Chatbots cognitivos: quando o atendimento aprende com o humor humano
Chatbots cognitivos inovam atendimento ao aprenderem com emoção e humor. Veja como isso transforma negócios.
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Planejamento da força de trabalho ajuda empresas a se adaptarem para a próxima década, com estratégias inovadoras e eficazes.
Megatrends globais moldarão o futuro até 2050, impactando sua carreira e estratégias de negócios.
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**Guia completo da gpc para administração pública** simplifica modernização no setor público. Veja como inovar na gestão.
Valuation comportamental revela o valor real dos comportamentos que impulsionam a criatividade nas empresas. Descubra como medi-los.
Tokenização de ativos aplicada à criatividade transforma ideias em microentregas valiosas na empresa. Descubra como inovar com eficiência!
Inicialmente, a Inteligência Artificial nos Negócios vem num crescimento exponencial então pare um minuto e pense: o que realmente define um líder ou um profissional de RH hoje? Se a resposta ainda estiver ligada a planilhas, metas e processos puramente operacionais, então é hora de calibrar a bússola. Estamos em pleno século XXI, no meio de uma transformação que é contínua, em que a Inteligência Artificial nos negócios não é apenas uma ferramenta, ela é uma parceira criativa e catalisadora que nos permite focar no que realmente importa: as pessoas. O que os RHs e líderes precisam saber em 2026? Precisam saber que, hoje, liderança é sobre construir pontes que conectam pessoas e ideias para o crescimento mútuo, inspirando equipes a encontrarem seu propósito. O RH, há muito tempo, deixou de ser o guardião dos papéis para se tornar o coração que pulsa a cultura da empresa. Não se trata mais de saber ou não usar IA, mas de desenvolver o entendimento de como pensar com ela. Prepare-se para mergulhar no que realmente importa e ver a tecnologia não como um desafio, mas como uma poderosa aliada para construir um futuro do trabalho mais produtivo, engajado e, acima de tudo, humano. O papel das lideranças e do RH redefinido pela IA O maior evento de gestão de pessoas da América Latina de 2025, o CONARH, debateu temas importantes para as empresas, entre os quais, a IA nos negócios protagonizou vários painéis ao longo dos 3 dias da 51ª edição do Congresso realizado pela ABRH Brasil. Na palestra magna que abordou “O poder das pessoas na era da inteligência artificial”, Sankar Venkatraman, Global Evangelist do LinkedIn, falou sobre a ascensão da IA no mercado de trabalho, uma realidade que exige uma nova mentalidade das empresas, do RH e dos profissionais em geral. Ele sugeriu que as organizações criem conselhos de IA e adotem uma abordagem pragmática, focada em projetos-piloto, para evoluírem com agilidade e transparência; e que o principal motor dessa transformação é o RH, com a missão de redefinir o conceito de trabalho a partir das habilidades necessárias para cada tarefa. A responsabilidade individual de cada profissional se concentra no aprimoramento contínuo de quatro pilares: habilidades cognitivas, habilidades interpessoais, autoliderança e fluência digital. Em sua essência, a Inteligência Artificial não está aqui para substituir, mas para potencializar o trabalho, tornando-o mais estratégico e colaborativo. “Empresas de alto desempenho deixarão de buscar casos de uso de IA para usar a IA como solução para executar sua estratégia de negócios. Sua implementação deixa de ser algo pontual para se tornar regra, impulsionando processos e remodelando indústrias.” (Luís Ruivo, sócio da PwC Brasil, 2025) As 5 prioridades estratégicas do RH para 2026 O Gartner desenvolveu uma importante pesquisa sobre as principais prioridades do RH em 2025, com mais de 1.400 líderes de RH em 60 países, identificando cinco desafios considerados prioridades estratégicas: 1. Desenvolvimento de Líderes e Gestores Essa é a principal prioridade para a maioria dos líderes de RH. A abordagem tradicional de desenvolvimento não está funcionando, e os resultados ainda são insatisfatórios, mesmo com 76% das organizações atualizando seus programas. O problema está na falta de aplicação prática e na ausência de conexões de apoio entre os gestores. O que impulsiona a prioridade: 75% dos gestores estão sobrecarregados com suas responsabilidades; e 70% dos líderes de RH sentem que os atuais gestores não estão preparados para desenvolver líderes de nível intermediário. Por que agir é essencial: a falta de desenvolvimento eficaz resulta em apenas 23% dos líderes de RH confiando que há líderes em ascensão capazes de atender às necessidades futuras da organização. Próximos passos recomendados: mude o foco de seminários e palestras para eventos de networking e atividades de equipe. A nova abordagem deve se basear em conexões repetidas e pontos de contato sociais, permitindo que os líderes apliquem o que aprenderam e construam relacionamentos de confiança. 