Fábrica de Criatividade

Principais Insights do CBTD 2025 by Fábrica de Criatividade

Participamos do Congresso Brasileiro de T&D e selecionamos os principais Insights do CBTD 2025 no olhar da Fábrica de Criatividade, se atualize e de um update na “caixola”🧠. Cada palestra parecia uma aba nova se abrindo na minha mente — cheia de insights, provocações e ferramentas práticas. se você trabalha com desenvolvimento humano, inovação ou liderança, respira fundo porque o que vem a seguir pode virar uma chave aí também.

a seguir, compartilho minha curadoria pessoal dos os principais Insights do CBTD 2025 em 14 palestras mais potentes que acompanhei. vem comigo!


1. Neuroscience of change — Britt Andreatta

abrimos com a britt andreatta descascando o abacaxi da mudança organizacional com um bisturi chamado neurociência. ela explicou por que nosso cérebro faz de tudo pra fugir da mudança — mesmo quando a gente sabe que ela é necessária.

aprendi sobre a curva emocional da mudança: luto → negação → medo → frustração → aceitação → engajamento → esperança. é uma montanha-russa emocional, e entender isso muda tudo!

3 dicas que já anotei no meu bloco de ações:

  1. trabalhe com o cérebro, não contra ele. crie segurança psicológica antes de pedir mudanças.
  2. sempre comece pelo porquê. clareza de propósito engaja.
  3. comunique. repita. reforce. se as pessoas não entenderam, é porque ainda não ouviram o suficiente.

Saí da palestra com a cabeça fervendo de ideias sobre como liderar mudanças com mais empatia e estratégia.


2. Mestre de experiências: a palestra que virou um espetáculo sensorial no cbtd 2025Denilson Shikako

Confesso: já assisti a muitas palestras ao longo da vida. algumas boas, outras esquecíveis. mas o que aconteceu na sala da Fábrica de Criatividade no CBTD 2025 foi algo fora do comum. não foi só uma palestra. foi uma vivência. um espetáculo sensorial. e talvez o maior exemplo de como o treinamento corporativo pode ser reinventado.

Comandada por Denilson Shikako, fundador da Fábrica de Criatividade, a palestra “Mestre de experiências” deixou o público em êxtase do início ao fim. ele não só falou sobre como criar uma experiência inesquecível — ele nos fez viver uma.

“uma experiência vale mais do que sete aulas

Denilson Shikako

Essa foi a frase que guiou toda a apresentação. e ela não poderia ser mais verdadeira.

Ao invés de slides e teorias vazias, fomos convidados a mergulhar em um universo onde os cinco sentidos ganhavam protagonismo. visão, audição, tato, paladar e olfato — todos foram ativados em uma sequência de surpresas que tiraram qualquer um da zona de conforto.

o framework que virou chave na cabeça de todo mundo

Denilson apresentou um modelo tão simples quanto brilhante: os 5 sentidos se transformam em 5 p’s.

esse framework é aplicável a qualquer evento: de convenções a treinamentos. é sobre transformar o conteúdo em algo que se sinta, não só que se escute.

💡 insights que anotei na hora (e você vai querer guardar)

  • 🧠 conteúdo que não ativa sentidos não se fixa. o aprendizado precisa ser vivido.
  • 🎯 detalhe é o novo diferencial: o carinho em pequenos pontos cria conexão real.
  • 💬 propaganda não precisa ser direta: pode ser sensorial, sutil e surpreendente.
  • 🛠️ experiências são o melhor gatilho de aplicação prática no dia seguinte.
  • 🔁 o pós não é o fim, é o começo: como manter viva a experiência depois do evento?
  • 🎁 brindes que têm utilidade emocional e física fixam memórias (ex: listerine, coxinha de paçoca!). Teve até um bingo sensacional, tudo isso em menos de 1 hora, eu fiquei imaginando se ele tivesse mais tempo!

🎆 surreal, sensorial e inesquecível: o que rolou na prática

  • 🤯 coxinha com gosto de paçoca que confundiu e surpreendeu o paladar
  • 🖊️ canetão que espirrava listerine para cuidado pessoal durante o evento e bem diferente.
  • 💡 luz invisível que só podia ser vista com luz negra, despertando curiosidade
  • 🧠 massageadores de cabeça disponíveis para o público relaxar e se conectar
  • 🎶 orquestra feita com instrumentos de sucata, criada ao vivo com participação da platéia

nada disso era coxinha — mas era sobre criar memória afetiva com estratégia.


