Fábrica de Criatividade

Author name: Victor Mirshawka Junior

Liderança 4.0: como formar líderes que inspiram (e não piram)
Liderança, Trilha de Liderança

Liderança 4.0: como formar líderes que inspiram (e não piram)

A 4ª Revolução Industrial, impulsionada por tecnologias como Inteligência Artificial e automação, transformou radicalmente o mercado. Mas ela não trouxe apenas robôs, inteligência artificial e a internet das coisas, ela trouxe também uma nova forma de pensar a liderança. Ela redefiniu o que significa ser um líder eficaz.  Os modelos de liderança tradicionais, baseados em hierarquia e controle, já se tornaram obsoletos. A Liderança 4.0 surge com uma nova abordagem, trocando a pressão pelo propósito, o comando pela colaboração e o esgotamento pela inspiração. Essa nova liderança é uma resposta prática a um ecossistema de trabalho que se tornou mais fluido, diverso e exigente. O líder que apenas delega e cobra resultados sem construir pontes de confiança já não cabe mais neste cenário, estando fadado à perda de engajamento, motivação e, em última instância, produtividade.  Este artigo apresenta fundamentos da Liderança 4.0; explora seus pilares e habilidades indispensáveis para o futuro; e aponta o caminho para formar líderes que realmente inspiram. E se a resposta para liderar em um mundo que faz você querer “pirar” for justamente aprender a inspirar? É o que vamos descobrir agora, sem perder a sanidade!  Entendendo a gênese da liderança A liderança é um processo de evolução contínua, uma jornada que reflete o contexto de cada era. Para entender a essência da Liderança 4.0, não podemos deixar de olhar para o que veio antes. Pense na história da liderança como uma jornada que atravessa séculos, conectando práticas passadas às necessidades do presente.  Para entender o que é a Liderança 4.0, é fundamental olhar para o contexto em que ela nasceu. O mundo profissional, já foi previsível e linear, caracterizado pela sigla VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade). Expandiu-se para BANI (Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível). Há também os conceitos TUNA (Turbulento, Incerto, Novo e Ambíguo); e RUPT (Rápido, Útil, Preciso e Transformador): “Vivemos em um mundo cada vez mais dinâmico, onde conceitos como VUCA, BANI e TUNA se entrelaçam para tentar explicar as incertezas e complexidades do nosso tempo, mas e se a resposta para navegar por esse cenário caótico fosse algo diferente? algo que combinasse beleza, otimismo, resultados, adaptabilidade e uma pitada de questionamento constante? bem-vindo à era do mundo bora? […] criado pela Fábrica de Criatividade, o conceito BORA? é uma resposta a todos esses cenários de caos, incerteza e transformação.” (Tita Legarra, Fábrica de Criatividade). [Saiba mais sobre esses mundos – VUCA, BANI, TUNA, RUPT e BORA – clicando aqui] Da Revolução Industrial à Era Digital, o foco está no ser humano O modelo de liderança 3.0 era centrado na otimização de processos, na eficiência e na hierarquia rígida, um reflexo da era da informatização. A produtividade era medida pela repetição e pelo controle.  Com a chegada da 4ª Revolução Industrial, o foco sai da máquina e se volta para o ser humano. A tecnologia automatiza as tarefas repetitivas, liberando os profissionais para atividades que exigem, entre outras skills, criatividade, pensamento crítico e, principalmente, inteligência emocional.  O líder 4.0 reconhece essa mudança e, por sua vez, foca-se naquilo que a tecnologia não pode entregar: a gestão de pessoas, a construção de cultura e a promoção de um ambiente de bem-estar, de maneira humanizada. É sobre atitude! Com o surgimento de formas de trabalho flexíveis, como o híbrido e o remoto, surgiu também um grande desafio para os líderes. Afinal, a ausência do contato físico diário passou a exigir uma confiança muito maior nas equipes.  O líder deixou de se basear na observação direta para avaliar o desempenho. Ele passou a ter que criar pontes de comunicação e um ambiente em que a autonomia e a responsabilidade pudessem caminhar juntas. É por isso que a Liderança 4.0 valoriza o resultado, não a presença.  O líder 4.0 orienta o caminho, fornece os recursos e confia que a equipe tem a capacidade de atingir objetivos, e para isso, libera o potencial de cada um para gerar resultados autênticos e inovadores. Transformando dados em decisões Nossa era foi contemplada com a onipresença de dados. Antes, não tínhamos acesso a tanta informação, isso era impensável. Hoje, informação é poder, mas o “X” da questão é saber usá-la de forma inteligente. A Liderança 4.0 tomou o lugar daquela antiga falta de acesso aos dados. Agora, os líderes utilizam a análise de dados para tomar decisões estratégicas. Essa prática permite que ele dedique mais tempo a interações humanas significativas, pois as decisões operacionais podem, e devem, ser otimizadas com a tecnologia. Um líder 4.0 tem a possibilidade de usar dados sobre o clima da equipe ou sobre a produtividade para identificar proativamente problemas e intervir de forma mais humana e precisa. Ele faz uso da tecnologia para prever riscos e oportunidades, e canaliza seu tempo para o que é essencial: o desenvolvimento do time.  Desafios e habilidades do líder 4.0 Um líder 4.0 precisa ter destreza em cultivar um novo conjunto de habilidades.  Se você procurar no Google quais são as habilidades desse novo líder, verá que as soft skills (habilidades interpessoais) são as mais buscadas, superando as hard skills (habilidades técnicas). Inteligência emocional: o pilar central A inteligência emocional, por exemplo, é a soft skill que permite que o líder compreenda e gerencie suas próprias emoções, enquanto se conecta de forma genuína com a equipe, construindo um ambiente de segurança psicológica, o espaço em que todos se sentem à vontade para se expressar com autenticidade e dar suas contribuições. O líder precisa de inteligência emocional para navegar pelas resistências, compreender as ansiedades da equipe e manter o bem-estar dos colaboradores.  “Estudos da Harvard Business Review e da consultoria McKinsey estimam um aumento de 26% na busca por profissionais com inteligência emocional até 2030. Segundo Maria Eduarda Silveira, sócia-fundadora da BOLD HRO, essa tendência já é perceptível nos processos de seleção.” (Carta Capital) A empatia é a moeda mais valiosa do líder 4.0. O foco é mostrar que a Liderança 4.0 valoriza o ser humano em sua totalidade, com suas vulnerabilidades e seus potenciais. Ele pratica escuta

Storytelling em vendas: como contar histórias que fecham negócios
Consultoria, Criatividade, vendas