2. Cultura Organizacional Quase todos os CHROs (Chief Human Resources Officer, o Diretor de Recursos Humanos, en português) (97%) querem mudar algum aspecto da cultura de sua empresa. O desafio, no entanto, é transformar essa visão em ações diárias. O que impulsiona a prioridade: apenas 28% dos líderes de RH concordam que o planejamento estratégico de RH está totalmente integrado ao planejamento de negócios. Além disso, uma cultura mal gerida pode impactar negativamente a lucratividade, a satisfação do cliente e a performance dos funcionários. Por que agir é essencial: menos de um em cada quatro funcionários entende os valores que movem a cultura de sua organização. Empresas que conseguem incorporar a cultura em seus valores e processos obtêm um aumento de 35% na performance, 63% no engajamento e 25% na intenção de permanência. Próximos passos recomendados: ajude os funcionários a entenderem os valores centrais da cultura e o que eles significam no seu dia a dia. Certifique-se de que os processos de trabalho apoiem a cultura desejada e capacite os gestores a reagir e guiar o comportamento no momento para garantir que a cultura seja incorporada. 3. Planejamento Estratégico da Força de Trabalho A maioria dos líderes de RH (66%) limita o planejamento da força de trabalho à contagem de vagas, com foco em um plano de apenas um ano (61%). Apenas 15% das organizações realmente praticam o planejamento estratégico da força de trabalho. O que impulsiona a prioridade: a realidade atual exige um planejamento focado em competências para preparar a organização para necessidades futuras com mais de dois anos de antecedência. Um processo limitado e inconsistente impede o RH de se alinhar com iniciativas críticas de negócio. Por que agir é essencial: a falta de alinhamento com a estratégia de negócio pode levar à perda de oportunidades e à incapacidade de responder a mudanças no mercado. quer preparar sua equipe para liderar com inteligência artificial – de verdade?na fábrica de criatividade, transformamos tecnologia em prática com treinamentos de ia feitos sob medida para empresas que querem sair do básico e operar no nível estratégico. se você quer que sua equipe domine
A Importância da Criatividade e Inovação para 2026 Bem-vindo a 2026, onde criatividade e inovação nas empresas deixaram de ser apenas palavras da moda para se tornarem questões de sobrevivência corporativa. Em um mundo pós-pandemia repleto de transformação digital, inteligência artificial e mudanças de mercado constantes, ficar no piloto automático não é mais uma opção segura. Empresas que não inovam correm o risco de ficar para trás – um estudo projeta que a permanência média das empresas no índice S&P 500 cairá para apenas 12 anos até 2027, e que metade das gigantes atuais será substituída em uma década Fonte: Gallup. Ou seja: quem não se reinventa dança. Por outro lado, organizações que cultivam um ambiente criativo têm colhido frutos impressionantes. Pensamento criativo já desponta como a quarta habilidade mais essencial para as empresas, sendo uma das competências com maior crescimento em importância para 2025-2030. Em outras palavras, enquanto as máquinas e algoritmos cuidam do arroz-com-feijão repetitivo, a capacidade humana de ter ideias originais vira um diferencial competitivo gigantesco. Fonte: Nectar. Empresas inovadoras alcançam resultados melhores, funcionários mais felizes e culturas mais adaptáveis. Dessa maneira nasce a fábrica de criatividade para transformar pessoas, times e empresas com experiências que unem inovação, leveza e propósito. se você quer descobrir como pensamos, criamos e elevamos resultados com metodologias próprias, assista agora ao nosso vídeo de “quem somos”. é só dar o play e viver de perto a energia que move tudo o que fazemos. vamos juntos? 🚀 E não precisa acreditar só na gente – os dados falam por si. Pesquisas mostram que cultivar a criatividade no trabalho multiplica as chances de sucesso. Daqui a pouco, neste guia, você vai ver estatísticas surpreendentes no nosso #DataFabri, mas já adiantamos: criatividade não é “firula”, é estratégia. Afinal, chega de treinamento coxinha e soluções meia-boca: vamos descobrir juntos como tirar seu time do automático e levá-lo ao modo UAU de inovação! 