Mais do que conteúdo: conexão real

Entre as provocações do palestrante, uma se destacou e ficou ecoando na cabeça de quem estava lá:

o que vale mesmo de um treinamento é o que acontece no dia seguinte. – Denilson Shikako

A reação do público? de arrepiar.

no final, quando a última frase foi dita, a plateia levantou para aplaudir. Não por educação, mas por gratidão. pela experiência. pelo aprendizado. e por mostrar que é possível fazer diferente com menos slides e mais intenção.

conclusão pessoal

A Fábrica de Criatividade não entregou só uma palestra. entregou um marco.

em vez de conteúdo, nos deram sentido.
em vez de slides, nos deram emoção.
em vez de teoria, nos deram ação.

foi, sem dúvida, uma das apresentações mais impactantes do CBTD 2025.


3. ROI de treinamentos corporativos — Eduardo Granato

Nessa hora eu senti como se estivesse ganhando um mapa do tesouro. Eduardo Granato desmistificou a ideia de que t&d não traz retorno. pelo contrário: mostrou que dá pra calcular tudo, sim — se você fizer as perguntas certas.

o segredo? planejar o treinamento ao contrário: primeiro define o problema de negócio, depois desenha os níveis de avaliação. do nível 1 (reação) até o nível 5 (ROI), tudo tem método.

anotei essas pepitas:

  • troque “você gostou?” por “de 0 a 10, quão preparado você está pra aplicar isso?”
  • use a técnica “explique-me / mostre-me” pra avaliar aplicação real.
  • conecte t&d aos kpis desde o começo. sem isso, vira palestra bonita sem impacto.

essa palestra deveria virar requisito básico pra quem trabalha com capacitação. sério.


4. A palestra “IA em T&D: Hope ou Hype?”- Victor Mirshawka Jr.

O sensacional palestrante Victor, propôs um “papo reto” sobre Inteligência Artificial em Treinamento e Desenvolvimento.

A ideia foi separar o que é promessa real (Hope) do que é só modinha (Hype).

O palestrante, Victor Mirshawka Junior, mostrou que a IA pode turbinar a aprendizagem, mas também alerta para os perigos e exageros.

Principais Insights:

•⁠ ⁠Adoção Cautelosa: As empresas brasileiras estão adotando a IA de forma cuidadosa, com um gap entre a estratégia e a prática no T&D..
•⁠ ⁠Parceiro de Raciocínio: A IA deve ser vista como uma ferramenta para auxiliar e não para substituir o pensamento humano.
•⁠ ⁠Upskilling é Chave: Mais importante que a IA em si, é a pessoa que sabe usá-la bem. Aprender a usar as ferramentas de IA se torna uma nova competência essencial.
•⁠ ⁠Foco no Humano: No fim das contas, a missão do ser humano continua sendo… ser humano, aproveitando a tecnologia para se aprimorar!!!


5. insta na firma — raquel paiva

raquel trouxe uma provocação que mexeu comigo: será que a gente tá realmente se comunicando ou só despejando palavras no ambiente?

ela fez um paralelo entre comunicação corporativa e produção audiovisual. tem pré-produção (intenção), execução (clareza e empatia), edição (ajustes) e pós-produção (escuta e follow-up). genial!

3 práticas que já comecei a aplicar:

  • sempre começo um e-mail ou reunião com “por que estou falando isso?”
  • adapto minha linguagem ao meu público (não falo igual com líder e com colega).
  • treino o “feedback com presença”: olho no olho, ouvidos abertos, sem pressa.

raquel me lembrou que comunicar bem é mais do que passar mensagem. é gerar conexão.


6. como criar times fluentes em ia e inovação — jacqueline melo e leandro siminovich

essa palestra me deu um chacoalhão. estamos na era da ia, mas tratamos como se ainda fosse disquete! 😅

os palestrantes mostraram que ser fluente em ia não tem a ver com programar — tem a ver com mindset. líderes precisam ser curiosos, criativos, abertos a errar e dispostos a testar.

principais aprendizados:

  • há três níveis de mentalidade: ai ready, ai first e mentalidade inovadora.
  • 71% dos profissionais se sentem despreparados pra lidar com ia. precisamos mudar isso urgente!
  • cultura de inovação, resolução de problemas e liderança inspiradora formam a base dos times fluentes.

a palestra me deixou com uma certeza: se a gente não se mexer agora, fica pra trás.


