usar-essa-estrategia-para-impulsionar-seu-negocio
FORBES. “A IA não nos torna mais humanos”, diz criador do termo FOMO. 02/04/2024. Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/04/a-ia-nao-nos-torna-mais-humanos-diz-criador-do-termo-fomo/
HAMILTON, D. MIT Researchers Reveal AI’s Good And Bad Impact On Jobs And Skills. FORBES, 01/03/2025. Disponível em: “Precisamos ser mais cuidadosos ao prever o futuro”, diz Amy Webbhttps://www.forbes.com/sites/dianehamilton/2025/03/01/mit-researchers-reveal-ais-good-and-bad-impact-on-jobs-and-skills/
HARMON, A. Fear of missing out (FoMO). EBSCO, 2024. Disponível em: https://www.ebsco.com/research-starters/psychology/fear-missing-out-fomo
KRESLINS, P. Quem vai cuidar dos agentes de IA? MIT SLOAN, 29/01/2025. Disponível em: https://mitsloanreview.com.br/quem-controla-agentes-de-ia/
MONTEIRO, T. Veja como a hiperconectividade afeta a saúde mental. MEIO & MENSAGEM, 05/03/2025. Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/sxsw/amy-webb-sxsw-2025
[Imagens criadas pelo autor com o Designer da Microsoft. ]