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Inteligência Artificial nos Negócios: o que RHs e líderes precisam saber em 2026 
inteligência artificial, team building

Inteligência Artificial nos Negócios: o que RHs e líderes precisam saber em 2026 

Inicialmente, a Inteligência Artificial nos Negócios vem num crescimento exponencial então pare um minuto e pense: o que realmente define um líder ou um profissional de RH hoje? Se a resposta ainda estiver ligada a planilhas, metas e processos puramente operacionais, então é hora de calibrar a bússola.  Estamos em pleno século XXI, no meio de uma transformação que é contínua, em que a Inteligência Artificial nos negócios não é apenas uma ferramenta, ela é uma parceira criativa e catalisadora que nos permite focar no que realmente importa: as pessoas.  O que os RHs e líderes precisam saber em 2026? Precisam saber que, hoje, liderança é sobre construir pontes que conectam pessoas e ideias para o crescimento mútuo, inspirando equipes a encontrarem seu propósito. O RH, há muito tempo, deixou de ser o guardião dos papéis para se tornar o coração que pulsa a cultura da empresa. Não se trata mais de saber ou não usar IA, mas de desenvolver o entendimento de como pensar com ela. Prepare-se para mergulhar no que realmente importa e ver a tecnologia não como um desafio, mas como uma poderosa aliada para construir um futuro do trabalho mais produtivo, engajado e, acima de tudo, humano. O papel das lideranças e do RH redefinido pela IA O maior evento de gestão de pessoas da América Latina de 2025, o CONARH, debateu temas importantes para as empresas, entre os quais, a IA nos negócios protagonizou vários painéis ao longo dos 3 dias da 51ª edição do Congresso realizado pela ABRH Brasil.  Na palestra magna que abordou “O poder das pessoas na era da inteligência artificial”, Sankar Venkatraman, Global Evangelist do LinkedIn, falou sobre a ascensão da IA no mercado de trabalho, uma realidade que exige uma nova mentalidade das empresas, do RH e dos profissionais em geral. Ele sugeriu que as organizações criem conselhos de IA e adotem uma abordagem pragmática, focada em projetos-piloto, para evoluírem com agilidade e transparência; e que o principal motor dessa transformação é o RH, com a missão de redefinir o conceito de trabalho a partir das habilidades necessárias para cada tarefa. A responsabilidade individual de cada profissional se concentra no aprimoramento contínuo de quatro pilares: habilidades cognitivas, habilidades interpessoais, autoliderança e fluência digital. Em sua essência, a Inteligência Artificial não está aqui para substituir, mas para potencializar o trabalho, tornando-o mais estratégico e colaborativo. “Empresas de alto desempenho deixarão de buscar casos de uso de IA para usar a IA como solução para executar sua estratégia de negócios. Sua implementação deixa de ser algo pontual para se tornar regra, impulsionando processos e remodelando indústrias.” (Luís Ruivo, sócio da PwC Brasil, 2025) As 5 prioridades estratégicas do RH para 2026 O Gartner desenvolveu uma importante pesquisa sobre as principais prioridades do RH em 2025, com mais de 1.400 líderes de RH em 60 países, identificando cinco desafios considerados prioridades estratégicas: 1. Desenvolvimento de Líderes e Gestores Essa é a principal prioridade para a maioria dos líderes de RH. A abordagem tradicional de desenvolvimento não está funcionando, e os resultados ainda são insatisfatórios, mesmo com 76% das organizações atualizando seus programas. O problema está na falta de aplicação prática e na ausência de conexões de apoio entre os gestores. O que impulsiona a prioridade: 75% dos gestores estão sobrecarregados com suas responsabilidades; e 70% dos líderes de RH sentem que os atuais gestores não estão preparados para desenvolver líderes de nível intermediário. Por que agir é essencial: a falta de desenvolvimento eficaz resulta em apenas 23% dos líderes de RH confiando que há líderes em ascensão capazes de atender às necessidades futuras da organização. Próximos passos recomendados: mude o foco de seminários e palestras para eventos de networking e atividades de equipe. A nova abordagem deve se basear em conexões repetidas e pontos de contato sociais, permitindo que os líderes apliquem o que aprenderam e construam relacionamentos de confiança. 2. Cultura Organizacional Quase todos os CHROs (Chief Human Resources Officer, o Diretor de Recursos Humanos, en português) (97%) querem mudar algum aspecto da cultura de sua empresa. O desafio, no entanto, é transformar essa visão em ações diárias. O que impulsiona a prioridade: apenas 28% dos líderes de RH concordam que o planejamento estratégico de RH está totalmente integrado ao planejamento de negócios. Além disso, uma cultura mal gerida pode impactar negativamente a lucratividade, a satisfação do cliente e a performance dos funcionários. Por que agir é essencial: menos de um em cada quatro funcionários entende os valores que movem a cultura de sua organização. Empresas que conseguem incorporar a cultura em seus valores e processos obtêm um aumento de 35% na performance, 63% no engajamento e 25% na intenção de permanência. Próximos passos recomendados: ajude os funcionários a entenderem os valores centrais da cultura e o que eles significam no seu dia a dia. Certifique-se de que os processos de trabalho apoiem a cultura desejada e capacite os gestores a reagir e guiar o comportamento no momento para garantir que a cultura seja incorporada. 3. Planejamento Estratégico da Força de Trabalho A maioria dos líderes de RH (66%) limita o planejamento da força de trabalho à contagem de vagas, com foco em um plano de apenas um ano (61%). Apenas 15% das organizações realmente praticam o planejamento estratégico da força de trabalho. O que impulsiona a prioridade: a realidade atual exige um planejamento focado em competências para preparar a organização para necessidades futuras com mais de dois anos de antecedência. Um processo limitado e inconsistente impede o RH de se alinhar com iniciativas críticas de negócio. Por que agir é essencial: a falta de alinhamento com a estratégia de negócio pode levar à perda de oportunidades e à incapacidade de responder a mudanças no mercado. quer preparar sua equipe para liderar com inteligência artificial – de verdade?na fábrica de criatividade, transformamos tecnologia em prática com treinamentos de ia feitos sob medida para empresas que querem sair do básico e operar no nível estratégico. se você quer que sua equipe domine