7. pós-treinamento e transferência de aprendizagem — tiago carzetta, greyce nunes e andrea baldin

nessa palestra, descobri que o que acontece depois do treinamento é tão (ou mais) importante do que o próprio treinamento. o trio apresentou a metodologia 6Ds, com foco nas três últimas disciplinas: definir responsabilidades, dar apoio e documentar resultados.

e sabe o que mais me chamou atenção? o case do mcdonald’s na américa latina: +100 mil colaboradores treinados com apoio real no pós-curso, usando grupos de whatsapp, cards digitais e perguntas abertas pra gerar dados qualitativos.

aprendizados práticos que já levei pra vida:

  • líder que acompanha a aplicação do conteúdo pós-treinamento multiplica o impacto.
  • indicadores qualitativos (como “o que você mais aplicou?”) geram insights poderosos.
  • sem suporte real, o conteúdo evapora em dias. reforço contínuo é chave!

depois dessa, nunca mais vou tratar o “pós” como um “extra”. ele é o motor da transformação real.


8. vídeos que ensinam e encantam — cris barbosa

cris barbosa me ganhou nos primeiros 30 segundos. e olha que ela falou exatamente sobre isso: como os primeiros segundos de um vídeo podem definir se alguém vai assistir ou não.

a palestra foi uma aula sobre como transformar conteúdos densos e sem graça em vídeos curtos, leves e eficientes. tipo microdoses de sabedoria com storytelling.

insights que anotei com estrela:

  • tiktok e youtube viraram “rodovias do conhecimento”. precisamos aprender com eles.
  • um teaser de 30 segundos pode valer mais do que um manual inteiro.
  • brasil é o 3º país que mais consome vídeos no mundo. e a gente ainda insiste em pdf?

dicas que já comecei a usar:

  • gravei um vídeo curto no estilo teaser pra divulgar um projeto interno. a galera respondeu mais do que em qualquer e-mail.
  • troquei um tutorial escrito por um vídeo animado de 1 minuto. o entendimento e a retenção foram muito maiores.
  • comecei a explorar ferramentas como capcut e canva. funcionam super bem!

cris mostrou que roteiro + intenção + clareza valem mais do que megaproduções. vídeo bom é o que ensina e conecta.


9. t&d em tempos de tiktok — branca barão

a branca subiu no palco e já soltou: “não existe mais ficar sem celular. então bora usar isso a nosso favor.”

ela explicou como o tiktok virou referência de consumo rápido, criativo e viciante — e como isso pode (e deve!) inspirar o t&d nas empresas.

o que mais ficou comigo:

  • adultos aprendem melhor quando têm autonomia, aplicabilidade e respeito pela bagagem. isso é andragogia!
  • a liderança não engaja mandando. engaja ouvindo e cocriando.
  • t&d precisa virar microlearning, criativo e personalizado — como o feed de um app.

a dinâmica que me marcou: “submarketing” — a pessoa tem 20 segundos pra se vender. é prática, divertida e ensina clareza na marra. a gente riu, mas também aprendeu!

essa palestra foi um chacoalhão pra largar mão do pptzão chato e abraçar formatos que falam a língua das pessoas.


10. errei! e agora? — ines cozzo

ines subiu no palco e jogou a real: quem inova vai errar. e tá tudo bem.

ela apresentou o método TOTS (teste, operação, teste, saída), que nos ensina a transformar erros em evolução. tipo ensaio antes da peça principal.

e ela trouxe cases lindos sobre diversidade como potência: a embraer contratando pessoas com síndrome de down como “jedis” e “ninjas”. o resultado? inovação de verdade e um ambiente mais humano.

frases que anotei no meu caderninho:

  • “todo santo tem um passado e todo pecador tem um futuro.”
  • “tenebológico”: medo do novo que bloqueia soluções simples.
  • “errar é ensaiar”. quando encarei isso, me senti mais livre pra testar coisas novas.

ines me lembrou que errar não é o fim — é o começo do aprendizado real. e que não tem inovação sem coragem.