Storytelling em vendas: como contar histórias que fecham negócios

O Storytelling em vendas é mais do que apenas apresentar um produto, é disputar um espaço valioso na mente de um cliente sobrecarregado. O volume de informações que trocamos diariamente supera a nossa capacidade de processamento. As informações correm um grande risco de se misturarem e se perderem, transformando propostas em um ruído genérico e esquecível. Este é o ponto. É exatamente aí que a mágica do storytelling em vendas acontece: ele transforma a solução em uma narrativa, dando forma, emoção e significado a informações que, sozinhas, seriam facilmente descartadas. O storytelling em vendas transforma planos em realidade, dando vida à estratégia na prática O uso de histórias no processo de vendas é uma prática com raízes profundas na comunicação humana. Desde os antigos vendedores que, por exemplo, relatavam como um produto havia “mudado a vida” de um cliente, até as atuais apresentações corporativas, a narrativa se faz presente. A diferença é que, hoje, o storytelling em vendas ganhou um embasamento científico sólido. Estudos em neurociência e psicologia do consumidor comprovam o seu impacto profundo e mensurável na decisão de compra. “O storytelling é uma maneira eficaz de desenvolver empatia e se conectar emocionalmente com o público-alvo. Ao compartilhar histórias verdadeiras e relevantes, as companhias conseguem humanizar suas marcas, mostrando que, por trás dos produtos ou serviços, há pessoas reais com valores e experiências reais. Essa ligação emocional contribui para a fidelização do cliente e proporciona uma percepção positiva da marca.” (Sebrae, 2024) Vamos ver como isso funciona? Continue a leitura! Por que histórias funcionam melhor do que dados isolados? A persuasão não se baseia apenas em dados, mas em como esses dados são recebidos e processados pelo cérebro humano.  Nossa mente foi moldada ao longo da evolução para compreender o mundo por meio de narrativas. Antes mesmo da escrita existir, conhecimento, valores e estratégias de sobrevivência eram transmitidos por meio de histórias. Essa herança cognitiva é a razão pela qual nos conectamos tão profundamente com os enredos. O storytelling, nesse sentido, veio para gerar empatia e experiências que engajam, criam vínculos e vendem mais. Empresas que aplicam o storytelling em suas estratégias são mais bem sucedidas.  “[…] se você quer que a sua mensagem sobreviva ao scroll infinito, ela precisa ser contada como uma narrativa, não como um boletim. Veja o que acontece quando marcas fazem isso bem: A Nike vende inspiração antes de vender tênis. A Apple conta histórias sobre criatividade e inovação, não sobre chips e pixels. A Netflix conquistou o mundo ao oferecer não só séries, mas experiências de imersão emocional. E essa lógica serve tanto para campanhas de awareness quanto para vendas. No Brasil, por exemplo, o Magazine Luiza conquistou o público ao transformar a “Lu do Magalu” em uma personagem real, com voz, humor e opinião. Essa brand persona da marca se aproxima dos consumidores e gera identificação em escala. O storytelling certo ajuda sua audiência a se enxergar dentro da história e tomar decisões com base nessa conexão emocional! […] Sua voz está nos detalhes.” (Neil Patel, 2025) Uma pesquisa realizada pelo SEMRush apontou que 84% das organizações contam com estratégias de marketing de conteúdo. (Search Endurance, 2025) para captar a emoção e a atenção do seu público-alvo. Entre elas, o storytelling. Veja aqui alguns exemplos de técnicas:Jornada do Herói – aplicado pela Nike;Técnica de emoção e empatia – aplicado pela Coca-Cola;Técnica do problema-solução – Airbnb, separamos o vídeo abaixo para pode assistir: O impacto da narrativa na memória e na tomada de decisão Estudos de psicologia cognitiva mostram que dados apresentados de forma isolada têm uma retenção baixíssima. Quando as mesmas informações são inseridas em uma narrativa, a retenção na memória é bem maior.  Qual o motivo? O motivo é puramente neurológico. Histórias ativam simultaneamente várias áreas do cérebro. A emoção é ativada na amígdala, a memória de longo prazo no hipocampo, e o raciocínio lógico no córtex pré-frontal. É uma rede complexa que opera tudo isso.   “Como as memórias são armazenadas em nosso cérebro?Memória é uma habilidade essencial que nos permite integrar, reter e recuperar as informações com as quais nos deparamos. Essa função não é realizada por uma estrutura específica no cérebro, mas por um conjunto de neurônios conectados em uma rede e espalhados por diferentes regiões. A memória é a base de nossa inteligência e identidade, reunindo habilidades e lembranças.” (The Conversation, 2024) Por que a sua mensagem precisa tocar a emoção? Simples, porque as memórias emocionais têm poder! Quando um cliente se conecta emocionalmente com a sua história, a sua marca, o seu produto ou serviço não é apenas lembrado, é sentido, tornando sua tomada de decisão favorável e os resultados esperados uma consequência natural dessa conexão. [Se quiser saber mais sobre essa rede complexa aqui] Quais resultados práticos o storytelling traz para as vendas? O storytelling não deve ser confundido com um discurso decorativo. Trata-se de uma estratégia de comunicação orientada a resultados, que organiza experiências, dados e emoções em um enredo capaz de gerar confiança e, o mais importante, impulsionar a decisão de compra. “O storytelling, ou a arte de contar histórias, é uma ferramenta poderosa que transcende o âmbito da literatura e do entretenimento, encontrando um lugar de destaque no mundo dos negócios. Empreendedores e profissionais de marketing têm reconhecido cada vez mais a importância de envolver os clientes por meio de narrativas cativantes para impulsionar as vendas. Entender e dominar essa técnica pode ser a chave para estabelecer conexões emocionais, construir marcas memoráveis e, por fim, vender mais.” (Sebrae, 2024) O impacto do storytelling não é apenas teórico, mas mensurável  Esse impacto é percebido no dia a dia. Empresas que incorporam narrativas em seus processos de venda relatam benefícios consistentes e de grande valor: Além dos números, a narrativa opera em um nível emocional, construindo pontes que a lógica pura e simples não consegue. O storytelling em vendas atua em aspectos subjetivos difíceis de mensurar, mas igualmente valiosos: Em setores como tecnologia, saúde e educação — em que a complexidade das soluções pode

Inteligência Artificial nos Negócios: o que RHs e líderes precisam saber em 2026 
inteligência artificial, team building

Inteligência Artificial nos Negócios: o que RHs e líderes precisam saber em 2026 

Inicialmente, a Inteligência Artificial nos Negócios vem num crescimento exponencial então pare um minuto e pense: o que realmente define um líder ou um profissional de RH hoje? Se a resposta ainda estiver ligada a planilhas, metas e processos puramente operacionais, então é hora de calibrar a bússola.  Estamos em pleno século XXI, no meio de uma transformação que é contínua, em que a Inteligência Artificial nos negócios não é apenas uma ferramenta, ela é uma parceira criativa e catalisadora que nos permite focar no que realmente importa: as pessoas.  O que os RHs e líderes precisam saber em 2026? Precisam saber que, hoje, liderança é sobre construir pontes que conectam pessoas e ideias para o crescimento mútuo, inspirando equipes a encontrarem seu propósito. O RH, há muito tempo, deixou de ser o guardião dos papéis para se tornar o coração que pulsa a cultura da empresa. Não se trata mais de saber ou não usar IA, mas de desenvolver o entendimento de como pensar com ela. Prepare-se para mergulhar no que realmente importa e ver a tecnologia não como um desafio, mas como uma poderosa aliada para construir um futuro do trabalho mais produtivo, engajado e, acima de tudo, humano. O papel das lideranças e do RH redefinido pela IA O maior evento de gestão de pessoas da América Latina de 2025, o CONARH, debateu temas importantes para as empresas, entre os quais, a IA nos negócios protagonizou vários painéis ao longo dos 3 dias da 51ª edição do Congresso realizado pela ABRH Brasil.  Na palestra magna que abordou “O poder das pessoas na era da inteligência artificial”, Sankar Venkatraman, Global Evangelist do LinkedIn, falou sobre a ascensão da IA no mercado de trabalho, uma realidade que exige uma nova mentalidade das empresas, do RH e dos profissionais em geral. Ele sugeriu que as organizações criem conselhos de IA e adotem uma abordagem pragmática, focada em projetos-piloto, para evoluírem com agilidade e transparência; e que o principal motor dessa transformação é o RH, com a missão de redefinir o conceito de trabalho a partir das habilidades necessárias para cada tarefa. A responsabilidade individual de cada profissional se concentra no aprimoramento contínuo de quatro pilares: habilidades cognitivas, habilidades interpessoais, autoliderança e fluência digital. Em sua essência, a Inteligência Artificial não está aqui para substituir, mas para potencializar o trabalho, tornando-o mais estratégico e colaborativo. “Empresas de alto desempenho deixarão de buscar casos de uso de IA para usar a IA como solução para executar sua estratégia de negócios. Sua implementação deixa de ser algo pontual para se tornar regra, impulsionando processos e remodelando indústrias.” (Luís Ruivo, sócio da PwC Brasil, 2025) As 5 prioridades estratégicas do RH para 2026 O Gartner desenvolveu uma importante pesquisa sobre as principais prioridades do RH em 2025, com mais de 1.400 líderes de RH em 60 países, identificando cinco desafios considerados prioridades estratégicas: 1. Desenvolvimento de Líderes e Gestores Essa é a principal prioridade para a maioria dos líderes de RH. A abordagem tradicional de desenvolvimento não está funcionando, e os resultados ainda são insatisfatórios, mesmo com 76% das organizações atualizando seus programas. O problema está na falta de aplicação prática e na ausência de conexões de apoio entre os gestores. O que impulsiona a prioridade: 75% dos gestores estão sobrecarregados com suas responsabilidades; e 70% dos líderes de RH sentem que os atuais gestores não estão preparados para desenvolver líderes de nível intermediário. Por que agir é essencial: a falta de desenvolvimento eficaz resulta em apenas 23% dos líderes de RH confiando que há líderes em ascensão capazes de atender às necessidades futuras da organização. Próximos passos recomendados: mude o foco de seminários e palestras para eventos de networking e atividades de equipe. A nova abordagem deve se basear em conexões repetidas e pontos de contato sociais, permitindo que os líderes apliquem o que aprenderam e construam relacionamentos de confiança. 2. Cultura Organizacional Quase todos os CHROs (Chief Human Resources Officer, o Diretor de Recursos Humanos, en português) (97%) querem mudar algum aspecto da cultura de sua empresa. O desafio, no entanto, é transformar essa visão em ações diárias. O que impulsiona a prioridade: apenas 28% dos líderes de RH concordam que o planejamento estratégico de RH está totalmente integrado ao planejamento de negócios. Além disso, uma cultura mal gerida pode impactar negativamente a lucratividade, a satisfação do cliente e a performance dos funcionários. Por que agir é essencial: menos de um em cada quatro funcionários entende os valores que movem a cultura de sua organização. Empresas que conseguem incorporar a cultura em seus valores e processos obtêm um aumento de 35% na performance, 63% no engajamento e 25% na intenção de permanência. Próximos passos recomendados: ajude os funcionários a entenderem os valores centrais da cultura e o que eles significam no seu dia a dia. Certifique-se de que os processos de trabalho apoiem a cultura desejada e capacite os gestores a reagir e guiar o comportamento no momento para garantir que a cultura seja incorporada. 3. Planejamento Estratégico da Força de Trabalho A maioria dos líderes de RH (66%) limita o planejamento da força de trabalho à contagem de vagas, com foco em um plano de apenas um ano (61%). Apenas 15% das organizações realmente praticam o planejamento estratégico da força de trabalho. O que impulsiona a prioridade: a realidade atual exige um planejamento focado em competências para preparar a organização para necessidades futuras com mais de dois anos de antecedência. Um processo limitado e inconsistente impede o RH de se alinhar com iniciativas críticas de negócio. Por que agir é essencial: a falta de alinhamento com a estratégia de negócio pode levar à perda de oportunidades e à incapacidade de responder a mudanças no mercado. quer preparar sua equipe para liderar com inteligência artificial – de verdade?na fábrica de criatividade, transformamos tecnologia em prática com treinamentos de ia feitos sob medida para empresas que querem sair do básico e operar no nível estratégico. se você quer que sua equipe domine