Gestão de pessoas, team building

dar um tempo virou crime? talvez sua equipe precise de team building que conecta de verdade

o mito da produtividade ininterrupta já reparou como, hoje em dia, dar uma pausa no trabalho parece ser um ato de rebeldia? é como se desconectar por uns minutos, ou tirar férias merecidas, significasse que você não está “engajado”. mas e se eu te dissesse que isso pode ser um dos maiores erros de liderança? repensar o descanso e criar momentos de team building que conecta pode ser justamente o caminho para times mais produtivos e humanos. muitos gestores ainda caem na armadilha de confundir presença com performance. e o pior: acabam penalizando justamente aqueles que mais entregam, só porque ousaram cuidar da própria saúde mental. é aí que entra a importância de dinâmicas que conectam. atividades que vão além do cafezinho ou da sala de descompressão — elas fortalecem o time, promovem empatia e criam laços reais. os sinais de uma equipe no modo “piloto automático” antes de pensar em soluções, é preciso identificar o problema. veja se sua equipe apresenta alguns destes sintomas clássicos de uma cultura sem pausas saudáveis e sem team building que conecta: se esses sinais estão presentes, é hora de agir. não com mais pressão, mas com mais espaço para a pausa — e com mais estratégias de conexão. a cultura do descanso como potência eu sei, parece contraditório. como assim parar pode acelerar os resultados? mas a verdade é que empresas que respeitam o tempo de descanso dos colaboradores veem aumento na criatividade, mais soluções inovadoras e menos turnover. tudo isso está diretamente ligado ao estímulo de team building que conecta. o descanso não é um luxo, é parte essencial do processo criativo. e quando isso é entendido dentro das organizações, os resultados aparecem em forma de engajamento, performance e até lucro. como bem disse arianna huffington, fundadora do huffpost: “o burnout não é um símbolo de sucesso, é um sinal de falha sistêmica.” então por que insistimos em penalizar quem desliga o celular no fim de semana? como criar experiências de team building que conectam a chave está na intencionalidade. separamos aqui algumas ideias simples, mas eficazes: o mais importante: ouça o time. entender o que eles gostariam de viver juntos é o primeiro passo para desenhar team building que conecta de verdade. #datafabri – o impacto real de se desconectar e se reconectar se você ainda tem dúvidas sobre a importância de criar espaços de pausa e conexão no ambiente corporativo, estes dados atualizados vão te convencer de vez: esses números evidenciam que investir em team building que conecta e promover uma cultura de pausas estratégicas não são luxos, mas sim necessidades para a saúde organizacional e o sucesso a longo prazo. 6. o team building da fábrica de criatividade na fábrica de criatividade, a gente acredita que não existe time engajado sem emoção, sem propósito e sem momentos memoráveis. é por isso que nossas experiências de team building que conecta são desenhadas como se fossem filmes interativos: com começo, meio, e um final épico. imagina tirar o time do escritório por um dia e mergulhar numa experiência de criatividade, estratégia e inovação que realmente conecta? foi exatamente isso que aconteceu no nosso xp day com a fábrica de criatividade. em vez de mais uma reunião cansativa, vivemos uma jornada prática e inspiradora, onde cada um entendeu como pode se tornar peça-chave para um time mais inovador, colaborativo e produtivo. ✨ se você sente que a sua equipe está no piloto automático, talvez esteja na hora de um reset estratégico. bora criar juntos um plano que traga foco, propósito e muita conexão? levamos o grupo para fora da rotina, criamos desafios que exigem empatia, colaboração e vulnerabilidade. e, o mais legal, tudo isso é feito com leveza, humor e aquele toque de surpresa que ninguém esquece. 👉 chama a fábrica de criatividade pra um bate-papo sem compromisso e conheça nossa consultoria de planejamento estratégico com experiências que realmente conectam times. sua equipe merece mais que metas: merece sentido. 💛 clique aqui e vamos conversar! conclusão – descansar não é fraqueza, é estratégia se sua empresa ainda enxerga pausas como perda de tempo, está na hora de rever esse mindset. o mundo mudou, e os times que mais performam são justamente aqueles que sabem quando pisar no freio, respirar e se reconectar. team building que conecta são o motor silencioso da alta performance. eles não aparecem nos gráficos do mês, mas sustentam a cultura que leva a empresa ao próximo nível. e aí, bora parar pra se conectar de verdade? faq – perguntas que todo gestor deveria se fazer (e responder!) 1. como saber se minha equipe precisa de um team building? se você percebe desmotivação, falhas na comunicação ou excesso de estresse, é hora de investir em conexões intencionais. 2. o team building serve só pra grandes empresas? de jeito nenhum! pequenas empresas se beneficiam ainda mais, pois fortalecem vínculos num nível mais íntimo. 3. precisa ser algo caro? não. o valor está na intenção e na execução. experiências simples podem ser muito eficazes. 4. quantas vezes por ano devo fazer ações de team building? o ideal é criar um ritmo de pelo menos uma vivência por trimestre, mas isso pode variar conforme o contexto da equipe. 5. posso fazer um team building online? sim! existem experiências digitais incríveis — o segredo está em promover interações reais, mesmo em ambientes virtuais.

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