11. nr-1 e os epi’s da saúde mental — izabella camargo

essa palestra foi um soco no estômago — e um abraço logo em seguida. izabella camargo falou sobre o “prejuízo invisível” que é negligenciar a saúde mental nas empresas. e ela fez isso com dados, emoção e muita verdade.

ponto forte: presenteísmo. aquele estado em que a pessoa está presente fisicamente, mas emocionalmente… já foi embora. e isso custa caro.

os epi’s da saúde mental? pausas, escuta ativa, gestão da carga, acolhimento e limites. simples, mas pouco aplicados.

destaques que me fizeram refletir:

  • “excesso de confiança não usa epi” — quem acha que nunca vai surtar, é quem mais precisa de cuidado.
  • “não ter corte não significa não ter custo.” saúde mental também precisa de indicadores.
  • anos 70: brasil campeão da copa… e dos acidentes de trabalho. contradição gritante.

essa palestra me fez colocar “institucionalizar o cuidado emocional” como prioridade no meu caderno de metas. 💥


12. o papel da liderança na construção de ambientes saudáveis — julia ganzanti

se você é líder ou quer ser, essa palestra deveria ser seu mantra. julia trouxe a ideia de que liderança começa no autocuidado. e que segurança psicológica não é “mimimi” — é base de equipes de alta performance.

ela explicou que times seguros erram mais. e isso é ótimo! porque erram tentando, aprendendo, ajustando. o medo paralisa. a confiança liberta.

insights que viraram post-it na minha mesa:

  • “liderança vulnerável é liderança forte.”
  • “ambientes saudáveis exigem relações saudáveis.”
  • “autorresponsabilidade + vulnerabilidade = potência real.”

sabe aquela palestra que não tem firula, mas mexe por dentro? foi essa.


13. inteligência aplicada: como desbloquear sua potência — vania ferrari

vania é o tipo de palestrante que te faz rir, pensar, anotar e querer sair aplicando tudo no dia seguinte. ela começou perguntando: você quer conhecimento ou sabedoria? e aí já me ganhou.

a ideia central foi simples e poderosa: não basta saber — tem que aplicar.

destaques que ficaram comigo:

  • inteligência emocional vale mais do que diploma.
  • pensamento positivo aciona seu cérebro como se você já soubesse fazer.
  • resolver problemas complexos gera novos neurônios (é ciência!).

ela ainda cruzou tudo isso com métodos ágeis e o six sigma. ou seja: emoção + ação + método = potência desbloqueada.

essa foi aquela palestra que você sai com a sensação de que está mais inteligente só de ter escutado.


14. superagentes de ia: o futuro da aprendizagem aumentada — gustavo torrente

pra fechar, uma verdadeira aula sobre como a ia está mudando a forma como aprendemos, produzimos e evoluímos.

gustavo fez o que poucos fazem: desmistificou a parte técnica do chatgpt e similares sem deixar ninguém boiando. mostrou o ciclo de adoção da ia, os diferentes perfis de ferramentas (chatgpt, copilot, gemini, perplexity…) e o modelo de upskilling com 4 níveis: consciente, emergente, performance e escala.

os aprendizados mais valiosos:

  • prompt bom tem fórmula: persona + contexto + tarefa + formato + exemplo + tom.
  • cada ia serve melhor pra um tipo de tarefa. teste, compare, adapte.
  • a chave é tornar a ia útil no dia a dia, não só em grandes projetos.

essa palestra me deixou com vontade de montar um mini curso interno só com essas ferramentas e práticas. e com orgulho de ver que dá, sim, pra aprender tecnologia com leveza.


conclusão: o futuro do t&d é humano, ágil e com celular na mão

o cbtd 2025 me ensinou que desenvolvimento humano não é sobre conteúdo bonito. é sobre transformação real, com método, emoção, dados e ousadia. entre a neurociência da mudança, os vídeos que ensinam em 30 segundos, e os superagentes de ia, o que ficou foi uma certeza: precisamos aprender o tempo todo, com curiosidade e humildade.

e acima de tudo: precisamos de ambientes seguros, com lideranças humanas, que acolhem o erro, cuidam da saúde mental e colocam a inteligência a serviço do coletivo.

se você chegou até aqui, só posso te dizer uma coisa: vamos juntos construir esse novo jeito de aprender e liderar. o futuro já começou.

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