Consultoria de Inovação Estratégica
Consultoria, Inovação

Consultoria de Inovação Estratégica: como levar ideias UAU para dentro da sua empresa

A consultoria de inovação estratégica na sua empresa está parada no tempo? As ideias parecem as mesmas de sempre, e a concorrência avança sem parar? Não é raro que negócios, mesmo os mais bem-sucedidos, se vejam presos em ciclos de repetição, nos quais a rotina consome a criatividade. O resultado é a estagnação.  Para romper esse padrão e encontrar novos caminhos, a consultoria de inovação, estrategicamente, atua como uma chave-mestra para transformar um negócio comum em algo extraordinário. Quem conta com o apoio de uma consultoria de inovação, de cara demonstra a intenção de ir além do óbvio.  Quer saber como? Não pare aqui, leia até o final. O que é uma consultoria de inovação? A consultoria de inovação é uma parceria estratégica que ajuda a visualizar oportunidades e a resolver desafios de maneira criativa e eficaz. Do tipo que transforma ideias promissoras em resultados concretos. Não estou falando de brainstorming ou daqueles quadros com vários post-its coloridos, ou mesmo o uso de aplicativos específicos para isso. Falo da criação de um processo de inovação que seja contínuo e se torne parte do DNA da empresa. .  Também não falo de ter um projeto por um tempo limitado. Falo da consultoria de inovação como um catalisador de mudança, que ajude a destravar o potencial interno da sua equipe para encontrar aquelas ideias UAU, que fazem a diferença.  “A consultoria em inovação é um serviço cujo objetivo é apoiar outras empresas em seus processos para inovar, desde a fase do planejamento até a mensuração dos resultados. No Brasil, esse é um tipo de consultoria de grande valor, considerando que os nossos indicadores ainda são modestos nessa área. Como aponta o Global Innovation Index (artigo em inglês), figuramos em uma modesta 49ª posição em um ranking de 117 países.” (FIA Business School) Trata-se de um trabalho conduzido por especialistas que atuam na base da sua empresa para identificar problemas, gerar soluções inéditas e, o mais importante, garantir que essas ideias sejam implementadas de forma eficaz, com foco em resultados tangíveis e mensuráveis.  “A consultoria em inovação é um serviço de orientação prestado por um profissional qualificado na área. O consultor exerce um papel importante no desenvolvimento das empresas por meio de sua capacidade de diagnosticar problemas e direcionar mudanças. Esse serviço, portanto, funciona como uma parceria, uma vez que todo o processo deve ser desenvolvido de maneira conjunta entre consultor e empreendedor.” (Sebrae) Além disso, a consultoria de inovação pode ajudar na integração de tecnologias emergentes — como inteligência artificial, análise de dados e automação inteligente — para acelerar resultados e abrir novas possibilidades de crescimento. Qual o valor real de uma consultoria de inovação? O valor real de uma consultoria de inovação reside na sua perspectiva externa e imparcial. Dentro de uma empresa, é fácil ficar preso a processos e crenças que sempre funcionaram, mas que agora limitam o crescimento.  A consultoria entra para derrubar essas barreiras internas, como a resistência à mudança ou a falta de tempo e recursos para pensar fora da caixa, trazendo um olhar novo e sem vícios. Você pode estar se perguntando: por que as empresas não inovam sozinhas? A verdade é que a inovação exige método e dedicação, algo difícil de manter em meio à operação do dia a dia. A rotina absorve a energia das equipes e a aversão natural ao risco impede que boas ideias se tornem realidade.  É aí que entra a consultoria de inovação que preenche essa lacuna, trazendo processos validados e uma equipe focada para guiar a empresa, do insight à execução – fazendo fluir a inovação na jornada do crescimento da empresa, com a missão de criar um ambiente onde a inovação possa florescer de forma contínua. “Não adianta ter estratégias e não implementá-las. Muitas vezes o empreendedor não sabe como desenvolver valores e comportamentos que sejam capazes de tornar o ambiente favorável à inovação. Em uma consultoria de inovação, o consultor pode mapear e propor soluções, bem como montar programas e treinamentos que incentivem a criatividade. Mais do que implementar projetos, é importante que os colaboradores aprendam a pensar sob essa ótica de inovação.” (Sebrae) Como a consultoria de inovação atua na prática? Desvendando o DNA da empresa: o trabalho começa com uma imersão profunda na sua cultura, seus pontos fortes e fracos, e seus desafios únicos. A consultoria não aplica uma fórmula pronta, mas sim um diagnóstico preciso que irá direcionar o projeto. O quadrante de inovação mostra como toda ideia pode ser avaliada pela combinação entre grau de novidade e o quanto ela realmente gera valor e utilidade. Quando algo é novo, mas não entrega benefício real, cai no quadrante irrelevante. Quando não é tão novo, mas melhora algo existente, temos melhoria. Quando é completamente novo, mas ainda não se prova útil, vira invenção. E quando une novidade com impacto real, nasce a verdadeira inovação. é exatamente isso que a imagem abaixo representa: a jornada entre criar por criar e criar para transformar. Acelerando a geração de ideias disruptivas: o objetivo não é apenas ter uma “grande ideia”, mas sim criar um ecossistema interno para que as “ideias UAU” possam surgir e prosperar. Por meio de workshops, metodologias como design thinking e sessões de brainstorming direcionadas, a consultoria liberta a criatividade que já existe na sua equipe. Transformando insights em ações concretas: esta é a parte mais crucial. A consultoria não deixa as ideias na prancheta. Ela ajuda a criar protótipos, a testar as soluções no mercado e a planejar a implementação em larga escala. A consultoria de inovação age como uma ponte, transformando o pensamento criativo em um plano de ação real e tangível. E mais: a atuação prática pode envolver desde a criação de laboratórios de inovação internos até a conexão com startups, universidades e hubs de tecnologia, para que a empresa tenha acesso ao que há de mais novo e disruptivo no mercado. Como escolher a consultoria de inovação ideal para sua empresa? A escolha do parceiro certo é essencial para o

inteligência artificial

FOMO de IA já existe?

