Histórico
A Fábrica de Criatividade é o resumo de algumas histórias e de um pouco de utopia. Em 1997, Denílson Shikako, idealizador e atual diretor decidiu construir um espaço que incentivasse a produção de idéias, que estimulasse pelo lúdico e democratizasse a cultura, tornando acessível a todos toda forma de arte.
Com parcerias, o projeto foi tomando forma. Depois de oito anos em construção, em março de 2005, o prédio foi inaugurado. Uma estrutura completamente conceitual. Durante os anos, contudo, muitos percalços tentaram interromper o nascimento do projeto, principalmente o menos esperado. Um assassinato. Em 2000, Denílson Shikako perdeu o pai vítima de um assalto.
O pensamento da família foi o de sair do país. Mas as raízes já plantadas na favela do Jardim Amália – Capão Redondo, com o Projeto Vida Nova se fortificaram pelo estresse e sustentaram o que começara a ser construindo.
No espaço físico de quatro andares da Fábrica de Criatividade o ser humano comum é parte integrante da construção de um lugar melhor para todos nós.
Um ano e meio depois, muitas mãos se juntaram nesta corrente. Mas é preciso mais para que a comunidade do Capão Redondo tire do projeto o que ele quer dar: perspectiva. É neste momento que entram todos os responsáveis: o Estado, o empresariado, a sociedade e a mídia. E com todos eles a Fábrica de Criatividade se relaciona.
Olhando para trás, só há o que comemorar. E em cada comemoração está o necessário de ânimo até a próxima conquista. As muitas histórias que formam a Fábrica de Criatividade dão a ela o diferencial: a diversidade. E a dose de utopia presente em cada um que entre no prédio é carvão para a máquina que produz a arte.


