🎉 Definições Práticas e Impacto no Ambiente de Trabalho Antes de apertar o turbo da inovação, vale esclarecer o que realmente são criatividade e inovação no contexto empresarial. Sem jargões técnicos, prometemos! Criatividade é a arte de gerar ideias novas e originais para resolver problemas ou aproveitar oportunidades. Pense naquele colega que solta um “e se a gente fizesse de um jeito totalmente diferente?” na reunião. É isso. É olhar para desafios com uma lente não convencional e enxergar soluções onde ninguém mais viu. Criatividade muitas vezes nasce de conectar pontos aparentemente sem relação, de questionar o “sempre foi feito assim” e de ousar experimentar o novo. Pode se manifestar em qualquer área – do marketing à logística – sempre que buscamos um caminho inédito para fazer melhor. Já inovação é pegar essas ideias criativas e fazer acontecer. É o ato de implementar com sucesso algo novo que gera valor tangível (seja dinheiro, eficiência, satisfação do cliente, etc.). Se criatividade é ter ótimas ideias, inovação é transformá-las em realidade. Uma ideia brilhante engavetada não passa de criatividade reprimida; vira inovação de verdade quando sai do papel e melhora um produto, processo ou serviço. Costumamos dizer que criatividade é a semente e inovação é o fruto. Sem a primeira não há o que colher, mas sem a segunda a semente nunca vira árvore. No ambiente de trabalho, a sinergia entre criatividade e inovação traz impactos diretos. Equipes criativas inovam mais e inovar traz resultados concretos: produtos inéditos, processos mais eficientes, experiências de cliente melhores. Empresas que cultivam um clima criativo têm 3,5 vezes mais chance de se tornarem líderes em inovação. Fonte: CNN – e liderança em inovação costuma traduzir-se em vantagem competitiva e crescimento sustentável. Além disso, um time que se sente livre para criar tende a ser mais engajado e motivado, pois vê suas ideias valorizadas. A criatividade também ajuda a resolver problemas internos de forma colaborativa e até a prevenir “incêndios”, já que funcionários criativos costumam ser mais proativos em propor melhorias antes que as coisas desandem. Resumindo: criatividade é o combustível, inovação é o motor. Juntos, eles tiram qualquer empresa da marcha lenta. Até uma organização tradicional pode ganhar agilidade de startup se liberar a inventividade de sua equipe. E não se preocupe se hoje sua empresa parece tudo menos criativa – este guia está aqui para mostrar que dá para virar esse jogo com algumas iniciativas práticas (e um toque de bom humor no processo)! Por que Sair do Piloto Automático? (Dados de Mercado e Produtividade) Você já teve a sensação de que sua equipe está operando no modo “zumbi”, cumprindo tarefas no automático sem questionar por quê ou como melhorar? Se sim, cuidado: o piloto automático é confortável, mas pode estar levando sua empresa direto para a zona de perigo 📉. No contexto de mercado atual, a frase “time que está ganhando não se mexe” ficou obsoleta. Em vez disso, pense: “time que não inova, deixa de ganhar”. Empresas presas a rotinas imutáveis sofrem para acompanhar a concorrência. Enquanto você repete as mesmas práticas de sempre, um concorrente esperto lança uma solução nova e pimba: abocanha seus clientes. Não é exagero – basta ver quantas marcas outrora líderes ficaram para trás por não se reinventarem (adeus, máquinas de escrever; olá, computação em nuvem!). Do ponto de vista de produtividade, sair do piloto automático também é fundamental. Funcionários que apenas apertam botões e seguem processos cegamente tendem a se desengajar. E engajamento baixo é produtividade lá embaixo. Um estudo global da Gallup indicou que menos de 30% dos trabalhadores se sentem encorajados a pensar em novas abordagens no trabalho. Ou seja, em muitas empresas a maioria das pessoas acha mais seguro fazer só o mínimo necessário, sem abrir a caixa de ideias. Isso é um sinal clássico de cultura no automático, que sufoca contribuições criativas. Os números de mercado reforçam o alerta. Lembra daquele dado de que metade das empresas S&P 500 pode sumir em 10 anos? Ele escancara que inovação não é “nice to have”, é questão de sobrevivência. O próprio Fórum Econômico Mundial apontou que cerca
Curva de adoção da inovação: entenda como ela impacta suas estratégias e evite erros no mercado atual.