Muitos vivem essa “epidemia digital”e nem percebem! Dizer que a inteligência artificial não é mais um conceito futurista não é uma notícia nova, visto que ela já faz parte da nossa realidade cotidiana. A dinâmica do planeta é transformada por seus algoritmos, influenciando como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.  Nesta era digital, pergunto: você já sentiu que está perdendo o ritmo na adoção da IA? Que o mundo ao seu redor desfruta de ferramentas que automatizam processos e proporcionam experiências gratificantes, enquanto você observa? Se a resposta for sim, você está experimentando o FOMO de IA! Essa crescente ansiedade social digital, impulsionada por manchetes alarmistas, posts em redes sociais e tutoriais que prometem soluções instantâneas, gerando o receio de ser deixado para trás pela tecnologia.  O que exatamente é FOMO de IA e por que você pode estar sentindo isso? FOMO é o acrônimo de Fear of Missing Out (medo de ficar de fora ou para trás, em português). Historicamente, se relaciona com a comparação social e um sentimento de exclusão, de não querer perder experiências consideradas relevantes. Daí a geração de sentimentos de exclusão e ansiedade.   Com a velocidade vertiginosa da tecnologia, esse sentimento surfou nas ondas das redes sociais, ganhou forças e se transformou, adquirindo uma “nova roupagem”, impulsionada por silício e algoritmos, assombrando profissionais, estudantes e empresas ━ tem nome e sobrenome: FOMO tecnológico ou, simplesmente, FOMO de IA. Não, não é ficção científica. Estou falando sobre a ansiedade de pessoas em torno da Inteligência Artificial que já aparece em pesquisas sobre saúde mental, produtividade e até burnout. Falo de um fator que já tem impactado decisões, rotinas, bem estar emocional, que afeta a intenção comportamental das pessoas.  “As ideias por trás do FOMO sempre acompanharam a humanidade. O medo de ficar de fora de um grupo ou a comparação com a vida de outras pessoas são elementos primitivos. O que mudou, no entanto, foi a proporção disso tudo, potencializada, principalmente por novos aparelhos que nos conectam 24 horas por dia. E as redes sociais contribuíram para agravar ainda mais essa sensação, resultando em pessoas cada vez mais ansiosas e um grande desafio de saúde mental.” (Forbes, 2024) O FOMO de IA se ancora em mecanismos psicológicos semelhantes aos do FOMO tradicional, mas com nuances específicas relacionadas à natureza da tecnologia. Alguns gatilhos do FOMO de IA Não há como competir com uma tecnologia que não dorme, (quase) não erra e que faz em segundos o que levaríamos horas! Mas essa percepção tem sido capaz de gerar gatilhos significativos em muita gente, intensificando o medo de serem ultrapassadas:  Como competir com algo que sequer se entende direito?! “O estudo Panorama Mobile Time/Opinion Box (2023) revelou que 43% dos brasileiros sentem ansiedade ao ficar sem acesso ao celular, enquanto 54% checam suas mensagens assim que acordam. O comportamento reflete uma relação de dependência psicológica e a dificuldade de estabelecer limites saudáveis para o uso das telas. Outro dado relevante é que 58% verificam suas redes sociais mais de 10 vezes ao dia, segundo pesquisa da Global Web Index (2023). Além disso, 37% afirmaram sentir a necessidade de responder mensagens imediatamente, mesmo quando estão realizando outras atividades.” (Terra, 2025) Sinais de quem está sofrendo de FOMO de IA Indivíduos: Organizações: Estamos usando IA por necessidade ou por status? Essa é a grande pergunta. Como indicam os sinais, muitas empresas estão embarcando em estratégias de adoção da IA sem nem saber para quê. Pessoas comuns assinam ferramentas que nem sabem usar. Tudo isso alimentado por um clima de urgência artificial. Adotar IA virou quase um símbolo de relevância social e profissional. Se você não tem uma automação rodando ou um prompt engenhoso salvo no seu bloco de notas, você “não entendeu nada do futuro”. O problema é que esse futuro está sendo vendido em pílulas de ansiedade, e não em soluções reais. “Muitas empresas estão se esforçando para integrar a IA , mas será que isso é sempre uma boa ideia? […] [sobre] o medo de ficar de fora (FOMO), que leva as empresas a adotarem a IA sem uma estratégia clara. Algumas empresas presumem que, como a IA está em toda parte, precisam implementá-la imediatamente ou correm o risco de ficar para trás.” (Forbes, 2025) Em uma entrevista ao Canal Meio&Mensagem, a futurista e CEO do Future Today Institute, Amy Webb, considerada uma veterana de South by Southwest (SXSW), ao ser questionada sobre sua fala em 2024, que os líderes estavam meio assustados com a inteligência artificial e com aquele medo de “ficar de fora” das novidades e se isso ainda se mantém, ela respondeu que ━ piorou ━ que eles ainda continuam operando num mix de medo, incerteza e dúvida (FUD), somando-se agora à ansiedade de não perder nada (FOMO).  Amy deu um exemplo revelador sobre o Deepseek, que foi criado na China, e lançou um produto. De repente, as ações de uma empresa superimportante, a Nvidia, que faz chips, dispararam muito rápido. E o mais curioso é que Deepseek e Nvidia nem têm tanta ligação. E mesmo assim, muita gente ficou em desespero, pensando: “Nossa, será que a gente não vai mais precisar de tantos chips, de tanto dinheiro investido?”. A especialista finalizou dizendo que, se a ideia for só copiar ou usar um sistema de IA que já existe, talvez não precise de tanto investimento novo mesmo. Mas, para realmente avançar e criar coisas novas no futuro, a gente precisa continuar construindo e desenvolvendo. Frisou que esse episódio mostra bem como o medo e as emoções estão impulsionando as decisões das pessoas nesse mundo da tecnologia.  É uma boa reflexão, não é? Às vezes o que é ruim para alguns, se bem direcionado, pode se tornar uma oportunidade para outros Para o marketing, por exemplo, de acordo com uma matéria publicada no portal Ecommerce Brasil.  Veja a citação abaixo e reflita: “Às vezes, a simples ideia de perder uma oportunidade nos faz agir no impulso. E as empresas sabem muito bem como usar isso a

inteligência artificial

Como explorar a autenticidade (authentic influence) em um mundo de Inteligência Artificial?

Neste cenário digital onde tudo é rápido, replicável e cada vez mais automatizado, o conceito de authentic influence ganha ainda mais força. este é um tema muito importante e discutível atualmente. afinal, manter a autenticidade diante das possibilidades oferecidas pela inteligência artificial, sem deixar de aproveitar as inúmeras oportunidades disponíveis, é um ato desafiador — e cada vez mais necessário. E nesse caso, ética e transparência estão em questão? E como fica o valor da experiência humana? Como navegar neste ecossistema digital sem perder a autenticidade? Estas são algumas das várias interrogações que surgiram quando comecei a angulação do assunto deste artigo. E o que é authentic influence e qual a sua importância na era digital? Authentic influence é a capacidade de influenciar de maneira genuína, fiel a si mesmo, em primeiro plano, diante das inúmeras oportunidades e desafios no contexto das IAs, principalmente, sem dar-se a chance de ser tendencioso ao se tornar um escravo digital.  E surgem mais perguntas:  Quem não está de certo modo influenciado pela tecnologia e pelas IAs? Como ser autêntico em tempos digitais? E por que  o termo authentic influence é importante em um mundo tecnológico? É inegável, com raras exceções, que o mundo está aos pés das tecnologias e das IAs. E de uma forma ou de outra, em maior ou menor grau, cada indivíduo acaba sendo tocado, influenciado e se rendendo a elas.  Ser autêntico é um fator que ressoa em todas as nossas interações, que são humanas acima de tudo.   Quero dizer com isso que ser um authentic influence é fazer com que as nossas ações e produções, ainda que suportadas pela tecnologia, ressoem princípios e valores, com consistência e veracidade, uma vez que nossos comportamentos e escolhas influenciam nossa visão de mundo e o modo como interagimos com as pessoas em todos os ambientes.   Não podemos nos esquecer de que as conexões humanas são insubstituíveis O toque humano, a personalização e a atenção aos detalhes fazem toda a diferença, não podem ser delegados a uma IA. Vivemos em um universo tecnológico, cada vez mais dominado pelas IAs, e se não mantivermos a nossa autenticidade, ela acabará se tornando uma condição de quase escassez.  A automação desafia a autenticidade e as interações humanas  Reduz erros? Otimiza o tempo com mais resultado? Sim, a automação faz isso com uma incrível rapidez, sem se sentir fatigada ao final do dia, mesmo desenvolvendo trabalhos exaustivamente repetitivos(pelo menos para humanos).  A eficiência com que as máquinas realizam essas tarefas abre novos horizontes para o potencial humano. O Fórum Econômico Mundial (WEF) publicou recentemente que a IA pode ser responsável pela redução dos salários e da disponibilidade de empregos, que as ferramentas de automação podem substituir milhões de empregos, especialmente os administrativos. Contudo, em seu relatório “Futuro dos Empregos”, aponta que a solução está numa espécie de simbiose de inteligência entre humanos e máquinas e não no descarte ou desconsideração da IA.  Para o WEF, a Inteligência Autêntica aqui seria uma nova maneira de pensar sobre como podemos nutrir e desenvolver habilidades humanas que possam complementar e aprimorar a IA para garantir que a engenhosidade humana permaneça na vanguarda do progresso. Sendo a IA uma ferramenta para aprimorar as capacidades humanas, o seu pensamento crítico e o controle sobre a tecnologia.  Olhando por esse prisma, a interação entre máquinas e humanos não deve ser vista como ameaça. Mas como uma oportunidade para criar e experienciar essa sinergia e beneficiar-se dela. Podemos dizer que esta é uma relação potencialmente revolucionária, em que a complementaridade é a chave de um processo que nos desafia a crescer e valorizar habilidades que são exclusivamente humanas. A automação está se expandindo em vários segmentos  Sabemos que muitas áreas estão sendo cobertas pela automação, que ela tem assumido funções repetitivas, atividades mais mecânicas, com menos erros, menor custo operacional e maior produtividade – assistentes virtuais em manufaturas, logística, atendimento ao cliente; algoritmos que redigem, analisam, revisam, reformulam tarefas tradicionais, entre tantas outras possibilidades. Mas esses mesmos colegas de trabalho digitais abrem espaço para que humanos se dediquem a tarefas menos burocráticas, e muitas vezes maçantes, e desenvolvam a criatividade com mais estratégia e inovação. Por tudo isso, embora a possibilidade de nos transformarmos numa versão idealizada de quem somos seja tão sedutora, não dá para abrir mão da autenticidade. Ela é uma das características mais preciosas que possuímos. É o que verdadeiramente nos une uns aos outros.  A nossa autenticidade forma a base da confiança mútua. A natureza humana abriga uma complexidade de sentimentos, experiências, expectativas e perspectivas únicas e, claro, um rol de imperfeições, é justamente isso que torna o ser humano fascinante. E esse fascínio ganha nova dimensão e se torna ainda mais instigante quando toda essa autenticidade se manifesta e se mantém em um mundo cada vez mais automatizado e influenciado pelas IAs, desafiando-nos a preservar nossa essência em meio a tantas transformações. IA x Autenticidade: ética e integridade  Você já ouviu falar em Teoria da Internet Morta (Dead Internet Theory)?   Como publicado pelo Portal The Guardian, a teoria da internet morta propõe que os bots agora escrevem a maior parte do conteúdo da internet. Antes (por volta de 2014-21) os algoritmos levavam as pessoas a agirem como robôs, mas agora (a partir de 2024), os robôs estão agindo (postando) como pessoas, sem sua humanidade logicamente, mas o fato é que a IA tem dominado o universo digital. Aliás, como reforçado pelo MIT Technology Review, é “uma realidade digital cuja autenticidade da interação humana na internet é profundamente questionada”. Até que ponto aprimorar performances é válido? A Época Negócios destacou em um artigo o uso de IAs em produções cinematográficas, com foco nos filmes “The Brutalist” (“O Brutalista”) e “Emilia Pérez”, para aprimorar as performances dos seus protagonistas.  A matéria originalmente publicada pelo The Guardian conta que a utilização de clonagem de voz e amplitude de registro vocal em ambos os filmes impactou a opinião dos críticos. Também levantou questões sobre autenticidade e outras discussões como diversidade e

física quântica no aprendizado empresarial
Inovação

física quântica no aprendizado empresarial: como os mistérios do microcosmo aceleram o desenvolvimento das organizações

introdução: mergulhando do átomo ao escritório quando ouvi o termo física quântica no aprendizado empresarial pela primeira vez, confesso que imaginei cientistas de jaleco explicando planilhas com equações indecifráveis. contudo, ao estudar superposição, emaranhamento e incerteza, percebi paralelos perfeitos com desafios diários de qualquer empresa: ambiguidade, conexão remota e tomada de decisão sob pressão. afinal, não vivemos num ambiente onde tudo acontece ao mesmo tempo, conectado por videoconferências que atravessam continentes? ✨ neste artigo, vamos atravessar três grandes blocos: (1) princípios quânticos traduzidos para a rotina corporativa, (2) métodos de aprendizagem que abraçam a complexidade e (3) um roteiro para implantar uma cultura de curiosidade contínua — tudo regado a exemplos reais, dados fresquinhos e dicas que cabem em qualquer budget. “se você acha que entende mecânica quântica, é porque não a compreendeu.” — richard feynman antes de avançar, pegue algo para anotar. prometo que, ao final, você terá pelo menos uma ação concreta para transformar seu jeito de aprender no trabalho. 1. superposição aplicada: múltiplas hipóteses, uma decisão mais sábia na escala subatômica, partículas assumem vários estados até serem “observadas”. analogamente, times de alta performance prototipam inúmeras ideias rapidamente, testam com dados e só então convergem para a solução de maior probabilidade de sucesso. ao abraçar essa lógica, você diminui tempo de desenvolvimento e libera espaço para inovação. micro-passo prático fazendo isso, sua equipe vive, na prática, a física quântica no aprendizado empresarial — sim, aqui a keyword aparece de novo para reforçar a ideia sem forçar a barra. 2. emaranhamento: colaboração que ignora fronteiras fótons entrelaçados permanecem conectados, mesmo separados por anos-luz. igualmente, organizações que investem em ferramentas sociais, cultura de feedback e propósitos claros mantêm squads unidos, mesmo em fusos diferentes. slack, mural e reuniões curtas (daily stand-ups) reduzem a distância “quântica” entre mentes brilhantes. dado da mckinsey (2024): empresas com colaboração digital madura reportam crescimento de receita 2,7 × maior que concorrentes. no fim do dia, empatia é o fio invisível que emaranha pessoas. 3. princípio da incerteza: aprendendo a decidir no nevoeiro heisenberg mostrou que não dá para medir posição e velocidade de uma partícula ao mesmo tempo com precisão absoluta. no mundo VUCA, líderes vivem dilema parecido: não existe dado completo e timing perfeito. logo, crie ciclos curtos de aprendizado, valide hipóteses e ajuste a rota — learning by shipping. checklist “incerteza saudável” 4. fisica quântica no aprendizado empresarial e design thinking: match perfeito? você percebeu? design thinking começa com empatia, diverge em ideias (superposição), converge em protótipo e testa rápido (colapso da função de onda). portanto, integrar workshops de design thinking nos programas de treinamento é explorar o melhor de dois mundos: método estruturado + mentalidade quântica. leia também nosso artigo sobre workshops de inovação ágil 😉 5. case de sucesso: quando uma gigante de saúde virou laboratório quântico em 2023, a vidasana, rede hospitalar com 20 mil colaboradores, enfrentava turnover de 27% e baixo índice de inovação. contratou a fábrica de criatividade para cocriar um programa baseado em — adivinha — física quântica no aprendizado empresarial. durante seis meses: resultado? turnover caiu para 11 %, tempo de admissão de pacientes reduziu 35 % e a empresa patenteou dois softwares de triagem baseados em IA. 👍 6. computação quântica: metáfora viva para aprender além do binário se bits clássicos são 0 ou 1, qubits aceitam 0 e 1 ao mesmo tempo. analogamente, profissionais do futuro precisam abraçar paradoxos: ser analíticos e criativos, liderar e aprender, ensinar e questionar. escolas corporativas devem, portanto, criar trilhas formativas híbridas: workshops presenciais (imersão) mais microlearning digital (espaço-tempo flexível). à medida que a IBM, a D-Wave e a Google popularizam serviços quânticos em nuvem, empresas ganham não só poder de cálculo como inspiração: “e se meu time pudesse trabalhar em múltiplos caminhos simultâneos?” — eis o convite. 7. roteiro de implantação: sua jornada quântica em 90 dias 8. desafios éticos: entre rigor e charlatanismo não confunda metáfora com milagre! se alguém prometer que a física quântica no aprendizado empresarial trará “manifestação instantânea de metas”, corra. use a ciência como trampolim criativo, porém mantenha os pés no chão com OKRs, KPIs e experimentos controlados. conforme lembra niels bohr, “suas teorias são loucas, mas não loucas o suficiente para serem verdadeiras”. confira a explicação da sociedade brasileira de física sobre o ano internacional da ciência quântica — link externo confiável. conclusão trazer a física quântica no aprendizado empresarial para o centro do palco não exige fórmulas esotéricas, e sim coragem de questionar o óbvio, prototipar múltiplas ideias e abraçar a incerteza como combustível de criatividade. ao enxergar seu time como um sistema emaranhado de talentos, você desbloqueia inovações que pareciam ficção científica. então, bora colapsar a onda da dúvida e colocar mãos à obra? 🚀 faq 1. física quântica e negócios não é misturar ciência com misticismo?não. usamos conceitos como metáforas estruturadas, sem atribuir poderes mágicos; o foco é inspirar novas perspectivas. 2. quantas vezes preciso falar de quântica para engajar meu time?apresente princípios-chave em sessões curtas e, depois, aplique dinâmicas mão na massa; a prática mantém a chama acesa. 3. dá para medir retorno financeiro dessa abordagem?sim: acompanhe KPIs de inovação, tempo de ciclo e engajamento; empresas relatam ganhos de até 30 % na produtividade criativa. 4. preciso contratar físicos para treinar meu pessoal?não necessariamente; facilitadores de aprendizagem podem traduzir conceitos com apoio de consultores científicos. 5. como evitar que vire só moda passageira?ancore cada workshop em desafios reais da organização e estabeleça rituais contínuos de reflexão e ajuste. O convite final é para experimentar o desconhecido com essa nova perspectiva. Então, que tal agir como um “cientista corporativo”, questionando e explorando? Permita que o novo estimule, e não bloqueie, o potencial da sua equipe. A Fábrica de Criatividade, unindo ciência e criatividade, está pronta para ser sua parceira nesta jornada transformadora, focada em resultados genuínos. Vem com a gente! Victor Mirshawka Jr. Referências BBC NEWS BRASIL. A técnica de Feynman, o método de estudo criado por Nobel para aprender qualquer coisa. 07/12/2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjdnn0r1pmro DAL MASO,

Gamificação

Gamificação nas gerações: como cada uma interage?

A gamificação nas gerações se tornou uma das ferramentas mais poderosas para aumentar o engajamento em educação, marketing, RH e até na saúde. Mas a verdade é que ela não funciona do mesmo jeito para todo mundo. Cada geração responde de maneira única aos elementos gamificados — e entender essas diferenças pode ser a chave para transformar estratégias em algo realmente eficaz. O que é gamificação? Gamificação (gamification) é o uso de elementos típicos de jogos (pontuação, rankings, missões, níveis, recompensas etc.) em contextos não relacionados a jogos (em um curso, em uma rotina de uma equipe, entre outros usos). A gamificação emergiu como uma estratégia poderosa para injetar engajamento e motivação em áreas tão diversas quanto educação, marketing, recursos humanos e até mesmo na promoção da saúde. No entanto, a eficácia dessa ferramenta não é universal. Uma verdade, muitas vezes subestimada, é que a gamificação ressoa de maneiras distintas em cada geração. Exemplos: Para construir uma estratégia de gamificação realmente eficaz, é fundamental compreender quais elementos funcionam para cada público, adaptando a experiência ao perfil geracional dos participantes. Veja exemplos UAU de gamificação da Fábrica de criatividade aqui:  https://fabricadecriatividade.com.br/treinamentos/ O poder da gamificação nas gerações O poder da gamificação reside na sua capacidade de ativar gatilhos psicológicos profundos, como: O negócio é alinhar os elementos de jogo com as motivações intrínsecas do público-alvo, criando sistemas que não apenas recompensam, mas também promovem significado e propósito na jornada do usuário – é mexer com a química cerebral com criatividade! Gerações & Gamificação Aqui você tem um compilado de informações a partir de várias fontes de consulta sobre as gerações e como elas agem (ou reagem) diante dos processos de gamificação, seu perfil, seu estilo de interação e o que funciona bem por geração. É bem interessante: Baby Boomers (1946 – 1964) Geração X (1965 – 1980) Millennials (1981 – 1996) Geração Z (1997 – 2012) Geração Alpha (2013 em diante) “A Geração Beta — composta por crianças nascidas a partir de 2025 — será a primeira a crescer completamente imersa em um mundo dominado pela Inteligência Artificial (IA).” (Digital Group) – Totalmente imersa em algoritmos. Em março de 2025, a Pesquisa Game Brasil (PGB, 12ª edição) trouxe um dado bastante revelador: “82,8% dos brasileiros consomem jogos digitais, o maior número já registrado pelo estudo. Os cassinos e plataformas de apostas online impulsionaram o crescimento registrado no último ano.” (Forbes) Um número considerável, que sugere, inclusive, uma mudança nos hábitos de consumo digital. Em 2024, esse percentual foi de 73,9%, um aumento de 3,8% comparado com a edição de 2023. (Schnaider, Meio e Mensagem) Resumão sobre como cada geração responde à gamificação 👥 Geração 💡 Estilo de engajamento 🔑 Funciona bem com… 👵 Baby Boomers Recompensa tangível, simplicidade Valorizam a hierarquia e o aprendizado estruturado. Programas de fidelidade, certificados físicos 👩‍💼 Geração X Progresso lógico, metas claras Valorizam a aplicabilidade prática do conhecimento. Rankings, missões, desempenho 🧑‍💻 Millennials Feedback rápido, storytelling envolvente Valorizam feedbacks constantes e formatos de conteúdo mais interativos. Badges, storytelling, metas colaborativas 🧑‍🎤 Geração Z Imediatismo, socialização, customização Valorizam e aprendem melhor em ambientes digitais e colaborativos. Desafios curtos, streaks, gamificação social 🧒 Geração Alpha Imersão visual, IA, realidade aumentada Valorizam essas tecnologias na hora de aprender. AR, IA, efeitos rápidos, narrativas visuais Fonte: produzido pelo autor com base em várias fontes de pesquisa. Engajar funcionários é um dos maiores desafios empresariais atuais. Globalmente, apenas 23% se sentem engajados, segundo a Gallup (relatório State of the Global Workplace), e as diferenças entre gerações tornam complexa a manutenção de um time coeso. Com a expansão tecnológica, a gamificação emergiu como uma solução eficiente, capaz de aumentar a produtividade de colaboradores de todas as idades. (Terra, 2025) Principais insights da comparação Vemos aí que o desafio não está apenas em escolher elementos de jogo, mas em combinar esses elementos com uma compreensão profunda das motivações e expectativas específicas de cada geração, criando experiências que ressoem genuinamente com seu público-alvo. É fundamental lembrar que estas são tendências gerais, e não regras absolutas: Rumo a uma gamificação eficaz Compreenda profundamente seu público Defina objetivos claros e mensuráveis Escolha as mecânicas de jogo adequadas Desenhe a experiência e o fluxo Ofereça opções e personalização Priorize a clareza e a simplicidade Implemente a tecnologia Comunique e lance Teste, itere e otimize Foque no valor intrínseco e extrínseco Considere a ética e a sustentabilidade “O levantamento Gamification in Marketing mostra que 70% de duas mil empresas globais analisadas usam gamificação de alguma forma. Já no Brasil, a Gupy afirma que quatro em cada dez empresas usam treinamentos baseados em gamificação para treinar funcionários.” (Terra) Conclusão A gamificação é, sem dúvida, uma ferramenta transformadora. Contudo, seu verdadeiro potencial só é desbloqueado quando aplicada com empatia e compreensão das diversas motivações humanas, fortemente influenciadas pelas experiências geracionais. Não se trata apenas de adicionar pontos e badges; trata-se de criar experiências significativas que ressoem com as expectativas, valores e estilos de interação de cada grupo. Ao invés de uma abordagem única, pense em um design flexível e adaptativo. E se a sua estratégia de gamificação não está entregando os resultados esperados, pergunte-se: Estou oferecendo o “jogo” certo para os “jogadores” certos? A resposta pode estar na compreensão mais profunda das nuances geracionais, permitindo que você construa pontes de engajamento mais fortes e duradouras. Afinal, o objetivo final não é apenas jogar, mas engajar com propósito. Por todos esses motivos é que a Fábrica de Criatividade acredita que treinamento não precisa ser “coxinha”, quando está baseado na premissa de que a aprendizagem divertida a partir de uma gamificação bem-feita e do “Edutainment” é muito mais eficaz. Venha vencer desafios de capacitação e treinamento da sua equipe com a gente! Referências DIGITAL GROUP. Geração Beta e a evolução da aprendizagem na era da IA. [2025]. Disponível em: https://dotgroup.com.br/educacao/geracao-beta-e-a-aprendizagem-do-futuro-saiba-como-aprendem-as-diferentes-geracoes/ EXAME. Como usar a gamificação para transformar o engajamento da sua equipe. 21/11/2024. Disponível em: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-usar-a-gamificacao-para-transformar-o-engajamento-da-sua-equipe/ FORBES. Como Brasileiros de Diferentes Gerações Interagem com Jogos Digitais. 01/04/2025. Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/04/como-brasileiros-de-diferentes-geracoes-interagem-com-jogos-digitais/ HENKE,

Diversidade, Inovação

INVERSITY: Diversidade sem Divisão

Você já imaginou um ambiente de trabalho onde as diferenças são celebradas e as pessoas se conectam de forma genuína? Onde a colaboração é a chave para o sucesso e todos se sentem valorizados por suas singularidades?  Essa é a promessa da Inversity, um conceito inovador que está revolucionando a forma como as empresas abordam a diversidade e a inclusão. Falar sobre Diversidade e Inclusão é tema central em todos os cenários, especialmente no ambiente corporativo, e falar sem criar divisões, é um desafio. Inversity é sobre isso, e foi um dos temas do CONARH 2024 abordado por sua criadora, a especialista em engajamento, diversidade e inclusão, Karith Foster.   “Inversity” surge nesse cenário como uma abordagem inovadora que promove a inclusão de forma harmoniosa e produtiva. Um conceito vai além da diversidade tradicional, propondo uma nova forma de interagir e colaborar nos ambientes de trabalho.  “Em vez de diversidade, vamos falar sobre inversidade. Vamos falar sobre as coisas que temos em comum uns com os outros.” (Karith Foster, no Conarh 2024) Vamos explorar o que é Inversity, suas diferenças em relação à diversidade tradicional, exemplos práticos, benefícios e desafios na sua implementação? Bora! O que é Inversity? A Inversity é mais do que apenas um termo, é um convite à reflexão sobre como interagimos e colaboramos nos ambientes de trabalho.  Enquanto a diversidade tradicional celebra as diferenças, a Inversity vai além, buscando construir pontes de conexão que transcendem categorias sociais predefinidas. Em vez de focar nas diferenças, a Inversity celebra as similaridades humanas, criando um ambiente onde todos se sentem parte de um todo. Por que a Inversity é importante? Em um mundo cada vez mais globalizado e conectado, a diversidade é um fato. No entanto, a forma como as empresas lidam com essa diversidade é o que as diferencia.  A Inversity oferece uma abordagem mais humana e eficaz, que traz diversos benefícios: Inovação: equipes diversas geram ideias mais criativas e soluções mais eficazes para os desafios do mercado. Engajamento dos colaboradores: quando se sentem valorizados e incluídos, os colaboradores são mais motivados e produtivos. Retenção de talentos: empresas que praticam a Inversity tendem a ter taxas de rotatividade menores. Melhoria da reputação da marca: empresas inclusivas são vistas como mais atraentes para talentos e clientes. Aumento da lucratividade: empresas mais diversas e inclusivas tendem a ser mais lucrativas. Como a Inversity funciona na prática?  A Inversity se manifesta de diversas formas nas organizações, como: Valorização da individualidade: cada colaborador é único e suas contribuições são valorizadas. Diálogo aberto: um ambiente onde todos se sentem à vontade para expressar suas opiniões. Empatia: a capacidade de se colocar no lugar do outro e entender suas perspectivas. Conexão de propósitos: um senso de propósito comum que une a equipe. Flexibilidade: adaptação às necessidades individuais dos colaboradores. Liderança inclusiva: líderes que modelam comportamentos inclusivos e criam um ambiente seguro para todos. Os desafios e como superá-los Implementar a Inversity não é uma tarefa fácil. Mudar a cultura organizacional leva tempo e exige esforço de todos. Alguns dos desafios mais comuns incluem: Resistência à mudança: afinal, nem todos estarão abertos a novas ideias. Falta de treinamento: é preciso investir em treinamento para líderes e colaboradores. Medir os resultados: os benefícios da Inversity podem ser difíceis de quantificar. Como superar esses desafios? Bem, eles podem ser superados por meio de algumas ações pontuais, como  claramente os benefícios da Inversity para todos os colaboradores – a comunicação clara e transparente é vital! Os líderes devem ser os primeiros a adotar os princípios da Inversity porque eles moldam a cultura organizacional, servem como modelos comportamentais e influenciam diretamente o engajamento e a motivação dos colaboradores. Ao promover um ambiente inclusivo, eles atraem e retêm talentos diversos, e garantem que a organização tome decisões mais abrangentes e eficazes. A empresa deve focar-se em treinamento contínuo, oferecer programas para desenvolver as habilidades necessárias. E definir metas específicas e mensuráveis para acompanhar o progresso. A Inversity como motor de inovação Equipes diversificadas trazem consigo uma gama mais ampla de perspectivas, experiências e conhecimentos. Essa diversidade estimula o pensamento crítico e a geração de ideias inovadoras, impulsionando a criação de produtos e serviços mais relevantes e adaptados às necessidades dos clientes.  Diante de desafios complexos, a Inversity permite que as equipes encontrem soluções mais criativas e eficientes, aproveitando as diferentes habilidades e conhecimentos de seus membros. As empresas que cultivam a Inversity são mais ágeis e capazes de se adaptar às mudanças do mercado, tornando-se mais resilientes e competitivas. O impacto da Inversity na reputação da marca Empresas que valorizam a diversidade e a inclusão são mais atraentes para os melhores talentos do mercado.  Profissionais qualificados buscam empresas que ofereçam um ambiente de trabalho inclusivo e oportunidades de crescimento. A reputação de uma empresa como um lugar onde todos se sentem valorizados e incluídos pode gerar um impacto positivo na percepção dos clientes, parceiros e investidores.  Quando as empresas demonstram seu compromisso com a diversidade e a inclusão elas servem como exemplos de responsabilidade social, por contribuir para um mundo mais justo e equitativo. A Inversity e o bem-estar dos colaboradores Quando os colaboradores se sentem valorizados e parte de um propósito maior, eles experimentam maior satisfação no trabalho. Um ambiente de trabalho inclusivo e acolhedor contribui para a saúde mental dos colaboradores, reduzindo o estresse e o burnout. Sem contar que colaboradores engajados são mais produtivos e contribuem para o sucesso da empresa. E o futuro? A Inversity prepara as empresas para um futuro em que a automação e a inteligência artificial desempenham um papel cada vez mais importante. Ao valorizar a diversidade humana, as empresas podem aproveitar o potencial da tecnologia para aumentar a produtividade e a inovação. Em mundo globalizado, a capacidade de trabalhar com pessoas de diferentes culturas e backgrounds é fundamental. A Inversity promove a colaboração intercultural e a compreensão mútua e está alinhada com os princípios da sustentabilidade, promovendo a equidade e a justiça social. Concluindo… A Inversity se posiciona como um imperativo para

Gestão de pessoas, Informação Rica, Inovação

six thinking hats (seis chapéus do pensamento) e pensamento lateral: ferramentas poderosas para pensadores criativos

já se perguntou como grandes ideias surgem e como podemos estimular nossa capacidade de pensar de forma inovadora? a criatividade é uma habilidade cada vez mais valorizada, seja para resolver problemas complexos ou para inovar em diversas áreas. duas abordagens que se destacam nesse cenário, desenvolvidas por edward de bono (1933-2021), são os seis chapéus do pensamento (six thinking hats) e o pensamento lateral. ideias são espetáculos através dos quais olhamos os dados para ver as informações. (edward de bono) vamos explorar como essas ferramentas podem ser aplicadas para potencializar a criatividade e a inovação! o que são os seis chapéus do pensamento? os seis chapéus do pensamento, criados por edward de bono e lançados em 1985, facilitam o pensamento paralelo e a análise de problemas sob diferentes perspectivas. cada chapéu continua representando uma forma distinta de pensar, permitindo que indivíduos e grupos explorem várias facetas de uma situação de maneira estruturada. quem não gostaria de ter um “guarda-roupa mental” tão versátil, não é mesmo? a técnica clássica dos seis chapéus do pensamento , concebida por edward de bono em 1985, é uma ferramenta valiosa para brainstorming, resolução criativa de problemas e tomada de decisões. basicamente, é uma estrutura de reunião que exige a dedicação de blocos específicos de tempo a seis estilos de pensamento diferentes (bitesize learning, 2024) os seis chapéus do pensamento chapéu branco: fatos, dados e informações objetivas, concretas | objetividade e lógica – o que sabemos sobre o assunto? quais são os fatos? que perguntas temos que fazer? de que informações precisamos? de que informações dispomos? pense nele como o nerd da turma, sempre com uma calculadora à mão. chapéu vermelho: intuição, sentimentos e emoções | subjetividade e instintos – como nos sentimos em relação a isso? este chapéu é como aquele artista dramático, sempre pronto para dar um toque emocional. chapéu preto: cuidados, riscos e desvantagens, nos impede de cometer erros | cautela e julgamento – quais são os riscos, o que pode dar errado? quais são os problemas potenciais que podem surgir? quais são os obstáculos? e os pontos fracos? imagine o advogado do diabo, sempre encontrando o lado sombrio das coisas, assim é o chapéu preto. chapéu amarelo: otimismo e benefícios, lastreado pela lógica e pelo raciocínio | positividade e possibilidade – quais são as vantagens e oportunidades? quais os benefícios e as chances de sucesso? para quem? em que circunstâncias? que outras qualidades existem? se fosse gente, seria o eterno otimista, que vê o copo meio cheio mesmo quando está vazio. curioso, ambicioso e desejoso. busca valores não aparentes. chapéu verde: criatividade e novas ideias | imaginação e pensamento lateral – que outras possibilidades e soluções inovadoras podemos considerar? um inventor usaria este chapéu tranquilamente, sempre com uma ideia nova e, às vezes, maluca, com suas abordagens inéditas e alternativas extras. chapéu azul: organização e condução do processo de pensamento | controle e coordenação – a visão geral do processo – como devemos pensar sobre o problema? como devemos usar esses chapéus para resolver o problema? este é como um maestro garantindo que todos os chapéus toquem em harmonia. os seis chapéus do pensamento oferecem uma estrutura que permite aos pensadores criativos explorar diferentes aspectos de um problema ou ideia, garantindo que todas as perspectivas sejam consideradas. isso ajuda a evitar o pensamento unilateral e a enriquecer o processo criativo. pensamento lateral: quebrando paradigmas o pensamento lateral é outra técnica criada por edward de bono, proposta nos anos 1960. tão atual que continua focada em desafiar suposições e explorar soluções criativas para problemas. aquela tão conhecida expressão “pensar fora da caixa”. quem nunca falou ou ouviu?! edward de bono criou a frase ‘pensamento lateral’ em 1967 para caracterizar a capacidade de uma pessoa de resolver problemas utilizando respostas deliberadas em vez de raciocínio lógico e racional. (indeed, 2024) enquanto o pensamento lógico segue uma abordagem linear, o pensamento lateral incentiva a busca por alternativas que possam não ser imediatamente óbvias. em sentido figurado, seria como aquele amigo que sempre encontra um caminho alternativo para fugir do trânsito. ou aquele investigador que busca pistas em lugares inesperados. o pensamento lateral não se preocupa em usar as peças existentes, mas com a tentativa de mudar essas mesmas peças. (edward de bono) aplicando o pensamento lateral o pensamento lateral pode ser aplicado de várias maneiras. aqui estão algumas formas de utilizá-lo: desafie o status quo: muitas vezes, aceitamos certas verdades sem questioná-las. o pensamento lateral nos encoraja a desafiar essas suposições, como um detetive de filmes noir que não confia nem na própria sombra. procure por conexões inusitadas: explore como ideias aparentemente desconexas podem se combinar para criar algo novo. é como juntar chocolate e pimenta – uma combinação que surpreende! use técnicas de brainstorming: incentive a geração de ideias sem julgamentos iniciais para permitir que soluções criativas emerjam. afinal, até a mais louca das ideias pode ser o próximo grande sucesso. reformule problemas: em vez de aceitar a definição inicial de um problema, tente reformulá-lo para descobrir novas abordagens. isso é como olhar para um cubo mágico por outro ângulo e encontrar o movimento perfeito. use analogias: compare o problema com situações de outras áreas ou disciplinas. as analogias são como lentes mágicas que revelam soluções criativas sob uma nova luz. questione os pressupostos: identifique as suposições subjacentes a um problema e questione cada uma delas. já experimentou puxar o fio de um novelo para ver que surpresas ele esconde? é sobre isso! adote diferentes perspectivas: imagine como diferentes pessoas ou grupos abordariam o problema. é como usar óculos de realidade virtual para ver o mundo de maneiras novas e fascinantes. experimente o pensamento aleatório: introduza elementos aleatórios no processo de pensamento para estimular novas conexões e ideias. pense nisso como jogar dados criativos para ver onde eles caem e o que inspiram. o pensamento lateral encoraja os pensadores criativos a desafiarem suposições e buscarem soluções inovadoras que não são imediatamente óbvias. isso é fundamental para a inovação, permitindo que ideias disruptivas surjam

Scroll to Top